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Mulher envolvida em caso de violência doméstica morre em Tapejara

Ivonete Scalcon, de 56 anos, passou mal no trabalho e faleceu nesta segunda-feira. Ela era a vítima da ocorrência de violência doméstica que terminou com a morte do companheiro pela Brigada Militar em agosto.
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Redação Planalto RS 24 Horas

14 de setembro de 2026

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Uma mulher de 56 anos morreu no início da manhã desta segunda-feira (14) após passar mal no local de trabalho, em Tapejara. Ivonete Scalcon era a vítima central de uma ocorrência de violência doméstica que terminou com a morte do companheiro durante uma intervenção da Brigada Militar no mês de agosto.

Ivonete foi encontrada por colegas por volta das 5h. Ela recebeu os primeiros atendimentos da equipe interna de saúde da empresa, e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) também foi acionado. No entanto, quando os socorristas chegaram, a mulher já estava em óbito.

A morte de Ivonete ocorre menos de um mês após o episódio que a colocou no centro de uma investigação policial na cidade. Em 23 de agosto, seu então companheiro, João de Oliveira, de 58 anos, foi morto por um policial militar após tentar atacá-la com uma faca. O caso gerou comoção local e mobilizou a Polícia Civil para apurar as circunstâncias da intervenção, que foi registrada por câmeras de segurança.

Conforme a delegada de Polícia Civil de Tapejara, Tais Neetzow, a principal hipótese neste momento é de morte natural. Mesmo assim, o corpo foi encaminhado para necropsia, que deverá apontar a causa oficial do falecimento. Segundo a delegada, somente após a realização e análise dos exames será possível esclarecer as circunstâncias do óbito.

Ivonete Scalcon ficou conhecida recentemente por estar no centro da ocorrência de violência doméstica registrada no dia 23 de agosto, no Bairro São Paulo. Na ocasião, a Brigada Militar foi acionada para atender a uma situação de violência doméstica envolvendo o casal.

Conforme a investigação da Polícia Civil, durante a intervenção dos policiais, João teria tentado atacar Ivonete com uma faca. Diante da situação, um policial militar efetuou um disparo contra o homem. João foi socorrido e encaminhado ao Hospital Santo Antônio, mas não resistiu aos ferimentos e morreu posteriormente. A intervenção do policial foi registrada por câmeras de segurança e é tratada, até o momento, como legítima defesa de terceiros.

Ainda segundo a investigação, João havia sido preso cerca de uma semana antes da ocorrência que terminou com sua morte, também em razão de um caso envolvendo violência doméstica contra Ivonete. Na ocasião, ela relatou ter sido vítima de agressões e ameaças e solicitou uma medida protetiva de urgência. João chegou a ser encaminhado ao sistema prisional, mas posteriormente foi colocado em liberdade. A Polícia Civil aguarda o resultado da necropsia para determinar oficialmente a causa da morte de Ivonete Scalcon.

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PM usa IA para localizar família de criança haitiana perdida em Farroupilha

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Redação Planalto RS 24 Horas

21 de outubro de 2026

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A Brigada Militar localizou, na tarde de sábado (17), a família de um menino haitiano de 9 anos que caminhava sozinho pelas ruas de Farroupilha. A criança não se feriu e foi levada de volta para casa.

Os policiais foram acionados por um morador por meio do telefone 190. Como o menino só fala francês, a equipe utilizou a ferramenta de inteligência artificial ChatGPT para traduzir perguntas por áudio e estabelecer comunicação com a criança.

O soldado Rafael Tondollo e o sargento Jeferson Maurício Espinoza Carrets atenderam a ocorrência. Segundo Tondollo, a criança estava assustada, o que dificultou o início do diálogo. “Precisamos de algum tempo para que ele tivesse confiança em nós e se sentisse seguro para falar”, relatou.

Com o auxílio da ferramenta de IA, os policiais perguntaram em qual escola o menino estudava. Ele informou o local, e a equipe se dirigiu até a instituição com a expectativa de que a residência da família ficasse nas proximidades.

No trajeto, a criança se orientou e passou a indicar o caminho. “Quando chegamos na rua da casa dele, ele abriu a porta da viatura faltando quase uma quadra. Ficou muito feliz ao voltar para casa”, afirmou o soldado.

Os pais não estavam na residência no momento. Um vizinho entrou em contato com o pai, e eles retornaram logo em seguida. De acordo com a Brigada Militar, a família ficou aliviada com o reencontro.

O pai informou aos policiais que estava com a esposa no centro da cidade, fazendo compras em uma fruteira, quando o filho disse que iria ao banheiro. Ao perceberem a ausência do menino, iniciaram as buscas e, sem êxito, seguiram a pé para casa.

Conforme a BM, o ponto onde a criança foi localizada fica a aproximadamente 1,5 km do comércio onde estava com os pais. O menino permaneceu sozinho por cerca de uma hora.

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Urna eletrônica tem intervalo de dois segundos antes de liberar voto em Gramado

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Redação Planalto RS 24 Horas

21 de outubro de 2026

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Eleitores que votarem em Gramado nas próximas eleições precisarão observar um intervalo de dois segundos antes que a urna eletrônica libere o registro do voto. O procedimento é padrão em todos os equipamentos do município e ocorre após a confirmação do último dígito digitado pelo eleitor.

A pausa é uma medida de segurança do sistema eletrônico de votação e não representa falha ou lentidão do aparelho. O tempo vale para todas as seções eleitorais da cidade, independentemente do cargo em disputa.

Após digitar os números do candidato, o eleitor deve aguardar o fim da contagem antes de pressionar a tecla de confirmação. A urna exibe a mensagem de espera e, somente depois do intervalo, libera o registro.

Caso o eleitor tente confirmar antes do prazo, o equipamento não conclui a operação. A orientação é repetir o procedimento com calma e, em caso de dúvida, solicitar apoio ao mesário na seção.

O intervalo de dois segundos é o mesmo em todas as urnas do país e não altera o tempo total de votação. Em Gramado, a recomendação é que os eleitores cheguem com antecedência aos locais de votação para evitar filas nos horários de pico.

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