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Investigação no STF

Flávio Bolsonaro é investigado por lavagem de dinheiro e corrupção

Ministro André Mendonça autorizou a abertura de inquérito para apurar suspeitas de lavagem de dinheiro e corrupção envolvendo o senador Flávio Bolsonaro e o financiamento de um filme sobre Jair Bolsonaro.
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11 de setembro de 2026

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça autorizou, na manhã desta quinta-feira (11), a abertura de um inquérito para investigar o senador Flávio Bolsonaro. A apuração envolve suspeitas de lavagem de dinheiro e corrupção relacionadas ao financiamento e à produção do filme “Dark Horse”, cinebiografia de Jair Messias Bolsonaro.

A investigação teve início em julho, mas permaneceu sob segredo de Justiça até o início deste mês. Segundo informações divulgadas pelo jornal O Globo, documentos e mensagens indicariam que Flávio Bolsonaro teria solicitado ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro um aporte financeiro para o financiamento da obra cinematográfica.

De acordo com o relatório da Polícia Federal, o parlamentar teria solicitado R$ 130 milhões a Vorcaro. Desse montante, R$ 61 milhões teriam sido efetivamente pagos, conforme apontam planilhas anexadas ao inquérito. A produtora do filme, GO Up, também é alvo de questionamentos em relação à transparência financeira da produção, pois, segundo informações divulgadas, não teria apresentado a prestação de contas por completo, limitando-se a divulgar o orçamento original previsto para a realização da obra.

Flávio Bolsonaro nega qualquer participação indevida relacionada ao longa-metragem. Em declaração, o senador afirmou: “Não há um centavo de dinheiro público. Pode revirar do avesso”.

O caso veio à tona após a recente divulgação de arquivos relacionados ao Caso Master, que teriam revelado os documentos e mensagens entre o senador e o ex-banqueiro.

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Perdão e reconciliação são temas da liturgia deste domingo em Passo Fundo

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Redação Planalto RS 24 Horas

13 de setembro de 2026

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A liturgia do 24º Domingo do Tempo Comum, celebrado neste fim de semana em Passo Fundo, propõe uma reflexão sobre o perdão e a reconciliação. O tema dá continuidade ao processo reflexivo iniciado no domingo anterior, que abordou o compromisso com o próximo e o caráter comunitário da fé.

Neste domingo, a discussão avança para o compromisso com o perdão. A primeira leitura, extraída do Livro do Eclesiástico, assinala a necessidade de superar o rancor e o ódio nos relacionamentos humanos, dando lugar ao perdão.

No Evangelho de Mateus, Pedro questiona Jesus sobre quantas vezes deveria perdoar. Ele mesmo responde segundo os preceitos da época, e Jesus amplia a possibilidade de perdão ao infinito. A passagem bíblica afirma: “não te digo até sete vezes, mas até setenta vezes sete”.

A resposta de Jesus indica que não existem limites para o perdão. Ele está no caminho dos relacionamentos humanos como uma necessidade constante em vista do crescimento do amor e da fraternidade.

Jesus ilumina a resposta com a parábola de um homem que foi perdoado por uma grande dívida, mas não soube perdoar uma pequena dívida. A referência para a atitude de perdoar é Deus, que é perdão e misericórdia, e que espera dos filhos e filhas a mesma postura.

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Arcebispo de Passo Fundo reflete sobre o perdão em artigo dominical

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Redação Planalto RS 24 Horas

13 de setembro de 2026

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O arcebispo de Passo Fundo, Dom Rodolfo Luís Weber, publicou neste domingo (13) um artigo no qual reflete sobre o tema do perdão na convivência humana. O texto parte da pergunta de Pedro a Jesus sobre quantas vezes se deve perdoar o irmão que peca.

Na reflexão, o arcebispo apresenta a resposta de Jesus, que propõe ir além do limite humano de sete vezes, conduzindo ao modo de pensar e agir do Reino de Deus. A parábola das dívidas é utilizada para ilustrar a relação entre o perdão divino e o perdão entre os homens.

Dom Rodolfo destaca que a origem do pecado está nas decisões erradas de cada pessoa, com consequências para si, para o próximo, para a natureza e para Deus. Diante disso, questiona como se relacionar com quem erra e como resolver o que foi feito de errado.

O arcebispo cita passagens bíblicas do Eclesiástico, do Salmo 102, da Carta aos Romanos e do Evangelho de Mateus para fundamentar a reflexão. Segundo ele, a sugestão de Pedro de perdoar sete vezes coloca um limite razoável considerando a condição humana.

Na interpretação do texto, a resposta de Jesus leva Pedro ao Reino de Deus, ou seja, ao modo divino de pensar e agir em relação aos devedores. A parábola das dívidas é apresentada como recurso para facilitar a compreensão da medida do perdão.

A primeira cena da parábola, conforme o artigo, reflete a relação de Deus Pai com os homens. A dívida humana com Deus é descrita como uma enorme fortuna, impossível de ser restituída, pois tudo o que se tem e se é vem de Deus.

Dom Rodolfo cita São Paulo na Carta aos Romanos para afirmar que vivos ou mortos pertencemos ao Senhor. Entre os bens recebidos gratuitamente, lista a natureza, a vida, a inteligência, a liberdade, o sol, a chuva, o ar, a Palavra de Deus, o perdão e a morte salvadora de Jesus na cruz.

O arcebispo afirma que, para viver, é necessário passar da lógica da dívida para a lógica do amor gratuito. Na parábola, o devedor pede prazo, mas recebe o perdão da dívida, demonstrando que Deus quer uma relação de filhos, não de devedores.

A segunda cena da parábola descreve a relação entre dois companheiros de trabalho, ou seja, entre humanos. A dívida em questão é de apenas cem moedas, mas aquele que havia sido perdoado cobra o companheiro de forma violenta.

Sob a ótica da justiça, conforme o texto, não há erro em cobrar dívidas assumidas. O pecado maior, segundo o arcebispo, foi não tratar o irmão devedor com misericórdia e compaixão.

O ápice da parábola é a exortação final dirigida a todos: aquele que foi perdoado de toda a dívida porque suplicou deve também ter compaixão do companheiro. Dom Rodolfo encerra a reflexão convidando os fiéis a perdoar cada dia.

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