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Corretor preso por suspeita de estupro em Torres já tinha condenação por violência doméstica em Porto Alegre

Vinícius Roig da Silva, 47, preso preventivamente por suspeita de estupro, possuía condenação definitiva por lesão corporal e ameaça contra uma ex-namorada. O caso ocorreu em 2013, na Capital, e a pena foi cumprida em 2023.
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4 de agosto de 2026

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A prisão preventiva do corretor de imóveis e tatuador Vinícius Roig da Silva, de 47 anos, ocorrida em Torres, no Litoral Norte, não é o primeiro contato do suspeito com a Justiça. Ele já possuía uma condenação definitiva por violência doméstica contra uma ex-companheira, em um caso registrado em Porto Alegre.

O processo, originado em uma agressão em janeiro de 2013, no bairro Sarandi, resultou em uma pena de sete meses e dez dias de detenção em regime aberto. A sentença, confirmada em definitivo em 2019, foi considerada cumprida pela Justiça em março de 2023.

A vítima da condenação anterior, a psicóloga Kelly Soares, de 45 anos, decidiu tornar pública sua história após a nova prisão do suspeito e a repercussão de denúncias de outras mulheres nas redes sociais. Ela relata ter sido mantida em cárcere privado e agredida por horas durante um relacionamento em 2012, sofrendo lesões que a impediram de andar por mais de 30 dias.

Na ação judicial, Vinícius Roig da Silva confessou ter causado as lesões na vítima, mas alegou legítima defesa após uma agressão anterior, e negou as ameaças. A condenação pelos crimes de lesão corporal e ameaça foi enquadrada na Lei Maria da Penha, com suspensão condicional da pena por dois anos.

Kelly Soares afirma que, após as agressões, buscou atendimento médico, registrou ocorrência na Delegacia da Mulher e solicitou medidas protetivas, que foram renovadas mais de três vezes durante o processo. A primeira audiência ocorreu em 2016, e a condenação veio no ano seguinte.

A psicóloga divulgou sua identidade e história para incentivar outras vítimas a denunciarem. “Não deixem de denunciar. Briguem, vão atrás. Reviver tudo isso é horrível, mas esse homem não pode voltar para as ruas”, argumentou em vídeo publicado nas redes sociais.

A advogada Paola Pinent, que representa as vítimas que denunciaram após o caso recente vir a público, criticou a pena aplicada anteriormente. O Tribunal de Justiça do RS informou que a sentença seguiu a legislação vigente à época dos fatos. A defesa do corretor não retornou aos contatos da reportagem.

Fonte: Globo G1 Rio Grande do Sul

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PM usa IA para localizar família de criança haitiana perdida em Farroupilha

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Redação Planalto RS 24 Horas

21 de outubro de 2026

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A Brigada Militar localizou, na tarde de sábado (17), a família de um menino haitiano de 9 anos que caminhava sozinho pelas ruas de Farroupilha. A criança não se feriu e foi levada de volta para casa.

Os policiais foram acionados por um morador por meio do telefone 190. Como o menino só fala francês, a equipe utilizou a ferramenta de inteligência artificial ChatGPT para traduzir perguntas por áudio e estabelecer comunicação com a criança.

O soldado Rafael Tondollo e o sargento Jeferson Maurício Espinoza Carrets atenderam a ocorrência. Segundo Tondollo, a criança estava assustada, o que dificultou o início do diálogo. “Precisamos de algum tempo para que ele tivesse confiança em nós e se sentisse seguro para falar”, relatou.

Com o auxílio da ferramenta de IA, os policiais perguntaram em qual escola o menino estudava. Ele informou o local, e a equipe se dirigiu até a instituição com a expectativa de que a residência da família ficasse nas proximidades.

No trajeto, a criança se orientou e passou a indicar o caminho. “Quando chegamos na rua da casa dele, ele abriu a porta da viatura faltando quase uma quadra. Ficou muito feliz ao voltar para casa”, afirmou o soldado.

Os pais não estavam na residência no momento. Um vizinho entrou em contato com o pai, e eles retornaram logo em seguida. De acordo com a Brigada Militar, a família ficou aliviada com o reencontro.

O pai informou aos policiais que estava com a esposa no centro da cidade, fazendo compras em uma fruteira, quando o filho disse que iria ao banheiro. Ao perceberem a ausência do menino, iniciaram as buscas e, sem êxito, seguiram a pé para casa.

Conforme a BM, o ponto onde a criança foi localizada fica a aproximadamente 1,5 km do comércio onde estava com os pais. O menino permaneceu sozinho por cerca de uma hora.

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Urna eletrônica tem intervalo de dois segundos antes de liberar voto em Gramado

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Redação Planalto RS 24 Horas

21 de outubro de 2026

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Eleitores que votarem em Gramado nas próximas eleições precisarão observar um intervalo de dois segundos antes que a urna eletrônica libere o registro do voto. O procedimento é padrão em todos os equipamentos do município e ocorre após a confirmação do último dígito digitado pelo eleitor.

A pausa é uma medida de segurança do sistema eletrônico de votação e não representa falha ou lentidão do aparelho. O tempo vale para todas as seções eleitorais da cidade, independentemente do cargo em disputa.

Após digitar os números do candidato, o eleitor deve aguardar o fim da contagem antes de pressionar a tecla de confirmação. A urna exibe a mensagem de espera e, somente depois do intervalo, libera o registro.

Caso o eleitor tente confirmar antes do prazo, o equipamento não conclui a operação. A orientação é repetir o procedimento com calma e, em caso de dúvida, solicitar apoio ao mesário na seção.

O intervalo de dois segundos é o mesmo em todas as urnas do país e não altera o tempo total de votação. Em Gramado, a recomendação é que os eleitores cheguem com antecedência aos locais de votação para evitar filas nos horários de pico.

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