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Julgamento no Fórum

Júri de acusados pela morte de prefeito de Lajeado Bugre ocorre em Passo Fundo

O julgamento de Rafael e Victor Santos Lyrio, acusados de participação na morte do prefeito Roberto Maciel Santos, acontece nesta quinta-feira (08) no Fórum de Passo Fundo. A defesa contesta a participação dos dois jovens no crime.
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Redação Planalto RS 24 Horas

7 de outubro de 2026

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O Fórum de Passo Fundo sedia, nesta quinta-feira (08), o júri do caso do assassinato do prefeito de Lajeado Bugre, Roberto Maciel Santos. O crime ocorreu em 24 de novembro de 2022, dentro da sede da Prefeitura Municipal.

O processo envolve Rafael dos Santos Lyrio e Victor Santos Lyrio, acusados de participação no homicídio. A acusação sustenta que o grupo planejou a execução do prefeito, além de uma tentativa de homicídio contra o então vice-prefeito Ronaldo Machado da Silva e contra Marcelo de Campos Wolff.

O julgamento foi transferido de Lajeado Bugre para Passo Fundo e tem previsão de duração de um a dois dias. A Rádio Uirapuru acompanhará o júri diretamente do Fórum de Passo Fundo.

Segundo o processo, Roberto foi atingido por disparos de arma de fogo e morreu. Marcelo também foi atingido e sobreviveu, enquanto Ronaldo conseguiu escapar dos tiros.

A acusação afirma que os crimes teriam sido praticados por integrantes de uma organização criminosa, após supostas cobranças de valores que não teriam sido repassados pelas vítimas. O Ministério Público também acusa alguns dos envolvidos de extorsão contra familiares do prefeito morto.

Após o homicídio, a esposa e a filha de Roberto teriam recebido ameaças e cobranças de R$ 50 mil para que fossem deixadas em paz. Em relação especificamente a Rafael e Victor, a acusação aponta que os dois teriam atuado como articuladores da ação criminosa, prestando auxílio aos demais envolvidos, mantendo contatos telefônicos e orientando o executor durante a fuga.

O processo ainda aponta que ambos teriam contribuído para o planejamento e a organização do crime. A defesa, no entanto, contesta a participação dos dois jovens no homicídio.

Em entrevista ao repórter Bruno Reinehr, da Rádio Uirapuru, na noite desta quarta-feira, o advogado criminalista Jader Marques afirmou que os clientes são acusados como partícipes, mas não teriam sido os responsáveis pelos disparos. Segundo Jader, o homem apontado como executor dos disparos teria confessado o crime e, conforme a defesa, excluído a participação dos dois jovens.

O advogado também afirmou que assumiu o caso após conversar com familiares dos acusados e que realizou um trabalho intenso na produção de provas ao longo do processo. Jader Marques estará no plenário nesta quinta-feira para defender Rafael e Victor.

O advogado afirmou à Uirapuru que chega ao julgamento convicto da tese defensiva e que pretende trabalhar para demonstrar aos jurados que os dois jovens não devem ser responsabilizados pelo homicídio.

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Elefante-marinho jovem descansa na Praia do Cassino e atrai curiosos

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Redação Planalto RS 24 Horas

7 de outubro de 2026

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Um elefante-marinho macho e jovem tem chamado a atenção de banhistas e moradores na Praia do Cassino, em Rio Grande. O animal foi avistado nos últimos dias descansando na faixa de areia, nas proximidades da antiga passarela de acesso à praia.

Segundo o Centro de Recuperação aos Animais Marinhos (Cram), a aparição não é comum na região. O órgão explica que o animal está entrando e saindo da água apenas para descansar durante seu deslocamento.

O Cram orienta que a população observe o animal à distância e evite qualquer tipo de aproximação ou contato. Outra recomendação é não oferecer comida e não tirar fotos com flash.

O órgão reforça que, apesar da aparência calma, o elefante-marinho é um animal silvestre. O descanso faz parte do comportamento natural da espécie durante seus deslocamentos.

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Caso Gabriela Cardoso: Polícia Civil aguarda perícias e busca corpo em Tramandaí

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7 de outubro de 2026

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A Polícia Civil aguarda resultados de perícias e mantém as buscas pelo corpo da motorista de aplicativo e influenciadora Gabriela Evaldt Cardoso, de 23 anos, desaparecida em 6 de setembro em Tramandaí. A investigação trabalha com a hipótese de que a jovem foi executada com disparos de arma de fogo no mesmo dia em que foi vista pela última vez.

De acordo com o delegado responsável pelo caso, Alexandre Souza, três frentes permanecem em andamento: a perícia, as buscas e a procura por provas. A motivação do crime já é conhecida pelos investigadores, mas permanece sob sigilo para preservar a apuração.

Entre as análises solicitadas ao Instituto-Geral de Perícias estão exames de DNA, papiloscopia e vestígios recolhidos durante a investigação. Projéteis de munição encontrados em uma área de buscas passarão por análise para confirmar se foram usados no crime. Uma unha localizada dentro do carro da motorista também será periciada.

O corpo da jovem ainda não foi localizado. Embora trabalhe com a hipótese de homicídio, a polícia mantém as buscas para encontrar Gabriela. “A gente tem certeza absoluta que ela foi executada por disparos de arma de fogo”, afirmou o delegado Alexandre Souza.

Os investigadores solicitaram acesso aos dados do celular da motorista, que foi localizado, e às redes sociais da jovem. Imagens de câmeras de monitoramento foram analisadas para identificar o último momento em que o automóvel circulou. O carro foi encontrado após uma denúncia anônima.

O último contato de Gabriela ocorreu às 23h de 6 de setembro, com uma amiga. Cerca de uma hora antes, ela havia informado à família que estava bem e que iria à casa da mãe, Rosane Evaldt, em Torres, para devolver o carro. A jovem não chegou ao local.

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