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Carazinho

Urna eletrônica passa por 40 auditorias e convoca eleitores de Carazinho

O TSE reforça que as urnas eletrônicas, usadas há 30 anos, passam por cerca de 40 etapas de fiscalização e não registram casos comprovados de fraude desde 1996. Eleitores de Carazinho podem participar do Teste Público de Segurança e acompanhar a abertura do código‑fonte.
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Redação Planalto RS 24 Horas

30 de julho de 2026

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A pouco mais de dois meses das Eleições 2026, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informa que as urnas eletrônicas são submetidas a cerca de 40 etapas de auditoria envolvendo órgãos públicos, partidos, universidades e representantes da sociedade civil. Segundo o secretário de Tecnologia da Informação do TSE, Júlio Valente, o sistema brasileiro está entre os mais auditáveis do mundo e não há registro comprovado de fraude nas urnas desde 1996.

Uma das fases principais é o Teste Público de Segurança (TPS), realizado em anos sem eleição, que permite a qualquer cidadão maior de 18 anos submeter propostas de ataque aos sistemas eleitorais para identificar vulnerabilidades. O TSE destaca que não é preciso ser especialista em tecnologia para participar e que, se falhas forem constatadas, a equipe técnica implementa correções e convida os investigadores a verificar as soluções.

O código‑fonte das aplicações eleitorais é disponibilizado integralmente às entidades fiscalizadoras, que podem examinar todas as linhas de programação. Entre as instituições que acompanham essas análises estão o Congresso Nacional, o Conselho Nacional de Justiça, o Tribunal de Contas da União, a Polícia Federal, partidos políticos e universidades com departamentos de TI.

Para moradores de Carazinho, a participação no TPS e o acompanhamento das etapas de auditoria podem ser realizados por meio do cartório eleitoral local ou pelo site do TSE, onde há orientações sobre inscrição e envio de propostas de testes. Segundo o TSE, o diálogo entre tribunal, especialistas e cidadãos tem como objetivo reforçar a transparência e a confiança no processo eleitoral, garantindo que eventuais correções sejam aplicadas antes do pleito.

Fonte: O Correspondente

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