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31 de julho de 2026

Início > Polícia > Tatuador é preso em Balneário Camboriú por suspeita de estupro; 19 ocorrências são investigadas

Porto Alegre

Tatuador é preso em Balneário Camboriú por suspeita de estupro; 19 ocorrências são investigadas

O tatuador Vinicius Roig, de 47 anos, foi detido preventivamente em Balneário Camboriú nesta quinta-feira por suspeita de estupro. Polícia e Ministério Público investigam relatos de violência contra mulheres registrados em diversas cidades, incluindo municípios da Região Metropolitana de Porto Alegre.
Foto de Redação Planalto RS 24 Horas

Redação Planalto RS 24 Horas

31 de julho de 2026

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O tatuador, corretor de imóveis e músico Vinicius Roig, 47 anos, foi preso preventivamente nesta quinta-feira em um apartamento alugado por aplicativo em Balneário Camboriú. A prisão ocorre após investigação do Ministério Público e da Polícia Civil sobre relatos de violência contra mulheres, entre os quais há suspeitas de estupro, perseguição e ameaça.
O caso ganhou força após a professora Michele Duarte publicar nas redes sociais relatos do fim de um relacionamento, o que gerou uma página que reuniu depoimentos de outras mulheres. Em boletins policiais, constam 19 ocorrências em que Roig aparece como suspeito nos últimos dois anos, com registros em Torres, Novo Hamburgo, Sapucaia do Sul e Cachoeirinha.

Segundo a Polícia Civil, Roig foi detido sem oferecer resistência. A prisão preventiva foi determinada para resguardar a integridade das possíveis vítimas e evitar a continuidade das condutas investigadas.
A mobilização nas redes sociais acelerou a identificação de outras possíveis vítimas e contribuiu para a ampliação das apurações. A irmã do suspeito chegou a apoiar a primeira denúncia pública, segundo relatos compartilhados online.
Roig publicou mensagens dizendo haver distorções nos relatos e tentou remover a página que reunia depoimentos; a Justiça negou seu pedido de retirada do ar. As três denúncias do Ministério Público tramitam e aguardam decisão judicial sobre as medidas cabíveis.
As autoridades informam que as investigações prosseguem e que novas diligências podem ser realizadas para apurar os relatos registrados nos últimos dois anos.

Fonte: Globo G1 Rio Grande do Sul

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