ÚLTIMAS

Início > Saúde > Hospital de Clínicas de Carazinho opera acima da capacidade máxima

Saúde Pública

Hospital de Clínicas de Carazinho opera acima da capacidade máxima

O HCC emitiu comunicado alertando sobre a superlotação da Emergência, com pacientes aguardando leitos. A direção orienta que casos leves busquem a UPA ou as Unidades Básicas de Saúde.
Foto de Redação Planalto RS 24 Horas

Redação Planalto RS 24 Horas

29 de setembro de 2026

Compartilhe:

Sua marca em destaque para milhares de leitores!

Anuncie no Planalto RS 24 Horas e conecte sua empresa com quem acompanha as notícias da região

O Hospital de Clínicas de Carazinho (HCC) informou, por meio de comunicado oficial, que está operando acima de sua capacidade máxima de atendimento. A situação gerou reflexos diretos na Emergência da instituição, onde pacientes aguardam a liberação de vagas para internação.

Diante do cenário, a direção do HCC reforçou que as equipes médicas e de enfermagem seguem rigorosamente o Protocolo de Classificação de Risco. Isso significa que os atendimentos priorizam a gravidade do quadro clínico de cada paciente, e não a ordem de chegada.

A superlotação do HCC ocorre em um período de alta demanda na rede de saúde regional. A utilização consciente dos serviços municipais é apontada pelas autoridades de saúde como medida fundamental para desafogar o hospital e garantir agilidade no atendimento a casos graves.

Conforme o comunicado, casos de urgência e emergência graves com risco de morte terão prioridade absoluta no atendimento. A medida busca evitar o colapso total do sistema de pronto atendimento.

Para isso, o HCC solicita a colaboração e a conscientização dos moradores. A Emergência do hospital deve ser procurada apenas em situações graves, como acidentes, traumas ou urgências agudas.

Já a UPA e as Unidades Básicas de Saúde (UBSs/ESFs) são as portas de entrada indicadas para atendimentos de menor gravidade. Isso inclui consultas de rotina, sintomas leves ou condições clínicas estáveis.

A direção do hospital reforçou que a classificação de risco é uma ferramenta técnica que organiza o fluxo de atendimento. O objetivo é garantir que os pacientes mais graves recebam cuidado imediato.

A colaboração da comunidade é considerada essencial para que o HCC consiga manter a assistência à população. A orientação é que os moradores busquem o serviço adequado para cada tipo de necessidade.

Compartilhe:

TÓPICOS

Se você encontrou algum erro no conteúdo publicado em nosso site, ficaremos felizes com a sua comunicação para que possamos corrigir ou melhorar o nosso conteúdo.

Fique por dentro do que acontece na região

Chuvas de 130mm causam baixo impacto em estradas do interior de Passo Fundo

Foto de Redação Planalto RS 24 Horas

Redação Planalto RS 24 Horas

29 de setembro de 2026

Compartilhe:

As fortes chuvas que atingiram Passo Fundo nesta terça-feira (29), superando 130 milímetros em 24 horas, provocaram impactos menores no deslocamento de moradores do interior em comparação a períodos anteriores. A avaliação é da Secretaria de Agricultura e Desenvolvimento Rural, que atribui o resultado às obras de melhoria executadas nas estradas ao longo deste ano.

Segundo o secretário Evandro Meireles, as intervenções realizadas em 2026 melhoraram as condições das vias e ampliaram a capacidade de escoamento da água. Apesar do volume expressivo, as ocorrências registradas foram consideradas pequenas.

Durante a manhã desta terça-feira, as equipes da prefeitura registraram ocorrências pontuais, principalmente quedas de árvores sobre as vias. Os trechos atingidos foram liberados para garantir a circulação dos moradores.

Também foram identificados casos de entupimento de bueiros, causados pelo grande volume de detritos carregados pela água. Os serviços de desobstrução foram acionados para normalizar o fluxo nas estradas rurais.

Na avaliação do secretário Evandro Meireles, o balanço é positivo diante do volume de chuva registrado. Ele destacou que as obras de patrolamento, empedramento, alargamento, canalização e drenagem contribuíram diretamente para reduzir os danos nas vias do interior.

Compartilhe:

TÓPICOS

Estudo aponta aves brasileiras entre as mais barulhentas do mundo

Foto de Redação Planalto RS 24 Horas

Redação Planalto RS 24 Horas

29 de setembro de 2026

Compartilhe:

Duas aves encontradas no Brasil estão entre as espécies que produzem os sons mais intensos já registrados pela ciência. A araponga-de-garganta-nua e a seriema tiveram cantos medidos com picos acima de 120 decibéis, segundo estudo publicado na revista científica Evolution.

A pesquisa foi conduzida por pesquisadores da Universidade de Massachusetts Amherst, nos Estados Unidos, e contou com a participação do brasileiro João Menezes, estudante de pós-graduação da instituição. Ao todo, foram analisadas 123 espécies de aves.

As medições foram realizadas em áreas próximas a Amherst e também em diferentes regiões brasileiras. A pesquisa identificou uma diferença de aproximadamente 58 decibéis entre os sons registrados.

Na extremidade mais baixa da escala apareceu o beija-flor, cujo canto atingiu cerca de 64 decibéis — intensidade semelhante à de uma conversa humana. No outro extremo ficaram a araponga-de-garganta-nua e a seriema, com picos acima de 120 decibéis.

Segundo João Menezes, os resultados indicam que algumas aves brasileiras podem estar próximas do limite de intensidade sonora já observado entre as aves.

O estudo buscou entender quais características físicas estão relacionadas à capacidade de uma ave produzir sons mais intensos. Os pesquisadores identificaram principalmente dois fatores: o tamanho corporal e a largura da abertura do bico.

De maneira geral, aves maiores e que possuem uma abertura de bico mais ampla tendem a produzir sons mais fortes. A seriema, por exemplo, era a maior espécie presente na amostra analisada. Já as arapongas apresentam uma abertura de bico considerada especialmente larga em relação ao próprio tamanho.

Outro possível fator está relacionado à musculatura. Aves capazes de produzir sons muito intensos apresentam estruturas musculares mais desenvolvidas, o que pode favorecer uma maior compressão do ar durante a vocalização.

Os cientistas também fazem uma analogia com instrumentos musicais. Em alguns deles, estruturas mais largas, como as campânulas dos metais, ajudam a projetar e amplificar o som. Um mecanismo semelhante pode ocorrer com o formato do bico das aves.

Mesmo com a identificação dessas características físicas, a pesquisa não conseguiu explicar completamente por que algumas espécies desenvolveram vocalizações tão intensas. Os dados sugerem que tamanho corporal e abertura do bico são importantes, mas não respondem sozinhos à questão.

Isso chama atenção porque algumas aves relativamente pequenas conseguem produzir sons com intensidade comparável ou até superior à de animais muito maiores. Para os pesquisadores, pode existir algum mecanismo adicional relacionado à forma como essas espécies produzem ou projetam o som.

Compartilhe:

TÓPICOS

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

NOTÍCIAS NO WHATSAPP

NOTÍCIAS

Polícia

Trânsito

Economia

Política

Esportes

Eleições 2026

Clima

Agro

Tecnologia

Saúde

Educação

Oportunidades

Geral

CIDADES

Água Santa

Almirante Tamandaré do Sul

Barra Funda

Barros Cassal

Cacique Doble

Camargo

Carazinho

Casca

Caseiros

Chapada

Círiaco

Constantina

Coqueiros do Sul

Coxilha

David Canabarro

Engenho Velho

Ernestina

Espumoso

Fontoura Xavier

Gentil

Gramado dos Loureiros

Ibiaçá

Ibiraiaras

Lagoa Vermelha

Marau

Mato Castelhano

Montauri

Mormaço

Muliterno

Não-Me-Toque

Nonoai

Nova Alvorada

Novo Barreiro

Novo Xingu

Passo Fundo

Pontão

Rio dos Índios

Ronda Alta

Rondinha

Sananduva

Santo Antônio da Palma

Santo Antônio do Planalto

Santo Expedito do Sul

São Domingos do Sul

São João da Urtiga

São José do Herval

São José do Ouro

Sarandi

Sertão

Soledade

Tapejara

Tio Hugo

Três Palmeiras

Trindade do Sul

Tupanci do Sul

Vanini

Vila Lângaro

Vila Maria

Sobre

Política de Privacidade

Termos de Uso

Contato

ANUNCIE CONOSCO