ÚLTIMAS

Início > Saúde > Menino de 3 anos aguarda alta após viver em hospital desde o nascimento

Menino de 3 anos aguarda alta após viver em hospital desde o nascimento

Rhavi, um menino de 3 anos com Síndrome de Noonan, vive no Hospital de Clínicas em Porto Alegre desde seu nascimento e aguarda a liberação para receber atendimento em casa.
Foto de Redação Planalto RS 24 Horas

Redação Planalto RS 24 Horas

26 de julho de 2026

Compartilhe:

Sua marca em destaque para milhares de leitores!

Anuncie no Planalto RS 24 Horas e conecte sua empresa com quem acompanha as notícias da região

Rhavi, um menino de 3 anos e 6 meses, reside no Hospital de Clínicas em Porto Alegre desde o seu nascimento, devido a uma rara condição genética conhecida como Síndrome de Noonan. Recentemente, uma decisão judicial autorizou que ele receba atendimento em casa, conhecido como home care, o que pode finalmente permitir que o menino deixe o hospital.

Desde o nascimento, Rhavi enfrenta desafios significativos relacionados à sua saúde. Ele depende de nutrição parenteral, recebendo nutrientes diretamente pela veia, e necessita de ventilação mecânica devido a complicações associadas à sua condição. A pediatra Sandra Helena Machado destaca que, apesar de um primeiro ano repleto de complicações, o menino tem apresentado evolução positiva nos últimos meses.

A mãe de Rhavi, Jéssica de Azevedo Bastos, dedica-se integralmente aos cuidados do filho, tendo se afastado do trabalho para acompanhá-lo diariamente. Ela relata que, inicialmente, as perspectivas sobre a sobrevivência do menino eram limitadas, mas sua força e resiliência têm surpreendido a todos. A rotina da família é inteiramente voltada para o hospital, onde Jéssica organiza seu dia em função das terapias e medicações necessárias.

Embora Rhavi continue internado, a equipe médica acredita que ele possui condições de viver fora do hospital, desde que receba a assistência adequada em casa. O modelo de home care inclui acompanhamento multiprofissional e a estrutura necessária para garantir a segurança do paciente, permitindo que Rhavi possa finalmente experimentar a vida fora do ambiente hospitalar.

Fonte: Globo G1 Rio Grande do Sul

Compartilhe:

Se você encontrou algum erro no conteúdo publicado em nosso site, ficaremos felizes com a sua comunicação para que possamos corrigir ou melhorar o nosso conteúdo.