A Prefeitura de Passo Fundo, por meio da Secretaria Municipal de Educação, realizou nesta quarta-feira (7) a grande final do Campeonato de Foguetes da Rede Municipal de Ensino. A atividade ocorreu no estacionamento do Portal de Linguagens da UPF e reuniu 10 escolas municipais, representadas por 10 equipes classificadas nas etapas realizadas ao longo do ano.
A EMEF Coronel Lolico conquistou o primeiro lugar na competição, seguida pela EMEF Senador Pasqualini, em segundo, e pela EMEF Padre José de Anchieta, que ficou com a terceira colocação. As equipes classificadas apresentaram o resultado de todo o processo nos lançamentos decisivos do campeonato.
Além da experiência proporcionada pela competição, os três primeiros colocados receberam uma premiação especial: uma visita ao Museu da NASA, em Canela. A viagem contempla 12 estudantes, integrantes das três equipes vencedoras, acompanhados por três professores. A iniciativa permite aos alunos ampliar o contato com temas relacionados à ciência, tecnologia, exploração espacial e inovação, dando continuidade ao aprendizado iniciado durante o campeonato.
O campeonato propôs aos estudantes uma experiência prática de aprendizagem, desde o planejamento e a construção dos protótipos até os testes, a análise dos resultados e o aperfeiçoamento dos projetos. Cada escola realizou sua própria etapa classificatória para definir a equipe que representaria a instituição na grande final.
Os foguetes foram construídos principalmente com garrafas PET e outros materiais alternativos. Nos lançamentos, os estudantes utilizaram um sistema de propulsão a ar e água, colocando em prática conhecimentos científicos, formulando hipóteses e buscando soluções para melhorar o desempenho dos protótipos.
Para o secretário municipal de Educação, Adriano Canabarro Teixeira, a proposta aproxima o conhecimento trabalhado em sala de aula de uma experiência concreta e estimula os estudantes a assumirem um papel ativo no processo de aprendizagem. “Mais do que lançar um foguete, os estudantes estão vivenciando ciência na prática. Eles precisam planejar, construir, testar, observar o que deu certo, identificar o que pode ser melhorado e trabalhar em equipe. É uma atividade que mobiliza diferentes conhecimentos e mostra que aprender também pode acontecer por meio da experimentação, da criatividade e da resolução de problemas”, destaca Adriano.
O secretário acrescenta que a premiação também tem um papel pedagógico importante. “Levar esses estudantes para conhecer um espaço dedicado à ciência e à exploração espacial é uma forma de ampliar horizontes e mostrar que aquilo que eles estão experimentando na escola pode despertar novos interesses e possibilidades para o futuro”, conclui.