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Apreensão de 11 fuzis em área rural mobiliza forças de segurança

Onze fuzis de uso restrito foram apreendidos em uma área rural na tarde desta quinta-feira. O armamento estava escondido e ninguém foi preso até o momento.
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17 de setembro de 2026

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Onze fuzis de uso restrito foram apreendidos na tarde desta quinta-feira (data) em uma área rural. A ação ocorreu por volta das 14h22 e mobilizou equipes das forças de segurança.

O armamento estava oculto no local e foi localizado durante uma operação de fiscalização. Até o momento, não houve prisões relacionadas à apreensão.

A ocorrência acontece em um momento de reforço no patrulhamento de regiões rurais, que têm sido utilizadas como rota para o transporte de armas e drogas. A apreensão de fuzis de uso restrito, como os encontrados, representa um impacto direto no poder de fogo de organizações criminosas que atuam na região.

Segundo informações preliminares, o material foi encontrado enterrado ou escondido em meio à vegetação. Os fuzis foram encaminhados para perícia, que vai identificar a origem e o calibre exato das armas.

As forças de segurança não divulgaram detalhes sobre a dinâmica da operação ou se há suspeitos identificados. O caso segue sob investigação da Polícia Civil.

A apreensão é uma das maiores dos últimos meses na região. O material apreendido será submetido a exames balísticos para verificar se há ligação com crimes ocorridos recentemente.

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Crise logística: malha ferroviária gaúcha cai para 921 km após enchente

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Redação Planalto RS 24 Horas

17 de setembro de 2026

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A destruição de trechos da malha ferroviária durante a enchente de 2024 agravou os gargalos históricos de infraestrutura no Rio Grande do Sul. Em Canoas, na Região Metropolitana de Porto Alegre, uma fileira de locomotivas paradas ao relento há mais de dois anos ilustra a crise logística.

Dados do setor indicam que a extensão em operação caiu de 1.952 quilômetros em 2016 para 921 quilômetros atualmente. Antes do desastre climático, havia 1.680 quilômetros em funcionamento. Atualmente, nenhuma composição parte do estado rumo a centros consumidores como São Paulo.

Para a Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), a deficiência ameaça a economia local diante das mudanças tributárias previstas. “O RS é um estado que está na ponta do mercado consumidor. O principal mercado nosso está no Sudeste. Como vamos competir em 2033 e 2034, quando a reforma tributária estiver em pleno vigor? Nós temos que ter logística para colocar nossos produtos nos mercados consumidores”, afirmou um representante da Fiergs.

A discussão sobre o tema ganhou força após o governo federal apresentar um novo modelo de concessão ferroviária, criticado pelos três estados da região Sul. Em reação, o Conselho de Desenvolvimento e Integração Sul (Codesul) e o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) lançaram licitação para contratar uma consultoria técnica.

O objetivo é elaborar um diagnóstico da Malha Sul e propor alternativas para reconstrução e expansão. O contrato deve ser assinado até o final deste mês, com prazo de dez meses para conclusão.

“O estudo contratado propõe um modelo integrado ampliado, ampliando a malha para todas as regiões do RS, ao Porto de Rio Grande e também ao Oeste de Santa Catarina, aos portos catarinenses e ao restante do Brasil. Busca atender o que é mais importante: um modelo que sustente a economia do Rio Grande do Sul pelos próximos 30 anos”, declarou um porta-voz da área de infraestrutura envolvido no projeto.

Para o professor e especialista em transportes Luiz Afonso Senna, o prejuízo da falta de trens já é perceptível na economia. “Se a gente não tem a ferrovia e transporta por caminhão, fica mais caro. Então nós vamos perder competitividade, por exemplo, em relação ao Centro-Oeste.”

Diante dos gargalos, hidrovias surgem como alternativa logística viável. Uma empresa de celulose transporta 95% de sua carga por canais navegáveis no estado.

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Candidatos ao Senado pelo PCO, PSTU e UP apresentam propostas no RS

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17 de setembro de 2026

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Cinco candidatos ao Senado pelo Rio Grande do Sul apresentaram suas propostas nesta quinta-feira (17) em entrevistas gravadas para a RBS TV. A série de sabatinas integra a cobertura das Eleições 2026 promovida pelo Bom Dia Rio Grande.

Participaram Ric Jones (PCO), Regis Ethur (PSTU), Luciano do MLB (Unidade Popular), Daniela Mulheres Socialistas (PSTU) e Tania Peres (Unidade Popular). As regras e a ordem das entrevistas foram definidas em sorteio com representantes das candidaturas.

Ric Jones (PCO) afirmou que pretende priorizar a saúde da mulher e a violência obstétrica. Médico obstetra formado pela UFRGS, ele disse que trabalhou 40 anos na área e foi ativista da humanização do nascimento. O candidato também defendeu mudanças na legislação trabalhista e debate sobre o sistema penitenciário.

Regis Ethur (PSTU) propôs o fim da escala de trabalho 6×1 e o cancelamento da dívida do Rio Grande do Sul com a União. Luciano do MLB (UP) sugeriu auditoria da dívida estadual e defendeu eleição direta para integrantes do Poder Judiciário.

Daniela Mulheres Socialistas (PSTU) priorizou verbas de combate ao feminicídio. A advogada também defendeu a estatização de bancos e de setores estratégicos da economia. Tania Peres (UP) apoiou o fim do arcabouço fiscal para ampliar investimentos em saúde e educação, além do término da escala 6×1.

A programação segue na sexta-feira (18) com Manuela D’Avila (PSOL), ao vivo. Na próxima semana, participam Paulo Pimenta (PT), Renato Jaguarão (Cidadania), Germano Rigotto (MDB) e Marcel Van Hattem (NOVO).

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