Passo Fundo registra seis casos confirmados de dengue em 2026, conforme dados divulgados pela Secretaria de Saúde. O Levantamento de Índice Rápido de Aedes aegypti (LIRAa), realizado em setembro, apontou Índice de Infestação Predial (IIP) de 0,5% no município, classificado como baixo.
No mesmo período do ano passado, o índice era de 0,3%. O levantamento permite identificar a presença do mosquito e acompanhar o risco de ocorrência de dengue, zika, chikungunya e febre amarela urbana.
A principal medida de prevenção está na eliminação dos locais que possam acumular água. Vasos de plantas, pneus, garrafas, recipientes, calhas e outros objetos expostos devem ser verificados com frequência. Caixas d’água precisam permanecer bem fechadas, e qualquer recipiente que possa acumular água deve ser esvaziado e mantido protegido.
A recomendação é que os cuidados façam parte da rotina. Uma vistoria periódica em casas, pátios e estabelecimentos ajuda a identificar possíveis criadouros antes que o mosquito se reproduza. A atenção deve ser redobrada após períodos de chuva, quando pequenos recipientes podem acumular água.
Também é importante reconhecer os sinais da dengue. Entre os principais sintomas estão dores intensas de cabeça e no corpo, mal-estar geral, dor no fundo dos olhos e manchas avermelhadas na pele. Em caso de suspeita, a orientação é procurar uma unidade básica de saúde para avaliação e notificação.
A identificação dos casos contribui para que as equipes de saúde acompanhem a situação e adotem as medidas necessárias. A prevenção da dengue depende da participação de toda a comunidade. Mesmo com o cenário atualmente controlado em Passo Fundo, a eliminação dos criadouros continua sendo a principal forma de reduzir a presença do mosquito e manter baixos os índices de infestação.