Os sócios-proprietários da Way Comunicação, Bruno Vignoch e Lindemar Ramos, participaram nesta semana do programa Vivendo e Empreendendo, transmitido pela TV Uirapuru e pelos canais da emissora no YouTube e no Facebook. A atração é apresentada às terças-feiras sob o comando do empresário e vereador Iriel Sachet.
Durante a entrevista, os empresários relataram a trajetória da empresa em Passo Fundo e defenderam que o marketing seja tratado como parte da estratégia de cada negócio, e não apenas como ação restrita às redes sociais.
Lindemar Ramos iniciou a atuação no empreendedorismo em 2016, quando deixou uma oportunidade profissional no Ministério Público para investir na área da comunicação. No início, o trabalho era voltado ao marketing digital e ao gerenciamento de redes sociais, com atuação posterior como Way Estúdio Criativo.
O nome Way, que significa caminho, representa a proposta de auxiliar os clientes a encontrarem as melhores rotas por meio da comunicação. O empresário também recordou os desafios dos primeiros anos, quando conciliava os estudos de Jornalismo com a busca por clientes e a estruturação do negócio.
Com equipamentos limitados e apoio da família, desenvolveu os primeiros trabalhos, principalmente para empresas e profissionais das áreas esportiva e da saúde. Entre os projetos iniciais esteve uma campanha para o Esporte Clube Passo Fundo.
Lindemar ressaltou que mesmo pequenos empreendedores podem utilizar as plataformas digitais para divulgar produtos e serviços, contar a história da empresa e manter contato com o público. Segundo ele, não é necessário começar com grandes investimentos, mas compreender a importância da comunicação e produzir conteúdos de forma planejada.
Bruno Vignoch passou a integrar a empresa em 2021, após atuar como gerente comercial em uma empresa do setor de energia solar. O contato inicial com Lindemar ocorreu por meio de trabalhos de produção de vídeos e design, e a identificação de objetivos em comum levou os dois a fortalecer a parceria.
Bruno recordou que, no início da sociedade, a estrutura era pequena e a empresa contava com cerca de seis ou sete clientes. A saída do emprego formal trouxe desafios e exigiu planejamento, mas o crescimento gradual da carteira permitiu ampliar a estrutura e contratar os primeiros profissionais.