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Tribunal do Júri

Júri em Passo Fundo julga acusados de matar homem com sete tiros enquanto dormia

Cinco réus são julgados nesta terça-feira (15) pelo homicídio de Ânderson Dias Barros, morto a tiros enquanto dormia no bairro Operária, em Passo Fundo. O crime ocorreu em agosto de 2024 e teria sido uma execução planejada ligada ao tráfico de drogas.
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Redação Planalto RS 24 Horas

15 de setembro de 2026

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O Tribunal do Júri de Passo Fundo julga nesta terça-feira (15) os cinco acusados pela morte de Ânderson Dias Barros, assassinado com sete disparos de arma de fogo enquanto dormia dentro de casa, no bairro Operária. O crime ocorreu em 21 de agosto de 2024, por volta das 13h, na Rua Pedro Lessa.

Segundo a denúncia do Ministério Público, o homicídio foi uma execução planejada, motivada por disputas relacionadas ao tráfico de drogas, e teria sido articulada por vários envolvidos. Os jurados devem analisar as provas e os argumentos de acusação e defesa para decidir sobre a responsabilidade dos réus.

O caso chegou ao Tribunal do Júri mais de dois anos após o assassinato. Em outubro de 2024, a Polícia Civil deflagrou a Operação Cortiço, cumprindo mandados nos bairros Operária e Dona Júlia. Na ocasião, dois dos acusados foram presos preventivamente, e a ação também resultou em prisões por tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo de uso restrito.

A acusação aponta que Renato Rodrigues Santana teria entrado na residência e efetuado os disparos contra a vítima, que foi surpreendida enquanto dormia e não teve condições de reagir. Após o crime, ele teria saído correndo do imóvel e encontrado Rudi da Silva Robaldo, que o aguardava nas proximidades para auxiliar na fuga. Os dois teriam deixado o local em um Fiat Palio.

O Ministério Público sustenta que o crime foi cometido por motivo torpe, relacionado ao tráfico de drogas, e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima. A denúncia também aponta que a ação foi planejada por outros envolvidos.

Dionatan Ely Oliveira e Evandro Nascimento de Oliveira são apontados como responsáveis por organizar a execução, fornecer a arma utilizada no homicídio e providenciar sua ocultação após o crime. Eles também teriam contratado Rudi para auxiliar na fuga do atirador.

Thálysson Celestino da Silva é acusado de ter participado da reunião em que a execução teria sido decidida. Conforme a denúncia, ele também teria colaborado para garantir que o menor número possível de pessoas estivesse no conjunto de apartamentos no momento do homicídio, evitando a presença de testemunhas.

O processo cita como réus Renato Rodrigues Santana, Dionatan Ely Oliveira, Evandro Nascimento de Oliveira, Rudi da Silva Robaldo e Thálysson Celestino da Silva, além de mencionar a participação de adolescentes na investigação.

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PM usa IA para localizar família de criança haitiana perdida em Farroupilha

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Redação Planalto RS 24 Horas

21 de outubro de 2026

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A Brigada Militar localizou, na tarde de sábado (17), a família de um menino haitiano de 9 anos que caminhava sozinho pelas ruas de Farroupilha. A criança não se feriu e foi levada de volta para casa.

Os policiais foram acionados por um morador por meio do telefone 190. Como o menino só fala francês, a equipe utilizou a ferramenta de inteligência artificial ChatGPT para traduzir perguntas por áudio e estabelecer comunicação com a criança.

O soldado Rafael Tondollo e o sargento Jeferson Maurício Espinoza Carrets atenderam a ocorrência. Segundo Tondollo, a criança estava assustada, o que dificultou o início do diálogo. “Precisamos de algum tempo para que ele tivesse confiança em nós e se sentisse seguro para falar”, relatou.

Com o auxílio da ferramenta de IA, os policiais perguntaram em qual escola o menino estudava. Ele informou o local, e a equipe se dirigiu até a instituição com a expectativa de que a residência da família ficasse nas proximidades.

No trajeto, a criança se orientou e passou a indicar o caminho. “Quando chegamos na rua da casa dele, ele abriu a porta da viatura faltando quase uma quadra. Ficou muito feliz ao voltar para casa”, afirmou o soldado.

Os pais não estavam na residência no momento. Um vizinho entrou em contato com o pai, e eles retornaram logo em seguida. De acordo com a Brigada Militar, a família ficou aliviada com o reencontro.

O pai informou aos policiais que estava com a esposa no centro da cidade, fazendo compras em uma fruteira, quando o filho disse que iria ao banheiro. Ao perceberem a ausência do menino, iniciaram as buscas e, sem êxito, seguiram a pé para casa.

Conforme a BM, o ponto onde a criança foi localizada fica a aproximadamente 1,5 km do comércio onde estava com os pais. O menino permaneceu sozinho por cerca de uma hora.

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Urna eletrônica tem intervalo de dois segundos antes de liberar voto em Gramado

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Redação Planalto RS 24 Horas

21 de outubro de 2026

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Eleitores que votarem em Gramado nas próximas eleições precisarão observar um intervalo de dois segundos antes que a urna eletrônica libere o registro do voto. O procedimento é padrão em todos os equipamentos do município e ocorre após a confirmação do último dígito digitado pelo eleitor.

A pausa é uma medida de segurança do sistema eletrônico de votação e não representa falha ou lentidão do aparelho. O tempo vale para todas as seções eleitorais da cidade, independentemente do cargo em disputa.

Após digitar os números do candidato, o eleitor deve aguardar o fim da contagem antes de pressionar a tecla de confirmação. A urna exibe a mensagem de espera e, somente depois do intervalo, libera o registro.

Caso o eleitor tente confirmar antes do prazo, o equipamento não conclui a operação. A orientação é repetir o procedimento com calma e, em caso de dúvida, solicitar apoio ao mesário na seção.

O intervalo de dois segundos é o mesmo em todas as urnas do país e não altera o tempo total de votação. Em Gramado, a recomendação é que os eleitores cheguem com antecedência aos locais de votação para evitar filas nos horários de pico.

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