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Bastidores do Grêmio

Renato esclarece saída de Tetê em 2019 e projeta recuperação no Grêmio

Técnico revela conversa com o atacante e explica episódio antigo envolvendo a base tricolor. Renato afirmou que pretende ajudar o jogador a recuperar seu melhor futebol.
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Redação Planalto RS 24 Horas

18 de setembro de 2026

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O técnico Renato Portaluppi esclareceu, durante coletiva de apresentação nesta quinta-feira, o episódio envolvendo a saída do atacante Tetê do Grêmio em 2019. Na ocasião, o jovem deixou o clube antes de estrear no time profissional e foi vendido ao Shakhtar Donetsk, da Ucrânia.

Segundo o treinador, os dois tiveram uma conversa longa a pedido do próprio jogador, que retornou ao clube em janeiro deste ano e tem contrato até o fim de 2029. Renato afirmou que pretende ajudar a recuperar o atacante e que já iniciou correções nos treinamentos.

Nos bastidores, a apuração indicou que o diálogo foi considerado “muito positivo” e “levou confiança” ao jogador. Tetê foi criado na base gremista e era tido como uma das principais promessas do clube, com multa rescisória de 100 milhões de euros. Em 2018, chamou atenção ao ser convocado por Tite para um período de treinamentos com a seleção principal nos Estados Unidos.

Renato deu sua versão sobre a saída do atleta há mais de sete anos. Ele explicou que o então presidente Romildo Bolzan o procurou informando que o empresário de Tetê só renovaria o contrato se o jogador fosse integrado ao profissional.

– Eu falei: “Não, ele não vem para o profissional. Não pode vir para o profissional um garoto que eu não conheço”. Não porque era o Tetê, podia ser qualquer outro jogador, mas eu não o conhecia – declarou.

O treinador completou que a decisão final caberia ao presidente. Na época, Tetê lamentou não ter sido integrado ao grupo principal e revelou que esperava ser chamado por Renato após voltar do Sul-Americano com a Seleção sub-20, o que não ocorreu.

Vendido ao futebol ucraniano no começo de 2019, Tetê passou por clubes da França, Inglaterra, Turquia e Grécia, onde estava no Panathinaikos antes de retornar ao Grêmio.

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Cadelinha presa em fenda por cinco dias é resgatada em Camaquã

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Redação Planalto RS 24 Horas

18 de setembro de 2026

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A cadela Josi foi resgatada na quarta-feira (16) após passar cinco dias presa em uma fenda de rocha no interior de Camaquã. O desaparecimento do animal foi constatado no sábado (12), quando seus uivos e latidos passaram a ser ouvidos através da pedra.

A operação envolveu a Associação Protetora dos Animais de Rua (Arca), o Corpo de Bombeiros e a prefeitura de Camaquã. O resgate só foi possível após a liberação de uma retroescavadeira e a chegada de profissionais de uma pedreira da região.

Segundo Sabrina Lemes, integrante da ONG Arca, a primeira tentativa ocorreu na segunda-feira (14) com apoio dos bombeiros, mas o material disponível era insuficiente. Na terça-feira (15), nova investida também não teve êxito.

Na quarta-feira (16), a prefeitura liberou a retroescavadeira. Mesmo assim, a equipe enfrentou dificuldades para alcançar o ponto exato da fenda. A solução foi cavar ao redor do barranco até chegar ao animal.

“Quando o pessoal da pedreira chegou, clareou um pouco as ideias. Começamos a cavar por volta, no barranco. Ela tinha que ter entrado em algum lugar. E foi indo, foi indo, até que deu certo”, relatou Sabrina.

Após o resgate, Josi foi retirada da fenda já debilitada e abaixo do peso. A voluntária descreveu o momento como emocionante e destacou a persistência do maquinista, que se recusou a deixar o local antes da conclusão da operação.

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Conservação do solo reduz perdas na produção em Passo Fundo

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Redação Planalto RS 24 Horas

18 de setembro de 2026

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A conservação e o manejo adequado do solo foram tema central do seminário “Da Origem ao Manejo: Base da Agricultura Resiliente”, realizado nesta quinta-feira (17) na sede do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Passo Fundo. O encontro reuniu agricultores, engenheiros agrônomos e representantes da Emater, Embrapa, UPF, Prefeitura e Sindicato.

Durante o evento, especialistas destacaram que práticas de conservação são fundamentais para garantir produtividade e preparar as propriedades rurais para enfrentar períodos de estiagem e chuvas intensas. A Emater desenvolve em Passo Fundo um programa de correção e fertilidade do solo que atende 29 beneficiários.

Representando a Emater, Idenir José Deggerone destacou que o objetivo do seminário é aproximar dos agricultores o conhecimento produzido pelas instituições de pesquisa. Ele explicou que a assistência técnica busca identificar problemas e orientar os produtores na adoção de medidas de correção.

O pesquisador da Embrapa Trigo, José Eloir Denardin, alertou para problemas de degradação e concentração de fertilidade nas camadas superficiais do solo, que podem reduzir a produtividade. Segundo ele, um solo bem manejado permite maior aprofundamento das raízes, melhor aproveitamento dos fertilizantes e maior disponibilidade de água em períodos de estiagem.

Entre as práticas destacadas estão o plantio em contorno, seguindo as curvas de nível, e o terraceamento agrícola, que ajudam a reduzir o escoamento superficial e aumentar a infiltração da água.

O coordenador do curso de Agronomia da UPF, Jackson Korchagin, explicou que conhecer as características de cada solo é essencial para definir o manejo adequado, tanto na parte química quanto física. Na região do Planalto Médio, os solos são profundos e apresentam boa aptidão para a produção de grãos, como trigo, soja e milho.

Segundo ele, é necessário corrigir a acidez e os níveis de nutrientes, além de preservar a estrutura do solo para evitar problemas como erosão e compactação. Jackson também destacou que a adoção de plantas de cobertura, a conservação do solo e o uso correto de fertilizantes podem aumentar a eficiência da produção e tornar as propriedades rurais mais resilientes diante das mudanças climáticas.

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