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Grupo Foto Sul lança linha de fotolivros em evento com 120 participantes

O Grupo Foto Sul apresentou em Passo Fundo as novidades Fotolivro Couchê Plus e Pop Box durante o encontro "Da Edição à Diagramação", que reuniu profissionais de várias regiões do Brasil.
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Redação Planalto RS 24 Horas

1 de outubro de 2026

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O Grupo Foto Sul lançou, nesta quarta-feira, 30 de setembro, em Passo Fundo, uma nova linha de produtos fotográficos voltada ao melhor custo-benefício e à ampliação de públicos. A apresentação ocorreu durante o encontro “Da Edição à Diagramação”, realizado no Centro para Desenvolvimento de Pessoas, Produtos e Negócios do grupo, no UPF Parque.

O evento reuniu 120 participantes de diferentes regiões do Brasil e contou com palestras dos profissionais Bruno Saldanha, de Minas Gerais, e Celso Modeneze, de São Paulo. A programação abordou desde a edição das imagens até a criação e a comercialização de álbuns.

A atividade marcou a parceria do Grupo Foto Sul com a EVOTO, software de inteligência artificial desenvolvido em Singapura. A ferramenta realiza retoques de pele, ajustes de cores e detalhes, alteração e limpeza de fundo para fotografia de estúdio, além de permitir a edição simultânea de várias imagens, o que agiliza o fluxo de trabalho dos profissionais do setor.

A novidade amplia a linha Fotolivro Couchê do Grupo Foto Sul com dois produtos: o Fotolivro Couchê Plus e a Pop Box. O diferencial do Fotolivro Couchê Plus é a inclusão de um cartão entre as lâminas, tornando as folhas mais rígidas. Já a Pop Box é uma opção de caixa mais simples e com melhor custo-benefício.

Segundo o diretor de Relacionamento e Produto do Grupo Foto Sul, Rodrigo Scortegagna, o objetivo é alcançar clientes que hoje mantêm as fotografias apenas em mídias digitais. Ele afirma que a ampliação da linha oferece opções com melhor custo-benefício para que os fotógrafos parceiros da marca possam atender demandas como a impressão de fotos do dia a dia e a criação de fotolivros com registros de família.

Durante o encontro, Bruno Saldanha apresentou recursos de inteligência artificial aplicados ao fluxo de edição com o software EVOTO. Celso Modeneze abordou a criação e o design de álbuns, mostrando na prática como vender e diagramar os produtos.

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El Niño aquece o Pacífico e provoca crise na pesca artesanal da América Latina

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Redação Planalto RS 24 Horas

1 de outubro de 2026

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O aumento da temperatura das águas do Pacífico oriental, provocado pelo fenômeno El Niño, tem gerado uma crise generalizada na pesca artesanal da América Latina. Pescadores do Equador, Peru, Panamá e Guatemala relatam redes cada vez mais vazias e prejuízos financeiros crescentes.
A elevação térmica, que chega a 6°C a 40 metros de profundidade, força espécies como anchovetas, atuns e pargos a migrar para águas mais frias e profundas. O resultado é a paralisação parcial de portos e a redução da produtividade marinha em toda a região.

O pescador Juan Ollague, de 56 anos, relata que passou a noite inteira no mar e capturou apenas seis cavalas-fragata, um tipo de atum de pequeno porte. Seu colega Darwin Zambrano, de 53 anos, desenrola redes onde não voltaram a cair espécimes grandes da família do atum, como albacoras e bonitos.
Segundo o observatório europeu Copernicus, a temperatura média dos oceanos, excluídas as regiões polares, atingiu 21,07ºC em agosto, igualando o recorde de março de 2024. O oceanógrafo Jonathan Cedeño explica que a temperatura média nas águas equatorianas subiu cerca de 3ºC na superfície, reduzindo a produtividade marinha e a captura de diversas espécies.
No Panamá, o pescador Rigoberto González afirma que precisa se afastar cada vez mais da costa para encontrar sustento. Ele relata que sai com 100 dólares em gasolina e retorna com apenas 150 dólares pela venda do pescado, valor que ainda precisa ser dividido entre quatro trabalhadores.
No cais da Cidade do Panamá, parte dos pescadores opta por não sair ao mar. O líder sindical Jesús Morales afirma que a categoria não pode continuar acumulando perdas diante do cenário de escassez e custos elevados.

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Golpe de viagem a Aparecida pode ter mais de 80 vítimas em Canoas

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Redação Planalto RS 24 Horas

1 de outubro de 2026

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O número de vítimas do golpe da agência JPF Turismo Religioso, que vendeu pacotes para uma excursão ao Santuário de Nossa Senhora Aparecida, em São Paulo, pode passar de 80. A empresa e seu responsável, Márcio Flores, foram indiciados por estelionato pela Polícia Civil de Canoas.

O inquérito com 34 vítimas da cidade foi remetido ao Poder Judiciário em 18 de setembro. Em Novo Hamburgo, a polícia já identificou 44 vítimas, com prejuízo estimado em aproximadamente R$ 74 mil. Há também registros de casos sendo apurados em Bagé.

Em nota, a JPF Turismo Religioso informou que passa por dificuldades e que está organizando o reembolso das vítimas o mais breve possível. A empresa declarou atuar há 13 anos no mercado e afirmou que o problema ocorreu apenas nas duas últimas romarias com destino a Aparecida.

Conforme o delegado Tarcísio Lobato Kaltbach, titular da 1ª Delegacia de Polícia de Novo Hamburgo, a investigação segue em andamento. Até o momento, foram identificadas vítimas residentes em Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha, Ivoti, Dois Irmãos, Araricá, São Leopoldo, Sapucaia do Sul, Canoas e Rolante. Além de Aparecida, dois casos envolvem viagens internacionais.

O delegado Cristiano Reschke, diretor da 2ª Delegacia de Polícia Regional Metropolitana de Canoas, afirmou que não houve qualquer explicação, nem anterior nem posterior, e que até a data de remessa do inquérito o responsável não fez o pagamento nem o ressarcimento, nem mostrou iniciativa para ressarcir as vítimas.

Segundo a polícia, mesmo que a viagem não tenha sido planejada inicialmente para causar prejuízo, o organizador assumiu o risco ao perceber que não conseguiria cumprir o compromisso e não avisar os passageiros. Para evitar situações semelhantes, a orientação é verificar o histórico das agências antes da assinatura de contratos, consultando o CNPJ na Receita Federal, o Cadastur e o Reclame Aqui.

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