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Tradição Gaúcha

Rodeio de Vaca Parada e Encontro de Ginetes ocorrem na Roselândia em Passo Fundo

Parque de Rodeios da Roselândia recebe neste fim de semana o Rodeio Nacional de Vaca Parada, voltado às crianças, e o Encontro de Ginetes, com participantes de três estados.
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Redação Planalto RS 24 Horas

16 de outubro de 2026

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O Parque de Rodeios da Roselândia, em Passo Fundo, sedia neste sábado (17) e domingo (18) mais uma edição do Rodeio Nacional de Vaca Parada e do Encontro de Ginetes. A programação reúne provas de laço, montarias e premiações ao longo dos dois dias.

O rodeio de vaca parada é direcionado ao público infantil e busca incentivar as crianças a aprender as técnicas e regras do tiro de laço desde cedo. Já o Encontro de Ginetes reúne montarias com participantes de diferentes regiões do Sul do Brasil.

A edição deste ano distribuirá sete bicicletas e um potro entre as premiações. A organização também promove provas que estimulam a participação das famílias, como laço pai e filho, mãe e filha e laço geração, que reúne avô, pai e neto na mesma disputa.

As provas do rodeio de vaca parada são divididas por faixa etária e incluem as modalidades laço piazinho, piazito, bonequinha, prendinha e laço guri, destinado a participantes de 12 a 15 anos.

O Encontro de Ginetes contará com 15 montarias no sábado, a partir das 18h, e outras 15 no domingo. Participam ginetes do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.

Entre as atrações estão o cavalo Cardápio, conhecido pela dificuldade das montarias, e Quitéria, uma mulher de 80 anos que participou da gineteada na edição anterior e chamou a atenção do público ao demonstrar sua habilidade nas montarias.

As atividades serão realizadas ao longo do fim de semana no Parque de Rodeios da Roselândia, reunindo crianças, famílias e apreciadores das tradições gaúchas.

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Fim da escala 6×1: entenda como fica a jornada de trabalho em Passo Fundo

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Redação Planalto RS 24 Horas

16 de outubro de 2026

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A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que põe fim à escala 6×1 foi aprovada pelo Senado Federal na quarta-feira (14), em dois turnos. O texto estabelece duas folgas semanais remuneradas para todas as categorias profissionais e a redução gradual da jornada máxima de 44 para 40 horas semanais, sem diminuição salarial. A medida ainda depende de promulgação pelo Congresso Nacional para entrar em vigor.

Em Passo Fundo, a mudança deve impactar diretamente setores como comércio, supermercados, farmácias e indústrias, que tradicionalmente operam com apenas uma folga semanal. A advogada previdenciarista e mestre em Direito, Bruna Chechi Biorchi, explicou à reportagem que todas as categorias terão que garantir os dois dias de descanso, inclusive aquelas com regras próprias definidas em convenções coletivas.

A transição será feita de forma escalonada. Dois meses após a entrada em vigor da PEC, os trabalhadores passarão a ter duas folgas semanais e a jornada máxima cairá de 44 para 42 horas. Após mais um ano, o limite será reduzido para 40 horas por semana, com no máximo oito horas diárias.

As folgas não precisam ocorrer necessariamente aos sábados e domingos, mas um dos dias deverá ser preferencialmente no domingo. A advogada destacou que a redução da jornada não poderá resultar em diminuição salarial, exigindo dos empregadores uma reorganização dos horários e períodos de descanso.

A PEC não abrange trabalhadores com diploma de ensino superior e salário mensal igual ou superior a 2,5 vezes o teto do INSS, cerca de R$ 21.188 em 2026. Servidores públicos e terceirizados do setor público também não estão incluídos e precisarão ter suas condições adequadas às novas disposições.

MEIs e autônomos não são abrangidos diretamente pelas regras da CLT. Microempresas e empresas de pequeno porte poderão contar com medidas de transição específicas, caso sejam estabelecidas por lei complementar.

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Prefeitura assina contrato de transporte coletivo com a Coleurb

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Redação Planalto RS 24 Horas

16 de outubro de 2026

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A Prefeitura de Passo Fundo assinou na quinta-feira (15) o contrato de concessão do transporte coletivo com a empresa Coleurb Coletivo Urbano Ltda. O acordo, com prazo inicial de 20 anos, prorrogável por mais 10, representa a etapa final da licitação lançada em junho.

A Coleurb foi a única empresa a apresentar proposta e cumprir os requisitos do edital. A empresa, que já opera na cidade há mais de 65 anos e está sob nova direção desde abril de 2024, terá 180 dias, a contar da assinatura da ordem de serviço, para assumir integralmente o novo contrato.

A tarifa técnica apresentada pela Coleurb é de R$ 9,39. Esse valor não corresponde ao cobrado dos passageiros, pois representa o custo de remuneração da operação e é complementado por subsídio pago pela Prefeitura e outras receitas.

O novo contrato prevê a manutenção e modernização do sistema de bilhetagem eletrônica, a implementação da passagem integrada, frota de até 113 ônibus com idade máxima de 7,5 anos e nenhum veículo com mais de 15 anos de fabricação. Também estão incluídos sistemas de GPS e videomonitoramento.

A Prefeitura, como poder concedente, deverá manter o subsídio mensal já destinado à empresa, com reajustes futuros conforme os itens do contrato. A Coleurb deverá priorizar a contratação de ex-funcionários da Codepas para minimizar os impactos do fechamento do setor na companhia pública.

A estimativa de receita ao longo dos 20 anos de vigência é de aproximadamente R$ 1,5 bilhão. A fiscalização do serviço será feita pela secretaria de Segurança Pública e Transportes, que avaliará a capacidade da empresa de cumprir as viagens, manter a pontualidade, renovar a frota, atender às regras de acessibilidade, oferecer integração e controlar os custos sem pressionar excessivamente os passageiros ou o orçamento público.

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