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Eleições 2026

Brigada Militar terá reforço de 8,4 mil policiais no RS nas Eleições 2026

Brigada Militar mobiliza 8.461 policiais extras e 2 mil alunos-soldados para garantir a segurança do pleito deste domingo (4). Em Carazinho, efetivo local atuará em regime de dois turnos com apoio de tropas especializadas.
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Redação Planalto RS 24 Horas

3 de outubro de 2026

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A Brigada Militar montou uma operação de segurança para as Eleições 2026, que ocorrem neste domingo (4). A corporação colocará nas ruas um reforço de 8.461 policiais militares, que se somarão ao efetivo que já cumpre a guarda diária nos municípios gaúchos.

Em Carazinho, o efetivo local do 38º BPM atuará em regime de dois turnos, permitindo que os próprios policiais exerçam o direito ao voto. Cerca de 2 mil alunos dos cursos de formação de praças reforçarão diretamente as ruas das cidades com maior densidade eleitoral.

O planejamento da corporação foi desenhado para cobrir tanto o policiamento ostensivo nos locais de votação quanto o acompanhamento do escrutínio até o final da noite. A mobilização envolve tropas especializadas e aparato logístico que inclui viaturas e equinos, estendendo a vigilância a pontos de grande aglomeração, como rodoviárias e estações de trem.

O policiamento contará com o apoio do Bope, do Choque, do Comando Ambiental e do Comando de Polícia Rodoviária. Ao todo, o aparato logístico mobilizado para o pleito soma 2.205 viaturas e 37 equinos.

Devido à concessão do passe livre no domingo de eleição, que eleva o fluxo de passageiros, a BM desencadeará a Operação Argos. A iniciativa consiste na escolta e abordagem aleatória de linhas de ônibus urbanos.

Policiais militares embarcarão nos coletivos para vistoriar e ratificar as condições de segurança interna antes de liberar o veículo, repetindo o procedimento no maior número possível de frotas.

A Brigada Militar orienta a população a denunciar práticas ilícitas como boca de urna, panfletagem, transporte irregular de eleitores, compra de votos e ameaças. As denúncias podem ser feitas pelo telefone de emergência 190 ou diretamente aos policiais mais próximos.

Em caso de flagrante de crime eleitoral ou comum, o suspeito será preso imediatamente. Infrações que ocorrerem dentro das seções eleitorais devem ser reportadas primeiro ao presidente da mesa receptora ou ao juiz eleitoral, que adotarão as medidas cabíveis e, se necessário, acionarão as guarnições da BM.

O comando relembrou as principais vedações impostas pelo Tribunal Superior Eleitoral para o dia do pleito. É estritamente proibido entrar na cabine de votação portando celular, máquina fotográfica, filmadora ou radiocomunicação, mesmo desligados. O eleitor que se recusar a deixar o aparelho com os mesários será impedido de votar.

Também é proibido portar armas nos locais de votação, com exceção exclusiva para agentes das forças de segurança fardados e em serviço oficial. O transporte de armas e munições por parte de Colecionadores, Atiradores e Caçadores está suspenso em todo o território nacional desde a véspera da eleição até o dia seguinte ao pleito.

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Propaganda eleitoral nas ruas termina às 22h deste sábado em Passo Fundo

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Redação Planalto RS 24 Horas

3 de outubro de 2026

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Candidatas, candidatos, partidos políticos e coligações têm até as 22h deste sábado (3), véspera do 1º turno das Eleições 2026, para realizar propaganda eleitoral nas ruas de Passo Fundo. Até esse horário, ainda são permitidas a distribuição de santinhos e outros materiais gráficos, caminhadas, passeatas, carreatas e a circulação de carros de som e alto-falantes com jingles e mensagens de campanha.

Encerrado o prazo, todas essas atividades ficam proibidas na cidade e em todo o país. A regra está prevista na Lei das Eleições e na resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que disciplina a propaganda eleitoral, com o objetivo de assegurar tranquilidade ao eleitorado antes da votação.

No domingo (4), dia da votação, a campanha nas ruas não pode continuar. Eleitoras e eleitores podem manifestar preferência política de forma individual e silenciosa, como com o uso de camisetas, broches, adesivos e bandeiras.

Não é permitido, porém, promover aglomerações, abordar eleitores, distribuir material de campanha ou usar veículos para divulgar candidaturas no dia da eleição. A prática de boca de urna também é crime eleitoral.

A orientação da Justiça Eleitoral é que o eleitorado verifique com antecedência o local de votação e leve documento oficial com foto. O domingo será de votação em todo o país, e o eleitor deve respeitar as regras de manifestação individual previstas para o dia da eleição.

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Dom Rodolfo Weber reflete sobre a pedra angular e a vinha em Passo Fundo

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Redação Planalto RS 24 Horas

3 de outubro de 2026

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O arcebispo de Passo Fundo, Dom Rodolfo Luís Weber, divulgou sua reflexão semanal nesta quinta-feira (3). O texto aborda as leituras bíblicas previstas para o próximo domingo, com foco no “canto da vinha” do profeta Isaías e na “parábola dos vinhateiros homicidas” do Evangelho de Mateus.

A mensagem central destaca a “desilusão de Deus” diante da infidelidade humana. Dom Rodolfo explica que a aliança divina exige fidelidade, mas a história humana é marcada por injustiças e violências que desfiguram a criação.

Dom Rodolfo detalha que a vinha, na Bíblia, é um símbolo transparente de Israel e de sua história. O profeta Isaías descreve o amor dedicado à vinha, mas a desilusão surge com a qualidade dos frutos: injustiça, derramamento de sangue e opressão.

Na parábola de Mateus, a vinha é arrendada a vinhateiros que matam os empregados e o filho do dono. O arcebispo interpreta esse trecho como um retrato da história da humanidade, onde as marcas da infidelidade desfiguram a criação divina.

Quando questionados sobre o que o dono da vinha deveria fazer, os ouvintes sugerem a retribuição violenta. Dom Rodolfo aponta que essa é a maneira humana de resolver problemas, perpetuando o ciclo de males.

A resposta de Cristo, segundo o arcebispo, orienta em outra direção. Jesus cita as Escrituras, afirmando que “a pedra que os construtores rejeitaram tornou-se a pedra angular”. Ele é o Filho morto e ressuscitado, premissa para uma vida nova.

Dom Rodolfo conclui que existe sempre um pequeno grupo fiel que não desilude a esperança de Deus. O dinamismo da salvação supõe o empenho humano e a graça divina, criando um povo capaz de produzir frutos de justiça.

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