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Investigação Policial

Caso Samylle: Polícia Civil investiga outros familiares e conclui inquérito em 10 dias

A Polícia Civil tem 10 dias para concluir o inquérito sobre a morte de Samylle Ramiro, de 4 anos, em Porto Alegre. A delegada Alice Fernandes não descarta que outros familiares sejam investigados por omissão ou conivência com as agressões.
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Redação Planalto RS 24 Horas

21 de agosto de 2026

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A Polícia Civil tem prazo de 10 dias para concluir o inquérito que apura a morte de Samylle Ramiro, de 4 anos, ocorrida na última segunda-feira (17) em Porto Alegre. O caso é tratado como homicídio doloso, e o principal suspeito, o tio Nicolas Gabriel Almeida Staubus, de 22 anos, está preso preventivamente desde quinta-feira (20).

A delegada Alice Fernandes, responsável pelas investigações, afirmou que outras pessoas da família podem ser incluídas como suspeitas conforme avancem as apurações. O atestado de óbito confirmou que a causa da morte foi politraumatismo.

Samylle vivia há cerca de dois meses com os tios, com autorização do Conselho Tutelar. O histórico familiar já era acompanhado por órgãos de assistência e pela Justiça desde 2025. A criança chegou sem vida a uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) na madrugada de segunda-feira, levada pelos próprios tios.

Segundo a delegada, no momento da morte apenas o suspeito e a menina estavam no local. No entanto, a polícia aguarda os laudos periciais para verificar a existência de outras lesões ou informações que possam ampliar o alcance da investigação.

“Precisamos verificar qual foi o horário da morte e comparar com o horário em que a criança foi levada até a UPA, para entender todo o contexto das últimas horas de vida da menina”, explicou Fernandes.

Em depoimento, Staubus confessou ter agredido a criança e justificou as palmadas como uma forma de educá-la, mencionando que a menina teria evacuado nas vestes. Ele também afirmou estar arrependido e que nunca desejou a morte da sobrinha.

“Ele falava como se estivesse arrependido, dizia que nunca tinha cuidado de uma criança. Mas a gente sabe que não há justificativa”, destacou a delegada.

A polícia ainda aguarda o laudo pericial para confirmar ou descartar a hipótese de violência sexual. O Ministério Público manifestou-se favoravelmente à prisão preventiva do investigado, citando a “extrema gravidade concreta dos fatos investigados”.

O homem deixou a UPA ao perceber a chegada dos policiais. A criança apresentava manchas roxas pelo corpo. A defesa de Staubus ainda não foi localizada para comentar o caso.

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PM usa IA para localizar família de criança haitiana perdida em Farroupilha

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Redação Planalto RS 24 Horas

21 de outubro de 2026

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A Brigada Militar localizou, na tarde de sábado (17), a família de um menino haitiano de 9 anos que caminhava sozinho pelas ruas de Farroupilha. A criança não se feriu e foi levada de volta para casa.

Os policiais foram acionados por um morador por meio do telefone 190. Como o menino só fala francês, a equipe utilizou a ferramenta de inteligência artificial ChatGPT para traduzir perguntas por áudio e estabelecer comunicação com a criança.

O soldado Rafael Tondollo e o sargento Jeferson Maurício Espinoza Carrets atenderam a ocorrência. Segundo Tondollo, a criança estava assustada, o que dificultou o início do diálogo. “Precisamos de algum tempo para que ele tivesse confiança em nós e se sentisse seguro para falar”, relatou.

Com o auxílio da ferramenta de IA, os policiais perguntaram em qual escola o menino estudava. Ele informou o local, e a equipe se dirigiu até a instituição com a expectativa de que a residência da família ficasse nas proximidades.

No trajeto, a criança se orientou e passou a indicar o caminho. “Quando chegamos na rua da casa dele, ele abriu a porta da viatura faltando quase uma quadra. Ficou muito feliz ao voltar para casa”, afirmou o soldado.

Os pais não estavam na residência no momento. Um vizinho entrou em contato com o pai, e eles retornaram logo em seguida. De acordo com a Brigada Militar, a família ficou aliviada com o reencontro.

O pai informou aos policiais que estava com a esposa no centro da cidade, fazendo compras em uma fruteira, quando o filho disse que iria ao banheiro. Ao perceberem a ausência do menino, iniciaram as buscas e, sem êxito, seguiram a pé para casa.

Conforme a BM, o ponto onde a criança foi localizada fica a aproximadamente 1,5 km do comércio onde estava com os pais. O menino permaneceu sozinho por cerca de uma hora.

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Urna eletrônica tem intervalo de dois segundos antes de liberar voto em Gramado

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Redação Planalto RS 24 Horas

21 de outubro de 2026

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Eleitores que votarem em Gramado nas próximas eleições precisarão observar um intervalo de dois segundos antes que a urna eletrônica libere o registro do voto. O procedimento é padrão em todos os equipamentos do município e ocorre após a confirmação do último dígito digitado pelo eleitor.

A pausa é uma medida de segurança do sistema eletrônico de votação e não representa falha ou lentidão do aparelho. O tempo vale para todas as seções eleitorais da cidade, independentemente do cargo em disputa.

Após digitar os números do candidato, o eleitor deve aguardar o fim da contagem antes de pressionar a tecla de confirmação. A urna exibe a mensagem de espera e, somente depois do intervalo, libera o registro.

Caso o eleitor tente confirmar antes do prazo, o equipamento não conclui a operação. A orientação é repetir o procedimento com calma e, em caso de dúvida, solicitar apoio ao mesário na seção.

O intervalo de dois segundos é o mesmo em todas as urnas do país e não altera o tempo total de votação. Em Gramado, a recomendação é que os eleitores cheguem com antecedência aos locais de votação para evitar filas nos horários de pico.

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