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Filhote de elefante-marinho se prepara para entrar no mar em Rio Grande

Filhote de elefante-marinho-do-sul nascida em 7 de outubro na Praia do Cassino, em Rio Grande, separou-se da mãe e agora aprende sozinha a sobreviver no oceano. Pesquisadores da Furg monitoram o animal e orientam a população a manter distância.
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Redação Planalto RS 24 Horas

6 de novembro de 2026

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A filhote de elefante-marinho-do-sul que nasceu em 7 de outubro na Praia do Cassino, em Rio Grande, iniciou uma nova fase de desenvolvimento. Após cerca de 20 dias ao lado da mãe, a fêmea adulta retornou ao mar e deixou a cria sozinha na faixa de areia.
Desde a separação, a filhote tem se deslocado por diferentes pontos da praia e agora se prepara para entrar no oceano. Durante o período com a mãe, o animal ganhou entre quatro e cinco quilos por dia.

Segundo o pesquisador do Ecomega-Furg Renan Costa de Lima, a filhote precisará desenvolver sozinha as habilidades necessárias para sobreviver no oceano. Entre elas estão aprender a se alimentar, mergulhar, prender a respiração, se movimentar e navegar em busca de presas.
A turista Bianca Machado relatou que acompanhava o trajeto do animal com a mãe e decidiu conhecer a filhote após informações divulgadas nas redes sociais. Já a turista Liane Dupont afirmou ser a primeira vez que viu um animal da espécie pessoalmente e destacou o trabalho dos órgãos de proteção.
Os pesquisadores orientam que moradores e turistas podem observar e fotografar o animal, desde que mantenham distância. Conforme Renan Costa de Lima, a aproximação deve ser evitada para que a filhote permaneça tranquila e fora de qualquer ameaça.
A expectativa é de que a filhote permaneça por mais algum tempo na região enquanto aprende e se desenvolve. Quando estiver preparada, deve deixar a praia e entrar no oceano. Segundo o coordenador do Nema, Sérgio Curi Estima, existe a possibilidade de que ela retorne ao mesmo local no futuro.

A presença da filhote tem atraído moradores e turistas à região, o que mobilizou equipes do Núcleo de Monitoramento Ambiental (Nema), do Centro de Recuperação de Animais Marinhos e do laboratório de ecologia da Universidade Federal do Rio Grande (Furg). As instituições acompanham os deslocamentos do animal com o objetivo de garantir sua segurança durante o período de aprendizado na praia.

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Frente fria traz risco de temporais e vendavais a Gramado neste fim de semana

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Redação Planalto RS 24 Horas

6 de novembro de 2026

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Gramado deve registrar uma nova rodada de instabilidade a partir deste sábado (7), com risco de temporais isolados e rajadas de vento forte. O avanço de uma frente fria, impulsionada por uma massa de ar frio incomum para esta época do ano, deve alterar o tempo em toda a Serra Gaúcha ao longo do fim de semana.

Segundo o alerta meteorológico, as áreas de instabilidade se formam entre a madrugada e a manhã de sábado, ganhando intensidade ao longo do dia. Há possibilidade de pancadas torrenciais e vendavais isolados, com volumes de chuva que podem superar os 100 mm em pontos da região.

A formação de um pequeno centro de baixa pressão na costa catarinense, simultânea ao deslocamento do sistema frontal, deve reforçar o risco de vento forte inicialmente no litoral de Santa Catarina e, na sequência, nos litorais do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro. No interior gaúcho, a Metade Norte do estado, onde Gramado está inserido, aparece entre as áreas com maior probabilidade de episódios isolados de vento intenso associados às tempestades.

Os mapas de projeção indicam que os maiores acumulados de chuva devem se concentrar entre o Norte gaúcho e o Paraná, com marcas acima de 100 mm em 72 horas até a noite de domingo. Apesar disso, a passagem da frente fria pode provocar transtornos pontuais também na Serra, com queda de galhos, destelhamentos e interrupções no fornecimento de energia.

A recomendação das autoridades é que moradores e turistas evitem deslocamentos durante os picos de chuva e redobrem a atenção em rodovias de serra, como a RS-235 e a RSC-453, onde a visibilidade pode ser reduzida e há risco de queda de barreiras. A Defesa Civil orienta ainda que a população acompanhe os boletins meteorológicos ao longo do fim de semana e acione o telefone 199 em caso de emergência.

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Passo Fundo lança Minha Casa Segura para retirar famílias de áreas de risco

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Redação Planalto RS 24 Horas

6 de novembro de 2026

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A Prefeitura de Passo Fundo anunciou a criação do programa habitacional Minha Casa Segura, voltado à retirada de famílias que residem em áreas de risco. A iniciativa foi apresentada após os alagamentos registrados em diversos bairros da cidade em decorrência das fortes chuvas.

Nesta primeira etapa, estão previstas a construção de 40 moradias, com aproximadamente 48 metros quadrados cada. O modelo adotado será o de casas modulares, com custo estimado entre R$ 50 mil e R$ 60 mil por unidade, e entrega prevista em até seis meses.

A proposta poderá contar com medidas compensatórias envolvendo empresas que tenham débitos com o município. Nesses casos, as empresas poderão adquirir as casas e realizar o pagamento à Prefeitura, que destinará as unidades ao programa habitacional.

A participação no Minha Casa Segura será voluntária. Segundo a Prefeitura, o município já possui levantamento das famílias que vivem em áreas sujeitas a alagamentos e fará contato com os moradores identificados.

Entre os próximos passos para dar andamento ao programa estão a elaboração de um projeto de lei, que será encaminhado à Câmara de Vereadores, e a revisão do mapa das áreas de alagamento e risco. Também estão previstas a definição do orçamento e dos modelos de casas, a identificação de possíveis empresas parceiras para as medidas compensatórias e a organização da documentação dos terrenos previamente selecionados.

A proposta envolve a participação de todas as secretarias municipais. Conforme a Prefeitura, as 40 unidades representam apenas a primeira fase, e a possibilidade de ampliar o programa dependerá dos resultados obtidos nesta etapa.

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