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Acidente na ERS-324

Eucalipto cai sobre veículo e deixa dois feridos na ERS-324 em Pontão

Queda de árvore durante temporal atingiu carro que trafegava entre Pontão e Ronda Alta. Duas pessoas ficaram feridas e o trânsito foi bloqueado por mais de duas horas.
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Redação Planalto RS 24 Horas

28 de setembro de 2026

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Um grave acidente de trânsito foi registrado na tarde deste domingo, 27 de setembro, na ERS-324, no trecho entre Pontão e Ronda Alta. As fortes chuvas que atingiram a região provocaram a queda de um eucalipto de grande porte sobre um veículo que trafegava pela rodovia.

O condutor foi socorrido inicialmente pela ambulância do município de Pontão. No veículo também estava uma mulher, que ocupava o banco do passageiro e ficou presa às ferragens.

A mobilização para o resgate envolveu diferentes frentes de atendimento no município. Além da equipe da Unidade Básica de Saúde (UBS) e da ambulância municipal, os primeiros socorros contaram com o apoio do maquinário da Prefeitura de Pontão e da Brigada Militar. A remoção da árvore de grande porte exigiu o uso de equipamentos especializados pelo Corpo de Bombeiros, uma vez que a vítima estava presa às ferragens.

Para a retirada da passageira, foi necessária a atuação do Corpo de Bombeiros, que utilizou equipamentos especializados durante o resgate. Após os atendimentos no local, as duas vítimas foram encaminhadas para atendimento médico.

Até o momento, não foram divulgadas informações oficiais sobre o estado de saúde dos envolvidos. Em razão do acidente e dos trabalhos de resgate e remoção da árvore, o trânsito ficou interrompido por mais de duas horas no trecho.

Após a conclusão dos trabalhos das equipes, a circulação de veículos foi normalizada na rodovia.

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Inter tenta liberação de Victor Gabriel e aguarda dados de Pec

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Redação Planalto RS 24 Horas

28 de setembro de 2026

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O Internacional segue sem definição sobre o retorno do zagueiro Victor Gabriel. Suspenso pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) desde julho por fraturar a perna de Gabriel Pec, do Cruzeiro, o defensor está impedido de atuar e não tem prazo para voltar aos gramados.

Nos bastidores, o clube tenta construir uma alternativa para recolocar o jogador à disposição do técnico Eduardo Baptista na reta final da temporada. Qualquer avanço, porém, depende de fatores que seguem sem definição.

No dia 7 de agosto, o Pleno do STJD manteve a pena aplicada pela 6ª Comissão Disciplinar ao zagueiro colorado. Victor Gabriel está suspenso até o retorno de Gabriel Pec aos treinamentos, com prazo máximo de 180 dias.

O Inter buscou informações sobre o estágio da recuperação de Pec e uma possível volta do atacante aos treinamentos. A partir disso, pretendia preparar a movimentação para tentar recolocar Victor Gabriel em campo. Até o momento, o cenário não evoluiu.

A reportagem apurou que Pec está na fase de fisioterapia, sem previsão de retorno aos treinamentos. Enquanto aguarda uma definição, o Inter mantém conversas com o STJD para compreender quais caminhos jurídicos podem ser adotados.

Para Ana Mizutori, mestre em Direito Desportivo e sócia da AK Direito na Comunicação e Esporte, ainda existem instrumentos jurídicos que podem ser utilizados pelo Inter. Como o recurso já foi julgado pelo Pleno, não há mais possibilidade de recorrer da decisão.

O caminho mais concreto, segundo a advogada, é uma transação disciplinar prevista no CBJD, que permite um acordo com a Procuradoria do STJD para alterar a forma de cumprimento da sanção. A medida, porém, não é automática e depende de homologação do tribunal.

O Inter também pode tentar demonstrar que a condição estabelecida na decisão já foi cumprida, caso haja elementos que indiquem que Gabriel Pec está apto a retornar aos treinamentos. O CBJD fala em retorno aos treinamentos, não necessariamente aos jogos.

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Justiça mantém júri de médico por mortes de pacientes em Novo Hamburgo

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Redação Planalto RS 24 Horas

28 de setembro de 2026

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A 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS) manteve a decisão que determina que o médico João Batista de Couto Neto seja submetido ao Tribunal do Júri. O colegiado julgou os recursos na semana passada e confirmou a sentença de fevereiro, que prevê que o profissional responda por seis homicídios qualificados.
Os julgadores acataram parcialmente o apelo da defesa apenas para afastar a qualificadora de motivo cruel. O Ministério Público teve um pedido negado pela corte. Ainda não há data definida para o julgamento, pois a decisão da Câmara ainda é passível de recurso.

Conforme a denúncia oferecida pelo Ministério Público (MPRS), os crimes foram cometidos por omissão dolosa durante cirurgias e no atendimento pós-operatório. Em cinco dos casos, as vítimas tinham mais de 60 anos. A acusação sustenta que o médico assumiu o risco pelas mortes ao se omitir durante os procedimentos e no acompanhamento clínico.
As imputações estão reunidas em duas ações penais, com três homicídios atribuídos a cada processo. As mortes ocorreram entre 2010 e 2022, após cirurgias realizadas em Novo Hamburgo. As vítimas eram quatro homens e duas mulheres, com idades entre 55 e 80 anos, que apresentaram complicações como sepse e falência de múltiplos órgãos.
O MP afirma que o réu deixou de adotar técnicas adequadas de higiene, investigação de condições clínicas, registro de histórico, informações precisas aos pacientes e escolha correta do método cirúrgico. Cerca de 60 testemunhas e informantes foram ouvidos ao longo da instrução do processo.
Em nota, o advogado Brunno de Lia Pires informou que a decisão é recebida com respeito institucional, embora a defesa discorde. O defensor afirmou que os elementos dos autos não permitem atribuir ao médico a intenção de provocar o resultado, nem a aceitação do risco de produzi-lo.
A defesa declarou que a manutenção da pronúncia não representa condenação nem encerra a discussão jurídica sobre a qualificação dos fatos. O advogado afirmou que adotará as medidas recursais cabíveis perante as instâncias competentes, confiante de que prevalecerá a adequada compreensão jurídica do caso.

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