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Programa H

Governo do RS abre 1.500 vagas em curso sobre masculinidades e equidade de

Iniciativa da Secretaria da Mulher oferece formação online e gratuita sobre padrões de masculinidade e prevenção de violências. Inscrições estão abertas e aulas começam em 27 de outubro.
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Redação Planalto RS 24 Horas

18 de outubro de 2026

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O governo do Rio Grande do Sul está com inscrições abertas para o Programa H Masculinidades: Refletir para Transformar, que oferece 1.500 vagas em curso online e gratuito sobre padrões de masculinidade, equidade de gênero e prevenção de violências. A formação é promovida pela Secretaria da Mulher e as aulas têm início no dia 27 de outubro.

Com carga horária de 30 horas, o curso é dividido em quatro módulos e aborda como padrões culturais e expectativas sociais influenciam os comportamentos masculinos e as relações de gênero. As inscrições podem ser feitas no site do programa.

A iniciativa foi lançada em meio a uma onda de feminicídios no estado e integra a recriação da Secretaria da Mulher, pasta restabelecida no ano passado no penúltimo dos dois governos de Eduardo Leite. Além da formação online, o programa prevê capacitações presenciais nas macrorregiões gaúchas entre novembro e dezembro, com participação estimada de 830 pessoas, entre gestores públicos, profissionais da rede de atendimento e potenciais multiplicadores.

Os quatro módulos do curso tratam de masculinidades e padrões sociais; violência baseada em gênero; políticas públicas e direitos das mulheres; e ferramentas para desenvolver ações práticas. O conteúdo também discute a prevenção das violências e o papel dos homens na construção de relações mais igualitárias.

Segundo a secretária estadual da Mulher, Ana Costa, a proposta é oferecer um cuidado humanizado também aos homens. “É uma oferta à população para a compreensão de uma condição cultural que leva o homem a ser mais agressivo, controlador e para que consiga lidar com essas emoções de forma mais saudável”, afirma.

A secretária destaca que o enfrentamento da violência contra a mulher exige envolvimento de toda a sociedade. “Não existe transformação na sociedade neste nível de complexidade se nós não estivermos juntos. Precisamos que a imprensa fale nisso, que na escola se fale nisso, que na nossa casa se fale nisso”, avalia.

O programa é aberto a todos e não se restringe aos homens: mulheres interessadas também podem participar. “O curso é aberto porque entendemos que somos um ecossistema que está em desequilíbrio. Por óbvio, quem agride uma mulher no feminicídio é um homem, mas ele é filho de alguém, irmão de alguém, estuda numa escola, tem profissionais que lidam com ele, então a abertura foi intencional”, conclui Ana Costa.

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Falhas de Matheus Cunha e Félix Torres agravam crise do Inter no Brasileirão

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Redação Planalto RS 24 Horas

17 de outubro de 2026

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As atuações do goleiro Matheus Cunha e do zagueiro Félix Torres têm sido apontadas como fatores determinantes para a sequência negativa do Internacional no Campeonato Brasileiro. No confronto direto contra o Mirassol, válido pela 31ª rodada, a dupla cometeu falhas que contribuíram diretamente para a derrota por 2 a 0, mantendo a equipe gaúcha na zona de rebaixamento.

O time colorado ocupa posição no Z-4 desde a 25ª rodada e, com o resultado negativo, precisa vencer ao menos quatro dos sete jogos restantes para garantir a permanência na Série A. A dupla de defensores soma erros em partidas contra Santos, Remo, Bahia e Athletico, resultando em pontos perdidos na competição.

No duelo contra o Mirassol, Matheus Cunha foi expulso aos 14 minutos do primeiro tempo após deixar a área e atingir o adversário Bruno Santos. A expulsão precoce desorganizou o esquema tático do Inter e obrigou a equipe a atuar com um jogador a menos durante a maior parte da partida.

Na segunda etapa, Félix Torres perdeu duelo no campo de ataque, proporcionando o contra-ataque que resultou no segundo gol do Mirassol. O zagueiro também falhou no lance que originou pênalti, posteriormente desperdiçado pelo adversário.

Contra o Santos, pela 26ª rodada, Félix Torres perdeu a bola que resultou em gol de Gabigol. Matheus Cunha foi criticado pela torcida por não defender a cobrança de pênalti do atacante santista.

No confronto com o Bahia, pela 25ª rodada, Matheus Cunha espalmou chute nos pés de Erick, que ampliou o placar para o time baiano. Já contra o Remo, pela 23ª rodada, o goleiro falhou na montagem da barreira e na defesa de cobrança de falta da intermediária.

Diante do Athletico, pela 20ª rodada, Félix Torres entregou a bola nos pés de Viveros, que marcou o segundo gol do adversário. A sequência de erros individuais tem comprometido o desempenho coletivo da equipe na competição.

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Ciclone extratropical na costa gaúcha provoca rajadas de vento de até 76 km/h

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Redação Planalto RS 24 Horas

17 de outubro de 2026

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Um ciclone extratropical atua neste sábado (17) sobre o Oceano Atlântico, a Leste do Rio Grande do Sul, com o centro de baixa pressão localizado na altura do Chuí. A pressão atmosférica no centro do sistema é estimada em 995 hPa pelos modelos numéricos, o que indica um fenômeno de intensidade moderada.

Imagens do satélite meteorológico GOES-19, da NOAA e NASA, registraram a espiral de nuvens característica do sistema no início da tarde. O campo de vento mais intenso permanece sobre o mar, mas estações meteorológicas já registraram rajadas significativas em terra.

Até o começo da tarde, as rajadas mais fortes foram registradas no Chuí, com 76 km/h. Em Mostardas, os ventos alcançaram 67 km/h, mesma marca de São Lourenço do Sul. Capão da Canoa registrou 53 km/h, enquanto Rio Grande marcou 59 km/h e Porto Alegre, 57 km/h.

Outras cidades também sentiram os efeitos do sistema. Tramandaí registrou rajadas de 56 km/h, Rolante marcou 53 km/h e Campo Bom, 52 km/h. O vento mais forte sopra entre o meio da manhã e o começo da tarde, com tendência de diminuição gradual ao longo do dia.

Para este domingo (18), a previsão da MetSul Meteorologia indica que o ciclone deve se afastar do continente em trajetória para Leste. O vento no território gaúcho tende a soprar mais fraco, embora ainda siga ventoso junto à costa.

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