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Hospital: um espaço de dignidade na hora da despedida

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Redação Planalto RS 24 Horas

20 de julho de 2026

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A discussão sobre o papel dos hospitais na vida e na morte dos pacientes tem ganhado destaque nas últimas décadas. Com o avanço dos cuidados paliativos, muitos se perguntam se o ambiente hospitalar é realmente o melhor lugar para se enfrentar a morte. Especialistas apontam que a experiência de morrer em um hospital pode ser repleta de dignidade, conforto e suporte emocional, desde que os cuidados sejam adequados.

Os hospitais modernos têm se esforçado para oferecer um atendimento que prioriza não apenas a cura, mas também o bem-estar dos pacientes em fase terminal. Equipes multidisciplinares, compostas por médicos, enfermeiros, psicólogos e assistentes sociais, trabalham em conjunto para garantir que os últimos momentos de vida sejam vividos com qualidade. A humanização do atendimento é um dos pilares dessa abordagem, que busca respeitar os desejos e necessidades dos pacientes e de suas famílias.

No entanto, a realidade pode ser diferente em muitos casos. A falta de recursos, a superlotação e a pressão por resultados podem comprometer a qualidade do atendimento. Em algumas situações, o ambiente hospitalar pode se tornar um espaço de sofrimento, onde a dor e a angústia se sobrepõem ao conforto e à paz. Por isso, a discussão sobre a adequação do hospital como local para a morte é complexa e multifacetada.

A escolha do local para a despedida é uma decisão profundamente pessoal e deve ser respeitada. Algumas pessoas preferem a familiaridade de suas casas, onde podem estar cercadas por entes queridos em um ambiente mais acolhedor. Outras, no entanto, podem encontrar segurança e tranquilidade no hospital, onde têm acesso a cuidados médicos especializados.

A reflexão sobre a morte e o papel dos hospitais nesse processo é essencial para a construção de um sistema de saúde mais humano e sensível às necessidades dos pacientes. É fundamental que a sociedade continue a debater e a buscar soluções que garantam uma morte digna, independentemente do local em que ela ocorra.

Fonte: Correio do Povo

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Furtos e estelionatos crescem em Passo Fundo e região em oito meses

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16 de setembro de 2026

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A região de Passo Fundo registrou 719 furtos e 554 estelionatos nos primeiros oito meses deste ano. Os dados foram atualizados nesta quinta-feira e abrangem ocorrências computadas até as 19h45.

Os números somam 1.273 registros de crimes contra o patrimônio no período. O levantamento considera ocorrências atendidas pelas forças de segurança na área de cobertura regional.

Os furtos, que somam 719 casos, concentram-se em áreas comerciais e residenciais. A modalidade inclui subtração de bens sem emprego de violência ou grave ameaça, o que a diferencia do roubo.

Já os 554 estelionatos envolvem obtenção de vantagem indevida mediante fraude. Entre os casos mais comuns estão falsas vendas, clonagem de cartões e solicitações de empréstimos em nome de terceiros.

A soma dos dois indicadores representa média superior a cinco ocorrências por dia no período analisado. Os registros servem de base para o direcionamento de patrulhamento e de campanhas de prevenção na região.

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Vereadores mirins realizam Sessão Ordinária no 46º Acampamento Farrapo

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16 de setembro de 2026

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Vereadores mirins realizaram, nesta quinta-feira, uma Sessão Ordinária no 46º Acampamento Farrapo. O encontro ocorreu às 18h20 e reuniu estudantes que integram o programa Vereador Mirim.

Durante a atividade, os participantes ocuparam o plenário e simularam o funcionamento de uma sessão legislativa. A iniciativa ocorre dentro da programação oficial do acampamento, realizado na capital.

Na sessão, os vereadores mirins debateram pautas e vivenciaram etapas regimentais do processo legislativo. A dinâmica incluiu discussão e votação simuladas de proposições.

O 46º Acampamento Farrapo segue com programação cultural e institucional ao longo dos próximos dias. A organização do evento não divulgou o número de participantes da sessão mirim.

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