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Lagoa FM mantém transmissão online e exige JavaScript ativo

Emissora Lagoa FM informa que a audição de sua programação pelo site depende da ativação do JavaScript no navegador do ouvinte.
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Redação Planalto RS 24 Horas

15 de outubro de 2026

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A Rádio Lagoa FM comunica que a transmissão de sua programação pela internet exige a ativação do JavaScript no navegador utilizado pelo ouvinte. A medida vale para o acesso a todo o conteúdo disponibilizado no site da emissora.

Sem o recurso habilitado, o player e demais funcionalidades da página não carregam corretamente. A orientação é destinada a todos os usuários que acompanham a rádio pela plataforma online.

O JavaScript é um recurso técnico presente na maioria dos navegadores modernos e, quando desativado, impede a execução de players e sistemas de áudio integrados. Emissoras que transmitem pela internet dependem desse tipo de tecnologia para entregar o sinal ao público. A Lagoa FM reforça o aviso para evitar dificuldades de acesso por parte dos ouvintes da região.

A ativação pode ser feita nas configurações do próprio navegador, em poucos passos. Caso o recurso já esteja habilitado e o áudio não inicie, recomenda-se atualizar a página ou testar outro navegador.

A emissora não informou mudanças na programação ou no endereço de acesso. O aviso técnico é direcionado exclusivamente à experiência de audição pelo site.

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Fique por dentro do que acontece na região

Camozzato promete investimentos na ERS-324 e voos regionais em Passo Fundo

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Redação Planalto RS 24 Horas

15 de outubro de 2026

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O deputado estadual Felipe Camozzato (Novo) foi eleito deputado federal pelo Rio Grande do Sul nas eleições de 4 de outubro, com 85.167 votos. Com a posse prevista para o próximo ano, o parlamentar afirmou que dará continuidade ao trabalho voltado à infraestrutura e ao desenvolvimento econômico.

Em entrevista à Rádio Uirapuru, Camozzato avaliou o resultado eleitoral e agradeceu os 633 votos recebidos em Passo Fundo. Ele destacou que pretende levar para a Câmara dos Deputados pautas com atenção especial à infraestrutura e ao desenvolvimento econômico do Estado.

Entre as prioridades do futuro mandato, Camozzato citou a necessidade de investimentos em infraestrutura e melhorias na ERS-324, rodovia que passa por Passo Fundo e liga municípios da região. Ele lembrou que atuou como vice-presidente da CPI dos Pedágios na Assembleia Legislativa e afirmou que vem cobrando do Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer) e do Governo do Estado recursos para a manutenção da estrada.

O deputado eleito também defendeu o fortalecimento dos voos regionais e a qualificação da malha aérea gaúcha, incluindo a conexão de Passo Fundo com outros centros do país. Segundo ele, a melhoria da infraestrutura logística contribui para ampliar a competitividade das empresas, facilitar o transporte de produtos e estimular o desenvolvimento econômico.

Camozzato apresentou ainda as principais bandeiras do Partido Novo, como a redução de impostos, a responsabilidade na aplicação dos recursos públicos, a ética na política e a defesa da liberdade econômica. Ele afirmou que a sigla busca priorizar investimentos em áreas como saúde, educação, segurança pública e infraestrutura, além de combater gastos que considera excessivos na administração pública.

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Especialista aponta gestão financeira como base para empresas de Passo Fundo em

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Redação Planalto RS 24 Horas

15 de outubro de 2026

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A falta de controle financeiro e a precificação inadequada estão entre os principais fatores que levam empresas de Passo Fundo a enfrentar dificuldades em períodos de crise. A avaliação é do especialista em finanças empresariais, contador e bacharel em direito Jhonny Casagrande, convidado da mais recente edição do programa Emoção, Afeto e Comportamento, da Rádio Uirapuru.

Durante a participação, Casagrande afirmou que as dificuldades do setor não podem ser atribuídas exclusivamente ao cenário econômico. Segundo ele, é necessário observar tanto os aspectos internos da empresa quanto os fatores externos que influenciam diretamente o negócio.

Um dos principais problemas apontados pelo especialista é a ausência de controle financeiro, especialmente entre pequenos negócios. Conforme Casagrande, ainda existem empresas que operam sem planilhas ou sistemas de gestão e não conseguem identificar com precisão quanto recebem, quanto gastam ou quais são seus compromissos financeiros.

Em um período de mercado aquecido, esse tipo de desorganização pode não ser percebido imediatamente. Porém, em momentos de crise, a margem para erros diminui. A empresa pode acabar recorrendo a empréstimos e financiamentos para cobrir despesas inesperadas, aumentando o endividamento e comprometendo ainda mais o fluxo de caixa.

Outro ponto destacado foi a precificação. Casagrande explicou que muitas empresas estabelecem seus preços considerando apenas o valor pago pelo produto ou serviço, sem incluir adequadamente despesas como aluguel, energia, água, funcionários, contador, financiamentos e demais custos de operação. Dessa forma, mesmo uma empresa que vende bastante pode estar trabalhando no prejuízo.

A análise precisa considerar quanto cada produto contribui para o pagamento das despesas e para a geração de lucro. Empresas que comercializam os mesmos produtos também podem ter preços diferentes devido às suas estruturas de custos.

O especialista também ressaltou a importância do Demonstrativo do Resultado do Exercício, o DRE. O documento organiza receitas e despesas e permite verificar o resultado da operação. Ele explicou ainda que o fluxo de caixa possui outra função: mostrar efetivamente quanto dinheiro entrou e saiu da empresa. Uma venda realizada não significa necessariamente que o dinheiro já esteja disponível no caixa, principalmente quando o pagamento é feito a prazo.

Para Casagrande, o acompanhamento profissional pode ajudar a identificar problemas antes que eles se tornem graves. Ele comparou o consultor empresarial a um médico, destacando que, quando uma dificuldade é identificada em estágio inicial, existem mais alternativas para tentar recuperar a empresa. Quando a situação chega à recuperação judicial, o processo se torna mais complexo.

Manter informações atualizadas sobre custos, receitas, despesas, capital de giro e lucratividade é essencial, segundo o especialista, para que o negócio tenha condições de enfrentar períodos de crise.

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