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Júri em Carazinho

Júri condena homem a 11 anos e 10 meses de prisão por matar vizinho e tentar assassinar pai da vítima em Carazinho

Homem é condenado a 11 anos e 10 meses de prisão em regime fechado por matar vizinho a tiros e tentar assassinar o pai da vítima, em Carazinho. Crime ocorreu em março de 2023, no Centro da cidade.
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Redação Planalto RS 24 Horas

12 de agosto de 2026

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O Tribunal do Júri de Carazinho condenou, nesta terça-feira (12), um homem a 11 anos e 10 meses de prisão em regime fechado pela morte de Marvion Fernandes Barros, de 25 anos, e pela tentativa de homicídio contra o pai da vítima. O crime ocorreu no dia 18 de março de 2023, na Rua Candinha, no Centro da cidade.

O réu, que é servidor municipal e atuava como zelador de escolas, foi julgado pelos crimes de homicídio consumado, homicídio tentado, posse ilegal de arma de fogo e corrupção de menor. Segundo a denúncia, ele agiu em unidade de esforços com o filho, que era menor de idade na época do crime.

O caso teve como motivação desavenças banais entre vizinhos, incluindo reclamações por som alto vindo da residência do acusado. A tensão entre as famílias se arrastava há algum tempo e culminou no ataque a tiros que vitimou Marvion e deixou o pai dele gravemente ferido, com lesões que geraram perigo de vida e o afastaram de suas ocupações habituais por mais de 30 dias.

As penas foram somadas da seguinte forma: 6 anos e 8 meses pelo homicídio consumado (Artigo 121 do Código Penal); 4 anos pela tentativa de homicídio (Artigo 121 combinado com Artigo 14); 1 ano e 2 meses por posse ilegal de arma de fogo (Lei nº 10.826/03); e 1 ano e 2 meses por corrupção de menor (Estatuto da Criança e do Adolescente), devido à participação do filho do réu no crime.

Além da prisão, o condenado deverá pagar indenização de R$ 10 mil ao filho de Marvion e R$ 5 mil ao pai da vítima. A mãe de Marvion, Vanderleia Barros, falou após a sentença e agradeceu a Deus, ao promotor e ao advogado da família. “Após o término do júri, nosso sentimento é de ter honrado o nome do nosso filho, porque ele não merecia isso e nem a nossa família. Agora nosso coração pode ter um pouco de calma, após três anos de espera, a justiça foi feita”, destacou.

O advogado da família, Felipe Farias, classificou o caso como um dos atos de maior selvageria que já viu em Carazinho. “Recebemos a decisão com serenidade junto com a família, após mais de três anos o desfecho desse crime, que ainda poderia ter sido pior”, afirmou. Farias também informou que foi feita acusação para a perda do cargo público do réu, mas o pedido foi negado pelo juiz, que entendeu que os crimes não estavam vinculados à função exercida.

A vítima fatal deixou uma companheira e dois filhos pequenos, que tinham 3 e 6 anos na época do crime. O réu respondeu ao processo em liberdade até a conclusão do julgamento.

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PM usa IA para localizar família de criança haitiana perdida em Farroupilha

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Redação Planalto RS 24 Horas

21 de outubro de 2026

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A Brigada Militar localizou, na tarde de sábado (17), a família de um menino haitiano de 9 anos que caminhava sozinho pelas ruas de Farroupilha. A criança não se feriu e foi levada de volta para casa.

Os policiais foram acionados por um morador por meio do telefone 190. Como o menino só fala francês, a equipe utilizou a ferramenta de inteligência artificial ChatGPT para traduzir perguntas por áudio e estabelecer comunicação com a criança.

O soldado Rafael Tondollo e o sargento Jeferson Maurício Espinoza Carrets atenderam a ocorrência. Segundo Tondollo, a criança estava assustada, o que dificultou o início do diálogo. “Precisamos de algum tempo para que ele tivesse confiança em nós e se sentisse seguro para falar”, relatou.

Com o auxílio da ferramenta de IA, os policiais perguntaram em qual escola o menino estudava. Ele informou o local, e a equipe se dirigiu até a instituição com a expectativa de que a residência da família ficasse nas proximidades.

No trajeto, a criança se orientou e passou a indicar o caminho. “Quando chegamos na rua da casa dele, ele abriu a porta da viatura faltando quase uma quadra. Ficou muito feliz ao voltar para casa”, afirmou o soldado.

Os pais não estavam na residência no momento. Um vizinho entrou em contato com o pai, e eles retornaram logo em seguida. De acordo com a Brigada Militar, a família ficou aliviada com o reencontro.

O pai informou aos policiais que estava com a esposa no centro da cidade, fazendo compras em uma fruteira, quando o filho disse que iria ao banheiro. Ao perceberem a ausência do menino, iniciaram as buscas e, sem êxito, seguiram a pé para casa.

Conforme a BM, o ponto onde a criança foi localizada fica a aproximadamente 1,5 km do comércio onde estava com os pais. O menino permaneceu sozinho por cerca de uma hora.

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Urna eletrônica tem intervalo de dois segundos antes de liberar voto em Gramado

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Redação Planalto RS 24 Horas

21 de outubro de 2026

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Eleitores que votarem em Gramado nas próximas eleições precisarão observar um intervalo de dois segundos antes que a urna eletrônica libere o registro do voto. O procedimento é padrão em todos os equipamentos do município e ocorre após a confirmação do último dígito digitado pelo eleitor.

A pausa é uma medida de segurança do sistema eletrônico de votação e não representa falha ou lentidão do aparelho. O tempo vale para todas as seções eleitorais da cidade, independentemente do cargo em disputa.

Após digitar os números do candidato, o eleitor deve aguardar o fim da contagem antes de pressionar a tecla de confirmação. A urna exibe a mensagem de espera e, somente depois do intervalo, libera o registro.

Caso o eleitor tente confirmar antes do prazo, o equipamento não conclui a operação. A orientação é repetir o procedimento com calma e, em caso de dúvida, solicitar apoio ao mesário na seção.

O intervalo de dois segundos é o mesmo em todas as urnas do país e não altera o tempo total de votação. Em Gramado, a recomendação é que os eleitores cheguem com antecedência aos locais de votação para evitar filas nos horários de pico.

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