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Luto Oficial

Prefeitura de Passo Fundo decreta luto oficial por morte do professor Renato

A Prefeitura de Passo Fundo decretou luto oficial de um dia pelo falecimento do professor Renato Rech Justi, o Renatão, aos 73 anos. Referência do esporte amador, ele foi homenageado com seu nome no troféu do Campeonato Municipal de Futebol.
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Redação Planalto RS 24 Horas

10 de outubro de 2026

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A Prefeitura de Passo Fundo decretou luto oficial de um dia em razão do falecimento do professor Renato Rech Justi, conhecido como Renatão, aos 73 anos. Ele morreu na manhã deste sábado, 10, na cidade.

As bandeiras dos prédios públicos foram colocadas a meio-mastro. O velório ocorre na capela A do Cemitério Vera Cruz, e o sepultamento está marcado para as 11 horas de domingo, 11, no mesmo cemitério.

Renatão dedicou décadas à Educação Física e à organização de competições esportivas em Passo Fundo. Referência do esporte amador, foi homenageado no ano passado durante o Campeonato Amador de Futebol de Campo da Primeira Divisão, que passou a levar seu nome no troféu. Além da atuação no futebol, era admirador dos festivais nativistas e ouvinte assíduo das transmissões esportivas e tradicionalistas das Rádios Planalto.

Em nota, a Prefeitura manifestou profundo pesar pela morte do professor e destacou sua contribuição para o fortalecimento do esporte e para a integração da comunidade passo-fundense. O texto também registra solidariedade aos familiares, amigos e à comunidade esportiva.

A trajetória de Renatão foi reconhecida pelo Município, que atribuiu seu nome ao troféu da principal competição amadora de futebol de campo da cidade. Organizador de campeonatos, ele marcou gerações de atletas locais.

A Prefeitura encerrou a nota afirmando que Renatão deixa sua marca na história de Passo Fundo.

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Leandro de Souza fará quimioterapia antes de retirar bexiga em Cachoeira do Sul

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Redação Planalto RS 24 Horas

10 de outubro de 2026

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O influenciador Leandro de Souza, conhecido por já ter sido considerado o homem mais tatuado do Brasil, confirmou que passará por sessões de quimioterapia antes de uma nova cirurgia para retirada da bexiga e da próstata. O tratamento será realizado via Sistema Único de Saúde (SUS), com a intervenção cirúrgica prevista para ocorrer entre abril e maio de 2027.

Leandro foi diagnosticado com um câncer maligno agressivo que atingiu o músculo da bexiga. A primeira cirurgia para remoção do tumor ocorreu em 16 de setembro, no Centro Regional de Oncologia (CRO) do Hospital de Caridade e Beneficência de Cachoeira do Sul.

Segundo o influenciador, o resultado da biópsia confirmou que o câncer atingiu o músculo da bexiga, exigindo a retirada do órgão e da próstata. Ele afirmou estar aliviado após os exames não apontarem disseminação da doença para outras partes do organismo.

“A notícia boa é que não tem nada espalhado no meu organismo. Então, é só localizado na bexiga”, declarou.

O tratamento quimioterápico deve começar em cerca de 20 dias, com previsão de quatro a seis ciclos antes da cirurgia e mais três ciclos após o procedimento. A nova cirurgia deve durar aproximadamente seis horas e utilizará parte do intestino do paciente no procedimento reconstrutivo.

“Estou bem confiante que a cirurgia será um sucesso. Sei das futuras limitações, mas melhor estar vivo. Com a retirada da bexiga, a (chance de) cura nesses casos é de 98%”, afirmou Leandro ao g1.

O influenciador também declarou estar ansioso para iniciar o tratamento oncológico o quanto antes.

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MPF cobra R$ 541 milhões da Shell por enchentes no Rio Grande do Sul

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Redação Planalto RS 24 Horas

10 de outubro de 2026

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O Ministério Público Federal (MPF) e o Instituto Preservar ingressaram com uma ação na Justiça contra a Shell Brasil. O processo busca reparação parcial dos danos decorrentes das catástrofes climáticas no Rio Grande do Sul, especialmente das enchentes de abril e maio de 2024. Os pedidos somam mais de R$ 541 milhões.

Na Ação Civil Pública climática, os autores sustentam que há ligação entre as emissões da cadeia dos combustíveis fósseis, o aquecimento global e a intensificação das chuvas responsáveis pela devastação do estado naquele período. A ação não atribui à Shell responsabilidade exclusiva pela tragédia, mas alega que a empresa deve responder por suposta contribuição histórica e continuada para as emissões de gases de efeito estufa.

De acordo com os autores da ação, três análises complementares sustentam o nexo causal entre a atividade e o dano. A atribuição do aquecimento identifica o papel das emissões humanas na elevação da temperatura global. A atribuição de fontes estima a contribuição histórica de grandes produtores de combustíveis fósseis. Já a atribuição de eventos extremos avalia em que medida o aquecimento agravou um episódio específico, como as chuvas no Rio Grande do Sul.

A procuradora Flavia Rigo Nobrega, uma das autoras da ação, afirma que o arcabouço normativo brasileiro estabelece o princípio do poluidor-pagador. Segundo ela, a tese jurídica que sustenta a demanda foi lastreada na melhor ciência disponível e observou os pareceres da Corte Interamericana de Direitos Humanos e da Corte Internacional de Justiça sobre o tema.

A ação combina inovação jurídica e rigor técnico, apoiando-se em estudos científicos que permitem demonstrar o nexo causal entre as emissões de gases de efeito estufa, as mudanças climáticas e o aumento da probabilidade e da intensidade de eventos extremos.

O g1 entrou em contato com a comunicação da Shell Brasil solicitando um posicionamento sobre a ação, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem.

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