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Enfrentamento à Violência

CTG de Carazinho promove debate sobre combate à violência contra a mulher

O CTG Unidos Pela Tradição Rio-Grandense realiza, em 13 de outubro, um debate aberto à comunidade sobre o enfrentamento da violência contra a mulher. O evento ocorre às 19h, na sede da entidade, com inscrições gratuitas e certificação.
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Redação Planalto RS 24 Horas

24 de setembro de 2026

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O CTG Unidos Pela Tradição Rio-Grandense promove, no dia 13 de outubro, um debate voltado ao enfrentamento da violência contra a mulher. O encontro será realizado às 19h, na sede da entidade, em Carazinho, com participação gratuita e aberta à comunidade.

Com o tema “O Tradicionalismo dos Galpões à Sociedade: Movimento Tradicionalista Gaúcho no Combate à Violência Contra a Mulher”, a iniciativa busca ampliar o diálogo sobre o assunto. A proposta é levar informação, reflexão e conhecimento para dentro do meio tradicionalista e para a sociedade.

A realização do debate ocorre em um momento de mobilização do Movimento Tradicionalista Gaúcho em torno do tema, que é o assunto anual da entidade. Ao trazer a discussão para o ambiente dos galpões, a organização pretende aproximar o público que frequenta os CTGs dos serviços de proteção e das autoridades que atuam diretamente no atendimento às vítimas. A escolha de profissionais de diferentes áreas busca oferecer uma visão ampla sobre prevenção, acolhimento e responsabilização dos agressores.

A programação contará com profissionais de diferentes áreas, que irão compartilhar experiências e informações sobre prevenção, atendimento às vítimas e formas de enfrentamento da violência. Participam do debate a delegada da Polícia Civil Rita Felber de Carli e o tenente-coronel Juliano Moura, comandante do 38º BPM.

Também integram a mesa a defensora pública Daniele da Costa Lima e a psicóloga do CRAM (Centro de Referência de Atendimento à Mulher), Mabel Monte Blanco. A advogada Laura Laís Durli e a médica Maitê Lorenzoni Antonini, proponentes do tema anual do MTG, completam a lista de debatedoras.

O professor Tales Albarello e a psicóloga clínica Daiane Silva Padilha também participam do encontro. A jornalista Alessandra Hoppen será responsável pela mediação do debate.

A organização ressalta que o tradicionalismo pode contribuir para a construção de uma cultura de respeito, cuidado e proteção às mulheres, levando o debate para além dos galpões e envolvendo toda a comunidade. O evento contará com certificação, e as inscrições podem ser realizadas antecipadamente por meio de formulário disponibilizado pela organização.

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Mergulhadores inspecionam barragem com risco de colapso em São Marcos

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Redação Planalto RS 24 Horas

24 de setembro de 2026

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Mergulhadores iniciaram nesta quinta-feira (24) a inspeção interna da Barragem Arroio São Luiz, em São Marcos. A estrutura corre risco iminente de rompimento após chuvas intensas na região.

Na quarta-feira (23), a Defesa Civil emitiu alerta severo de perigo muito alto. Cerca de 170 moradores foram retirados preventivamente de suas residências e levados para hotéis e casas de familiares.

Segundo a Corsan Aegea, peritos e técnicos especializados em segurança de barragens recolhem dados para elaboração de laudo técnico. A inspeção subaquática permitirá verificar pontos internos do vertedouro e do contraforte.

A partir das conclusões técnicas, serão definidas as intervenções e os reparos necessários. O laudo deve ser concluído até sexta-feira (25).

Para tentar evitar o colapso, bombas foram instaladas pela companhia com o objetivo de aumentar a vazão e baixar o nível do reservatório de forma mais rápida. A capacidade do reservatório é de 150 mil litros.

O alerta é destinado aos imóveis próximos à estrutura e às margens do Rio Jaguari. A lei determina que seja elaborado um plano de ação em uma extensão de até 10 quilômetros da saída da barragem.

Uma reunião do gabinete de crise na manhã desta quinta-feira deve atualizar as informações para avaliar se o nível de segurança pode ser reduzido.

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Envelhecimento e falta de médicos no Interior desafiam próximo governo

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Redação Planalto RS 24 Horas

24 de setembro de 2026

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O envelhecimento da população e a desigualdade na distribuição de médicos no Rio Grande do Sul são os principais desafios para os próximos governantes. O estado tem 2,2 milhões de idosos e uma expectativa de vida que subiu de 72,8 para 77 anos nas últimas duas décadas.

Apesar de o estado ter 3,45 médicos por mil habitantes, acima da média nacional de 3,08, os profissionais estão concentrados na Capital. Em Porto Alegre, são 11,81 médicos por mil habitantes, enquanto no Interior a proporção cai para 2,27.

Segundo o vice-presidente do Cremers, Eduardo Neubarth Trindade, não basta formar mais profissionais. É preciso criar condições para que eles permaneçam onde são necessários. A falta de estrutura, como hospitais, laboratórios, equipamentos e equipes completas, pesa na decisão dos médicos.

Mais de 600 mil solicitações aguardam atendimento com especialistas no estado. A regionalização dos serviços, de acordo com as necessidades de cada região, é uma das alternativas apontadas pela Amrigs. A proposta não é levar todos os serviços para todas as cidades, mas criar uma rede regional capaz de atender parte da demanda perto de onde o paciente mora.

Outra frente é fortalecer a atenção básica para acompanhar os pacientes e trabalhar de forma integrada com diferentes profissionais. A professora Deise Lisboa Riquinho, da UFRGS, defende equipes multidisciplinares para ampliar a capacidade de atendimento na porta de entrada do sistema.

Para o professor Luis Henrique Telles da Rosa, da UFCSPA, o convívio social também é importante para a saúde dos idosos. A interação é um fator estratégico para a manutenção da saúde física e mental dessa população. Especialistas também propõem o uso de tecnologias como a telemedicina para reduzir a desigualdade de acesso entre as regiões.

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