O Grêmio contratou seis jogadores na janela do segundo semestre de 2026, com negociações de baixo ou nenhum custo de transferência. Diferente do início do ano, quando investiu cerca de R$ 100 milhões, a direção reduziu os gastos nesta janela.
Até o momento, apenas dois reforços estão afirmados no time titular: o zagueiro Wallace, que veio do CRB, e o lateral-direito Diego Caito, contratado junto ao Goiás. Os outros quatro ainda buscam espaço na equipe.
Wallace foi o primeiro reforço anunciado na janela. O zagueiro de 21 anos chegou do CRB como reposição à saída de Viery, vendido à Fiorentina. Estreou oficialmente diante do Mirassol, pela Copa do Brasil, e se firmou na titularidade. Soma 12 jogos e um gol, com contrato de cinco temporadas.
Matheus Nascimento foi o segundo reforço. O centroavante de 22 anos pertencia ao Botafogo e estava emprestado ao LA Galaxy. Chegou para ser opção a Carlos Vinícius e Braithwaite, mas fez apenas quatro jogos, todos entrando no segundo tempo, sem gols ou assistências em partidas oficiais. Assinou por quatro anos.
Jovane Cabral chegou com o status de ter disputado a Copa do Mundo pela seleção de Cabo Verde. Contratado para disputar posição com Amuzu na ponta esquerda, estreou contra o Fluminense com assistência para o gol de Diego Caito. Tem nove jogos e um gol, mas voltou ao banco na reestreia de Renato, diante do Palmeiras. Seu contrato vai até o fim de 2027.
Diego Caito foi contratado junto ao Goiás para reforçar a lateral-direita, setor que teve o atacante Pavon improvisado no primeiro semestre. Estreou antes mesmo da apresentação oficial e marcou o gol de empate contra o Fluminense, na Arena. Soma onze jogos e um gol. O empréstimo vai até o fim da temporada, com previsão de aquisição em definitivo.
Krovinovic chegou para atuar como meia de criação, posição buscada pelo Grêmio desde o início do ano. O croata foi indicado pelo então técnico Luís Castro, que o conhecia do futebol português. Estreou na derrota para o Atlético-MG e herdou a camisa 10 com a saída de Willian. Chegou a ter sequência como titular ainda sob o comando anterior.