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Acordo Judicial

Edifício Gralha: famílias terão 60 dias para demolir após indenização

Famílias do Edifício Gralha, em Passo Fundo, devem assinar acordo de indenização na próxima semana. Após o pagamento, moradores terão 60 dias para demolir o prédio e cercar o terreno.
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Redação Planalto RS 24 Horas

5 de outubro de 2026

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As famílias que viviam no Edifício Gralha, na antiga COHAB 1, em Passo Fundo, estão próximas de receber as indenizações previstas no acordo com o Governo do Estado. A assinatura do documento deve ocorrer na próxima semana, após cerca de dez anos de espera.

O acordo prevê cerca de R$ 4,9 milhões para as 16 famílias, além da demolição do prédio, limpeza e cercamento do terreno. O imóvel está desocupado desde maio de 2016, quando os moradores deixaram os apartamentos devido às condições estruturais.

O processo chegou a envolver quase R$ 8 milhões, mas o acordo foi fechado em aproximadamente R$ 4,9 milhões após um deságio de 40%. Segundo Saul Spinelli, que acompanha o caso desde o início, a negociação evitou que a ação seguisse para precatório, o que poderia prolongar ainda mais o recebimento dos valores. Para agilizar as tratativas, a Rede de Farmácias São João auxiliou na busca por empresas que prestam serviços para a rede em diferentes regiões do Rio Grande do Sul, obtendo os orçamentos para a demolição em pouco tempo.

Após a assinatura, o documento será encaminhado ao Judiciário para homologação. Na sequência, serão emitidos os alvarás individuais para o pagamento das famílias. O Estado terá até 90 dias para realizar os pagamentos após a emissão dos alvarás, mas, conforme Saul Spinelli, o dinheiro já está empenhado.

Após o pagamento, as próprias famílias irão administrar a demolição do prédio, a limpeza e o cercamento do terreno. O trabalho deverá ser concluído em até 60 dias. A demolição, a limpeza e o cercamento fazem parte do acordo e serão custeados pelo Estado, enquanto a administração da execução ficará sob responsabilidade dos moradores.

O terreno continuará pertencendo aos moradores, que poderão decidir posteriormente o destino da área, inclusive pela venda. O anúncio do acordo foi feito nesta semana pelo governador Eduardo Leite, durante evento no CTG Lalau Miranda.

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Maurício Marcon é o deputado federal mais votado do Rio Grande do Sul

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5 de outubro de 2026

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Os eleitores do Rio Grande do Sul definiram neste domingo (4) os 31 deputados federais que representarão o estado na Câmara a partir de 2027. O candidato mais votado foi Maurício Marcon (PL), com 379.834 votos.
Este será o segundo mandato de Marcon como deputado federal. Em 2022, ele havia sido eleito com 140,6 mil votos.

Após a confirmação do resultado, o parlamentar atribuiu a votação expressiva à lealdade ao eleitorado. “A gente está feliz, mas sempre pezinho no chão. Acho que a comunidade realmente espera isso e foi isso que me levou a ter uma votação tão expressiva: não trair o eleitor”, declarou.
“Os políticos, principalmente, têm que entender que as pessoas querem lealdade e eu fui leal ao meu eleitor e isso fez com que a gente estourasse de voto”, complementou.
A trajetória política de Marcon começou em 2016, quando concorreu pela primeira vez ao cargo de vereador. Em 2020, foi eleito o vereador mais votado de Caxias do Sul.
Alinhado ao campo conservador, o deputado atua na Câmara com foco em temas como liberdade econômica, redução da burocracia estatal, mercado de trabalho e pautas de oposição ao governo federal.

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Eleições 2026: veja os 31 deputados federais eleitos pelo Rio Grande do Sul

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Redação Planalto RS 24 Horas

5 de outubro de 2026

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Os eleitores do Rio Grande do Sul definiram neste domingo (4) os 31 deputados federais que ocuparão as cadeiras do estado na Câmara dos Deputados a partir de 2027. O candidato mais votado foi Maurício Marcon (PL), que recebeu 379.834 votos, equivalentes a 6,22% dos votos válidos.
Este será o segundo mandato de Marcon como deputado federal. Na sequência dos mais votados aparecem Fernanda Melchionna (PSOL), com 280.262 votos, e Giovani Cherini (PL), com 234.171 votos.

Confira abaixo a lista completa dos eleitos e a votação obtida por cada um:

MAURÍCIO MARCON (PL) – 379.834 votos (6,22%)
FERNANDA MELCHIONNA (PSOL) – 280.262 votos (4,59%)
GIOVANI CHERINI (PL) – 234.171 votos (3,83%)
RONY GABRIEL (PODE) – 223.643 votos (3,66%)
ALCEU MOREIRA (MDB) – 217.208 votos (3,56%)
MARIA DO ROSARIO (PT) – 173.788 votos (2,84%)
AFONSO HAMM (PP) – 152.762 votos (2,50%)
ANY ORTIZ (PP) – 151.433 votos (2,48%)
PEDRO WESTPHALEN (PP) – 128.095 votos (2,10%)
COVATTI FILHO (PP) – 123.360 votos (2,02%)
OSMAR TERRA (PL) – 116.647 votos (1,91%)
DAIANA SANTOS (PCdoB) – 114.315 votos (1,87%)
BOHN GASS (PT) – 111.196 votos (1,82%)
DANRLEI (PSD) – 105.079 votos (1,72%)
MARCELO MORAES (PL) – 103.292 votos (1,69%)
DENISE PESSÔA (PT) – 100.893 votos (1,65%)
LUCAS REDECKER (PSD) – 99.817 votos (1,63%)
MARCON (PT) – 99.566 votos (1,63%)
JESSÉ SANGALLI (PL) – 94.625 votos (1,55%)
GUSTAVO VICTORINO (REPUBLICANOS) – 94.428 votos (1,55%)
VALDECI OLIVEIRA (PT) – 93.419 votos (1,53%)
DIOGO SIQUEIRA (PL) – 93.067 votos (1,52%)
FELIPE CAMOZZATO (NOVO) – 85.167 votos (1,39%)
POMPEO DE MATTOS (PDT) – 83.934 votos (1,37%)
CARLOS GOMES (REPUBLICANOS) – 82.245 votos (1,35%)
JUVIR COSTELLA (MDB) – 77.933 votos (1,28%)
BIBO NUNES (PL) – 74.207 votos (1,21%)
PERONDI (PL) – 73.974 votos (1,21%)
BUSATO (UNIÃO) – 60.127 votos (0,98%)
SERGIO ZAMBIASI (PODE) – 44.929 votos (0,74%)
VILMAR ZANCHIN (MDB) – 40.406 votos (0,66%)

A distribuição das cadeiras por partido ficou assim: PL (8), PT (5), Progressistas (4), MDB (3), Podemos (2), PSD (2), Republicanos (2), PSOL (1), PCdoB (1), Novo (1), PDT (1) e União Brasil (1).

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