O candidato a deputado federal pelo PSD, Luciano Azevedo, encerrou a rodada de entrevistas do Grupo Uirapuru para as Eleições 2026 nesta segunda-feira, 21 de setembro. Durante o programa, ele respondeu a questionamentos sobre os temas considerados prioritários pelos ouvintes: infraestrutura logística e segurança pública.
Azevedo destacou sua trajetória política em Passo Fundo, onde nasceu e sempre morou. Ele afirmou ser o passo-fundense mais vezes escolhido pelo voto para cargos eletivos, tendo sido vereador, deputado estadual, deputado federal e prefeito.
A iniciativa do Grupo Uirapuru de aproximar os candidatos dos eleitores de Passo Fundo chega ao fim com a entrevista de Luciano Azevedo. A rodada de sabatinas colocou os postulantes frente a frente com as demandas locais, em um ano eleitoral que exige dos candidatos propostas concretas para a região.
Questionado sobre ações para a BR-285, Azevedo afirmou que priorizará tudo que disser respeito a Passo Fundo. Ele lembrou que a obra é uma demanda antiga e não realizada pela falta de representatividade em Brasília. O candidato comparou a situação com o aeroporto da cidade, cuja obra demorou tanto para ser entregue que já saiu insuficiente para a necessidade local.
Azevedo reforçou que Passo Fundo sempre será prioridade em sua atuação política. Ele prometeu trabalhar para trazer recursos e cobrar investimentos que há muitos anos não são feitos. “Não dividir a atenção. Concentrar a atuação, porque Passo Fundo merece a força de uma representação local”, ressaltou.
Na área de segurança pública, o candidato citou sua atuação como titular da Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados. Ele afirmou que, mesmo na condição de suplente, trouxe recursos para a área no período de um ano e nove meses. Para ele, a segurança se faz com investimentos, estrutura, valorização dos profissionais e aperfeiçoamento da legislação.
Azevedo defendeu o endurecimento de penas, especialmente para crimes cometidos contra crianças. Ele apontou três temas centrais como propostas: fortalecimento dos municípios, políticas públicas de proteção à criança e saúde. Sobre a saúde, criticou a realização de consultas e exames em outras cidades quando estão disponíveis em Passo Fundo, reforçando a necessidade de representatividade para garantir recursos.