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Copa Sarandi

Internacional vence Grêmio e leva o tricampeonato da Copa Sarandi Sub-11

O Internacional venceu o Grêmio por 2 a 1 na final e conquistou o tricampeonato da 11ª Copa Sarandi de Futebol Sub-11. A competição reuniu 14 equipes de três estados entre os dias 9 e 12 de outubro.
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Redação Planalto RS 24 Horas

12 de outubro de 2026

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O Internacional é o campeão da 11ª Copa Sarandi de Futebol Sub-11. Na decisão realizada nesta segunda-feira, o Colorado venceu o Grêmio por 2 a 1 e garantiu o tricampeonato do torneio destinado a atletas nascidos em 2015.
A competição foi disputada entre os dias 9 e 12 de outubro, em Sarandi, e reuniu 14 equipes do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. A final colocou frente a frente dois dos principais clubes do futebol gaúcho.

Na disputa pelo terceiro lugar, o Azuriz venceu o Novo Horizonte por 4 a 0 e ficou com a medalha de bronze. O time paranaense também dividiu com o Internacional o prêmio de defesa menos vazada, com apenas dois gols sofridos por cada equipe ao longo do torneio.
Na artilharia, Artur Vidal, do Internacional, e Enzo Rafael, do Azuriz, terminaram empatados com nove gols cada.
Representaram o Rio Grande do Sul as equipes Ipiranga, Juventude, Grêmio, Internacional, Novo Hamburgo, Vila Nova, Juventus, Novo Horizonte, SulBrasil e Cruzeiro. Santa Catarina contou com Criciúma e Chapecoense, enquanto o Paraná foi representado por Azuriz e União Cacoalense.
Durante os quatro dias de disputa, Sarandi recebeu jogos de nível interestadual e proporcionou aos jovens atletas a experiência de uma competição de alcance regional.

A Copa Sarandi consolidou-se como uma das principais competições de base do Sul do país ao ampliar sua abrangência para três estados. O torneio é viabilizado por meio de financiamento do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, com patrocínio de Finger Ambientes Personalizados, Mirasul e Fonte Sarandi.

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Baixa luminosidade e tempo úmido provocam perdas na produção de trigo e canola

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Redação Planalto RS 24 Horas

12 de outubro de 2026

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A semana será marcada por muita umidade e poucos momentos de sol em Passo Fundo e região. As chuvas não terão altos volumes, mas ocorrem de forma frequente, preocupando produtores que esperam uma boa safra de trigo.

O engenheiro agrônomo Claudio Doro explicou que a combinação de umidade elevada, baixa luminosidade e temperaturas amenas favorece o desenvolvimento de doenças nas lavouras, como giberela e septoria. Segundo ele, o cenário exige atenção, principalmente na fase final do ciclo do trigo.

Claudio Doro avaliou que, até o momento, as lavouras apresentam condições de regulares a boas, mas a sequência de dias úmidos começa a gerar incertezas sobre o resultado da safra. As doenças podem comprometer tanto a produtividade quanto a qualidade dos grãos.

Além do trigo, a canola também preocupa os produtores da região. Doro relatou que as lavouras colhidas apresentam resultados abaixo do potencial esperado, com produtividades bastante variadas.

Em Pontão, uma área atingida por granizo produziu cerca de cinco sacas por hectare. Outras lavouras registraram rendimentos de dez a dezesseis sacas, enquanto a melhor produtividade observada pelo agrônomo chegou a 22 sacas por hectare.

Conforme Doro, produtores que estão realizando a colheita também têm encontrado rendimentos que, em geral, não ultrapassam 25 sacas por hectare. Em algumas áreas, será necessário avaliar se compensa realizar a colheita, considerando o custo de operação das máquinas e o volume disponível.

O engenheiro agrônomo lembrou que, cerca de um mês atrás, as lavouras de canola apresentavam excelente potencial produtivo, com expectativa de superar 30 sacas por hectare. No entanto, o excesso de chuva e as condições climáticas desfavoráveis provocaram perdas, e a expectativa de uma safra expressiva para a cultura não deve se confirmar.

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Renato Gaúcho critica excesso de estrangeiros no elenco do Grêmio

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12 de outubro de 2026

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O técnico Renato Gaúcho utilizou a coletiva após o empate em 1 a 1 no Gre-Nal, neste domingo, para questionar o número de jogadores estrangeiros no elenco do Grêmio. O treinador afirmou que a adaptação de atletas de outros países é mais lenta, especialmente na comunicação com os companheiros.

Renato destacou que o clube conta com 11 estrangeiros, sendo que Kannemann possui nacionalidade brasileira e não entra no limite de nove atletas de fora relacionados por partida em competições nacionais. Para o técnico, a presença de muitos gringos estimula a formação de grupos isolados no vestiário.

Entre os estrangeiros do elenco estão Kannemann (argentino), Balbuena (paraguaio), Nardoni (argentino), Noriega (peruano), Villasanti (paraguaio), Krovinovic (croata), Pavon (argentino), Braithwaite (dinamarquês), Amuzu (belga), Jovane Cabral (caboverdiano) e Enamorado (colombiano). Krovinovic e Cabral chegaram no segundo semestre.

Renato citou especificamente o caso de Amuzu, que está no clube desde fevereiro do ano passado e ainda não é fluente em português. “Ele está aqui há quanto tempo? Um ano e meio e não fala o português. Tem de estar sempre do lado dele”, afirmou o treinador.

O técnico também comentou a situação de Krovinovic, destacando que o meia passa por adaptação ao modelo de jogo da equipe. “Estou tirando a mania dele. Quando contrata, tem de pegar a ficha dele. Quantos gols, jogos, problema de lesão, como é com o grupo, a língua”, declarou.

Renato ainda criticou a forma como contratações são conduzidas no futebol brasileiro. “Não é porque a CBF liberou mais estrangeiros que se tem de trazer estrangeiro de qualquer jeito. Não é assim que se trabalha”, completou o treinador, que também dividiu responsabilidades sobre o desempenho da equipe.

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