A morte de Aylton Magalhães, ex-prefeito de Carazinho, gerou grande comoção na cidade, especialmente entre aqueles que tiveram a oportunidade de trabalhar e conviver com ele. Edir Chitolina, conhecido como Camachinho, expressou seu profundo respeito e admiração pelo amigo, com quem compartilhou não apenas a vida política, mas também momentos pessoais.
Camachinho recorda o início de sua amizade com Aylton, que remonta à década de 1970, quando se conheceram na Rádio Carazinho. “Éramos parceiros, amigos, de partido. Depois fui sócio dele por cerca de dois anos em um quiosque”, relembra. A amizade se fortaleceu ainda mais quando Aylton, junto com outros colaboradores, idealizou a primeira Seara em 1981, um projeto que marcou a história da cidade.
Para Camachinho, Aylton Magalhães foi um exemplo de cidadania e liderança. “Ele tinha um grande coração, era um homem humilde e sempre se preocupou com os mais necessitados”, afirma. O ex-prefeito, segundo Camachinho, enfrentou injustiças ao longo de sua trajetória, muitas vezes por aqueles que ele mesmo ajudou. “Mas Deus é grande e estamos aqui para agradecer pela amizade que tivemos”, completa.
Camachinho também ocupou cargos importantes na administração de Aylton, como secretário de Assistência Social e diretor de trânsito. “Sempre estive ao lado dele. Ele confiava muito em mim e no meu trabalho”, destaca. O legado deixado por Aylton, segundo Camachinho, é um exemplo de humildade e compromisso com a comunidade. “Ele trouxe a UPA e foi responsável por um número significativo de casas populares, reiniciando a pujança de Carazinho”, conclui.
Fonte: O Correspondente