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Luta contra o Z-4

Inter precisa de aproveitamento de G-4 para escapar do rebaixamento

Com 28 pontos e na 18ª posição, o Inter precisa somar 17 dos 30 pontos restantes para atingir 45 e evitar a queda. O aproveitamento exigido é de 56,66%, similar ao do Fluminense, quarto colocado.
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Redação Planalto RS 24 Horas

5 de outubro de 2026

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O Internacional entra nas dez rodadas finais do Brasileirão com uma missão que exige rendimento de equipe do G-4. O Colorado ocupa o 18º lugar, com 28 pontos, e precisa somar 17 dos 30 pontos em disputa para alcançar a marca histórica de 45 pontos, que costuma garantir a permanência na Série A.

A equipe comandada por Eduardo Baptista, que estreia nesta quarta-feira contra o Corinthians, no Beira-Rio, terá de atingir 56,66% de aproveitamento no período. O índice é praticamente o mesmo do Fluminense, quarto colocado, que soma 57,14% na competição.

O desafio se amplia quando analisado o desempenho recente do Colorado. O time jamais alcançou 50% de aproveitamento ao longo do campeonato, tendo como melhor marca os 43,75% da 16ª rodada. Nas últimas dez partidas, o Inter somou apenas sete pontos, o segundo pior desempenho entre os 20 clubes. Como mandante, venceu apenas três dos 14 jogos no Beira-Rio, configurando a terceira pior campanha da Série A. O retorno de Eduardo Baptista ao comando técnico marca a terceira tentativa da diretoria de reverter o quadro no segundo turno.

O aproveitamento atual do Inter é de 33,33%, com seis vitórias, dez empates e 12 derrotas. Segundo o Gato Mestre, ferramenta de projeções do ge, a chance de permanência é de 52,85%. Para atingir os 45 pontos, o time precisa de cinco vitórias e dois empates nas dez rodadas restantes.

O histórico contra os adversários que ainda enfrentará também impõe obstáculos. No primeiro turno, o Colorado venceu três, empatou três e perdeu quatro dos confrontos contra esses mesmos rivais, com desempenho de 40%. A equipe tem o quarto pior ataque, com 30 gols marcados, empatado com o Grêmio, e a nona melhor defesa, com 36 gols sofridos.

O Beira-Rio é apontado como trunfo para a reação. O clube tem mais cinco partidas como mandante e realiza promoções para lotar o estádio. No entanto, o time venceu apenas três dos 14 jogos disputados em casa e detém a terceira pior campanha como mandante do campeonato.

A estreia de Eduardo Baptista ocorre nesta quarta-feira, às 19h30, contra o Corinthians, no Beira-Rio. O treinador terá dez rodadas para encontrar soluções e garantir a permanência do Inter na Série A.

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Maurício Marcon é o deputado federal mais votado do Rio Grande do Sul

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5 de outubro de 2026

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Os eleitores do Rio Grande do Sul definiram neste domingo (4) os 31 deputados federais que representarão o estado na Câmara a partir de 2027. O candidato mais votado foi Maurício Marcon (PL), com 379.834 votos.
Este será o segundo mandato de Marcon como deputado federal. Em 2022, ele havia sido eleito com 140,6 mil votos.

Após a confirmação do resultado, o parlamentar atribuiu a votação expressiva à lealdade ao eleitorado. “A gente está feliz, mas sempre pezinho no chão. Acho que a comunidade realmente espera isso e foi isso que me levou a ter uma votação tão expressiva: não trair o eleitor”, declarou.
“Os políticos, principalmente, têm que entender que as pessoas querem lealdade e eu fui leal ao meu eleitor e isso fez com que a gente estourasse de voto”, complementou.
A trajetória política de Marcon começou em 2016, quando concorreu pela primeira vez ao cargo de vereador. Em 2020, foi eleito o vereador mais votado de Caxias do Sul.
Alinhado ao campo conservador, o deputado atua na Câmara com foco em temas como liberdade econômica, redução da burocracia estatal, mercado de trabalho e pautas de oposição ao governo federal.

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Eleições 2026: veja os 31 deputados federais eleitos pelo Rio Grande do Sul

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Redação Planalto RS 24 Horas

5 de outubro de 2026

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Os eleitores do Rio Grande do Sul definiram neste domingo (4) os 31 deputados federais que ocuparão as cadeiras do estado na Câmara dos Deputados a partir de 2027. O candidato mais votado foi Maurício Marcon (PL), que recebeu 379.834 votos, equivalentes a 6,22% dos votos válidos.
Este será o segundo mandato de Marcon como deputado federal. Na sequência dos mais votados aparecem Fernanda Melchionna (PSOL), com 280.262 votos, e Giovani Cherini (PL), com 234.171 votos.

Confira abaixo a lista completa dos eleitos e a votação obtida por cada um:

MAURÍCIO MARCON (PL) – 379.834 votos (6,22%)
FERNANDA MELCHIONNA (PSOL) – 280.262 votos (4,59%)
GIOVANI CHERINI (PL) – 234.171 votos (3,83%)
RONY GABRIEL (PODE) – 223.643 votos (3,66%)
ALCEU MOREIRA (MDB) – 217.208 votos (3,56%)
MARIA DO ROSARIO (PT) – 173.788 votos (2,84%)
AFONSO HAMM (PP) – 152.762 votos (2,50%)
ANY ORTIZ (PP) – 151.433 votos (2,48%)
PEDRO WESTPHALEN (PP) – 128.095 votos (2,10%)
COVATTI FILHO (PP) – 123.360 votos (2,02%)
OSMAR TERRA (PL) – 116.647 votos (1,91%)
DAIANA SANTOS (PCdoB) – 114.315 votos (1,87%)
BOHN GASS (PT) – 111.196 votos (1,82%)
DANRLEI (PSD) – 105.079 votos (1,72%)
MARCELO MORAES (PL) – 103.292 votos (1,69%)
DENISE PESSÔA (PT) – 100.893 votos (1,65%)
LUCAS REDECKER (PSD) – 99.817 votos (1,63%)
MARCON (PT) – 99.566 votos (1,63%)
JESSÉ SANGALLI (PL) – 94.625 votos (1,55%)
GUSTAVO VICTORINO (REPUBLICANOS) – 94.428 votos (1,55%)
VALDECI OLIVEIRA (PT) – 93.419 votos (1,53%)
DIOGO SIQUEIRA (PL) – 93.067 votos (1,52%)
FELIPE CAMOZZATO (NOVO) – 85.167 votos (1,39%)
POMPEO DE MATTOS (PDT) – 83.934 votos (1,37%)
CARLOS GOMES (REPUBLICANOS) – 82.245 votos (1,35%)
JUVIR COSTELLA (MDB) – 77.933 votos (1,28%)
BIBO NUNES (PL) – 74.207 votos (1,21%)
PERONDI (PL) – 73.974 votos (1,21%)
BUSATO (UNIÃO) – 60.127 votos (0,98%)
SERGIO ZAMBIASI (PODE) – 44.929 votos (0,74%)
VILMAR ZANCHIN (MDB) – 40.406 votos (0,66%)

A distribuição das cadeiras por partido ficou assim: PL (8), PT (5), Progressistas (4), MDB (3), Podemos (2), PSD (2), Republicanos (2), PSOL (1), PCdoB (1), Novo (1), PDT (1) e União Brasil (1).

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