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Após alta, jovem que dançou em hospital celebra recuperação em Bagé

Livia Borges, de 14 anos, recebeu alta do Hospital da Criança Santo Antônio após tratar a Síndrome de Guillain-Barré e se prepara para retomar as atividades no CTG Sentinela da Fronteira, em Bagé.
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Redação Planalto RS 24 Horas

10 de setembro de 2026

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A adolescente Livia Borges, de 14 anos, recebeu alta do Hospital da Criança Santo Antônio, em Porto Alegre, após tratamento contra a Síndrome de Guillain-Barré. A família agora se prepara para retornar a Bagé, onde a jovem pretende voltar a integrar o grupo de dança do Centro de Tradições Gaúchas (CTG) Sentinela da Fronteira.
Durante a internação, Livia foi filmada dançando uma rancheira com a mãe, Elisiane Marques Lopez. A cena representou a recuperação dos movimentos afetados pela doença e viralizou nas redes sociais.

A mãe comparou a recuperação da filha aos primeiros passos de uma criança. “Para nós, foi como se ela estivesse dando os primeiros passos e ainda mais cultivando as tradições”, afirmou Elisiane.
A adolescente tratava a Síndrome de Guillain-Barré, condição neurológica rara em que o sistema imunológico ataca o sistema nervoso periférico. A doença pode provocar fraqueza muscular, formigamento, dormência e, nos casos mais graves, paralisia.
Para Livia, o momento de dança ao lado da mãe marcou uma vitória após os dias de tratamento. “Aquele momento significou muito além da dança. Significou os primeiros passos de dança que eu tive após muita batalha ao lado da minha mãe”, declarou.
A adolescente também destacou o apoio da família durante a internação. “Isso representou muito a nossa força e a nossa fé. A gente achou conforto na fé, eu achei conforto nos meus pais, na minha mãe, e que foi quem me sustentou em todo esse momento”, disse.
A neuropsicóloga Lidiane Klein afirmou que só compreendeu o significado da cena após conhecer a história. “Eu achava que estava registrando simplesmente uma menina dançando. Depois compreendi que aquela dança representava muito mais: representava a possibilidade de voltar a dançar”, relatou.

A gravação foi feita pela neuropsicóloga Lidiane Klein, que estava em um consultório em frente ao hospital e registrou a dança sem conhecer o contexto da cena. Após a repercussão, ela contatou a família e soube da história da adolescente. Livia pertence à segunda geração da família ligada ao tradicionalismo, e a expectativa é de que retome as atividades no CTG assim que estiver restabelecida.

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PM usa IA para localizar família de criança haitiana perdida em Farroupilha

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Redação Planalto RS 24 Horas

21 de outubro de 2026

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A Brigada Militar localizou, na tarde de sábado (17), a família de um menino haitiano de 9 anos que caminhava sozinho pelas ruas de Farroupilha. A criança não se feriu e foi levada de volta para casa.

Os policiais foram acionados por um morador por meio do telefone 190. Como o menino só fala francês, a equipe utilizou a ferramenta de inteligência artificial ChatGPT para traduzir perguntas por áudio e estabelecer comunicação com a criança.

O soldado Rafael Tondollo e o sargento Jeferson Maurício Espinoza Carrets atenderam a ocorrência. Segundo Tondollo, a criança estava assustada, o que dificultou o início do diálogo. “Precisamos de algum tempo para que ele tivesse confiança em nós e se sentisse seguro para falar”, relatou.

Com o auxílio da ferramenta de IA, os policiais perguntaram em qual escola o menino estudava. Ele informou o local, e a equipe se dirigiu até a instituição com a expectativa de que a residência da família ficasse nas proximidades.

No trajeto, a criança se orientou e passou a indicar o caminho. “Quando chegamos na rua da casa dele, ele abriu a porta da viatura faltando quase uma quadra. Ficou muito feliz ao voltar para casa”, afirmou o soldado.

Os pais não estavam na residência no momento. Um vizinho entrou em contato com o pai, e eles retornaram logo em seguida. De acordo com a Brigada Militar, a família ficou aliviada com o reencontro.

O pai informou aos policiais que estava com a esposa no centro da cidade, fazendo compras em uma fruteira, quando o filho disse que iria ao banheiro. Ao perceberem a ausência do menino, iniciaram as buscas e, sem êxito, seguiram a pé para casa.

Conforme a BM, o ponto onde a criança foi localizada fica a aproximadamente 1,5 km do comércio onde estava com os pais. O menino permaneceu sozinho por cerca de uma hora.

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Urna eletrônica tem intervalo de dois segundos antes de liberar voto em Gramado

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Redação Planalto RS 24 Horas

21 de outubro de 2026

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Eleitores que votarem em Gramado nas próximas eleições precisarão observar um intervalo de dois segundos antes que a urna eletrônica libere o registro do voto. O procedimento é padrão em todos os equipamentos do município e ocorre após a confirmação do último dígito digitado pelo eleitor.

A pausa é uma medida de segurança do sistema eletrônico de votação e não representa falha ou lentidão do aparelho. O tempo vale para todas as seções eleitorais da cidade, independentemente do cargo em disputa.

Após digitar os números do candidato, o eleitor deve aguardar o fim da contagem antes de pressionar a tecla de confirmação. A urna exibe a mensagem de espera e, somente depois do intervalo, libera o registro.

Caso o eleitor tente confirmar antes do prazo, o equipamento não conclui a operação. A orientação é repetir o procedimento com calma e, em caso de dúvida, solicitar apoio ao mesário na seção.

O intervalo de dois segundos é o mesmo em todas as urnas do país e não altera o tempo total de votação. Em Gramado, a recomendação é que os eleitores cheguem com antecedência aos locais de votação para evitar filas nos horários de pico.

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