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CUFA inaugura Espaço BASTA para apoio às mulheres em Passo Fundo

A Central Única das Favelas (CUFA) inaugura no sábado (29) o Espaço BASTA em Passo Fundo, unidade de acolhimento e conscientização contra a violência doméstica. A cerimônia ocorre às 14h na sede da entidade, no Bairro Professor Schisler.
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Redação Planalto RS 24 Horas

24 de agosto de 2026

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A Central Única das Favelas (CUFA) inaugura no próximo sábado (29) o Espaço BASTA em Passo Fundo. O ato está marcado para as 14h na sede da entidade, localizada na Avenida Dona Sirlei, 276, no Bairro Professor Schisler (grande Integração).

A unidade integra a campanha “BASTA! O Rio Grande do Sul diz não à violência contra a mulher e ao feminicídio” e tem o apoio do Banrisul Cultural. O espaço funcionará como ponto de acolhimento, informação e orientação para mulheres em situação de vulnerabilidade na comunidade.

A implantação do espaço em Passo Fundo faz parte de um projeto estadual que leva a campanha de enfrentamento à violência para dentro dos territórios. A unidade local busca fortalecer a rede de proteção existente, oferecendo um canal direto de diálogo e suporte para moradoras da região da grande Integração.

Para apresentar os detalhes da iniciativa, a psicóloga Ana Paula Fernandes dos Santos, da CUFA, e a professora doutora Leilane Grubba, da Atitus, participaram do programa Comando Popular, da Rádio Planalto News (92.1), na segunda-feira (24).

Na ocasião, Leilane também detalhou a formação de Facilitadoras Populares e o segundo ciclo de formação para as Mulheres Empreendedoras 60+. A atividade está agendada para o dia 4 de setembro, às 9h, na Escola Municipal Sebastião Rocha, no Bairro Valinhos.

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Dia da Favela: CUFA atende 1,7 mil jovens em projetos sociais em Passo Fundo

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Redação Planalto RS 24 Horas

4 de novembro de 2026

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Neste 4 de novembro, Dia da Favela, a atuação da Central Única das Favelas (CUFA) em Passo Fundo ganha destaque. A entidade mantém duas bases de atuação na cidade, nos bairros Integração e Valinhos, e atende jovens, mulheres e famílias em situação de vulnerabilidade.

Segundo o coordenador municipal da CUFA, Guilherme Barreto da Silva Santos, o Centro de Referência para a Juventude e Reconstrução, no bairro Integração, tinha meta de atender mil jovens, mas já alcançou 1,7 mil participantes. Com a prorrogação das atividades até março de 2027, a expectativa é chegar a dois mil atendidos.

No bairro Integração, funciona o Centro de Referência para a Juventude e Reconstrução, desenvolvido em parceria com o Governo do Estado. O espaço oferece atividades esportivas, culturais e formação técnica aos participantes.

No mesmo bairro, a entidade desenvolve o projeto Mães da CUFA, que reúne mulheres em atividades de artesanato, corte e costura e produção de biscuit para geração de renda. Já no bairro Valinhos, o projeto Mãos Dadas atende cerca de 30 mulheres.

Outra frente de atuação é a Sala Basta, espaço voltado ao acolhimento e à escuta de mulheres vítimas de violência. O serviço oferece atendimento inicial com assistente social, psicóloga e orientação jurídica, além de canais de contato por telefone 0800 e WhatsApp.

A iniciativa também promove quatro atividades por mês, abertas à comunidade, com temas relacionados à prevenção da violência. Conforme o coordenador, as mulheres podem procurar a equipe a qualquer momento, mesmo fora dos dias de programação, para receber acolhimento e encaminhamento aos órgãos responsáveis.

Guilherme também destacou a parceria entre a CUFA e a Escola de Direito da Atitus Educação, com coordenação da professora Leilane Serratine Grubba, no projeto Formação de Facilitadoras Populares. A iniciativa levou informações sobre direitos das mulheres, violência psicológica, patrimonial e física, separação e divisão de bens às comunidades.

O primeiro ciclo capacitou 79 mulheres, com atividades inicialmente desenvolvidas no bairro Integração, e o trabalho também está sendo levado ao bairro Valinhos. A parceria entre a CUFA Passo Fundo e a Atitus Educação conquistou o primeiro lugar nacional na categoria Organizações Não Governamentais da 6ª edição do Prêmio CNJ Juíza Viviane Vieira do Amaral, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça.

A premiação reconhece iniciativas de prevenção e enfrentamento à violência doméstica e familiar contra mulheres e meninas. Guilherme relatou que esteve em Brasília para receber o reconhecimento e destacou a importância de o trabalho desenvolvido nas comunidades de Passo Fundo alcançar projeção nacional.

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Proprietários enfrentam entraves para regularizar áreas na barragem de Ernestina

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Redação Planalto RS 24 Horas

4 de novembro de 2026

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Proprietários de imóveis e empreendimentos localizados próximos à barragem da Usina Hidrelétrica Ernestina relatam dificuldades para regularizar o uso de áreas que ficam dentro da faixa de concessão da Companhia Estadual de Geração de Energia Elétrica (CEEE-G). A situação afeta tanto construções particulares quanto estruturas de uso comercial instaladas às margens do reservatório.

Um dos casos envolve uma empresa da comunidade de Estrela do Sul, em Nicolau Vergueiro, que construiu uma rampa para embarque e desembarque de embarcações e um trapiche de madeira na área. Segundo o responsável pelo empreendimento, a CEEE-G exige autorização formal mediante pagamento de taxa pelo espaço ocupado, com proposta de concessão de uso por cinco anos.

O empresário afirma que tem interesse em cumprir a exigência e pagar pelo uso do espaço, mas diz enfrentar dificuldades para concluir o pagamento e a formalização da autorização. Ele relata que já encaminhou e-mails, projetos e documentos solicitados pela companhia, sem conseguir finalizar o processo, que se arrasta há cerca de sete anos.

Em agosto de 2026, nova documentação foi enviada à CEEE-G/Grupo CSN, com pedido de autorização inicial para que a empresa pudesse dar andamento à regularização ambiental das estruturas junto à Prefeitura de Nicolau Vergueiro. O material inclui projetos, laudos técnicos e estudos sobre a área ocupada.

Mesmo com a documentação apresentada e o interesse em pagar pelo uso do espaço, o responsável afirma que as tratativas com a companhia seguem sem conclusão. Ele destaca que a dificuldade não é um caso isolado e que outros proprietários de imóveis da região também enfrentam problemas para regularizar construções e o uso de áreas próximas à barragem de Ernestina.

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