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Venda de sentenças

Ministro do STJ, Marco Buzzi, é investigado por venda de sentenças

O ministro do Superior Tribunal de Justiça, Marco Buzzi, foi incluído em um inquérito que investiga a venda de sentenças, em meio a denúncias de corrupção e assédio sexual.
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25 de julho de 2026

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O ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Marco Buzzi, foi oficialmente incluído em um inquérito que apura a venda de sentenças, conforme autorização do Supremo Tribunal Federal (STF). A decisão foi tomada pelo relator do caso, ministro Cristiano Zanin, e faz parte das investigações da Polícia Federal (PF) na Operação Sisamnes.

As investigações, que tramitam em segredo de Justiça, surgiram após a PF descobrir que servidores de gabinetes do STJ teriam explorado indevidamente o acesso ao sistema eletrônico de elaboração de minutas de votos, vendendo informações a terceiros. Em maio, a Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou nove pessoas por crimes como organização criminosa e corrupção.

Além das suspeitas relacionadas à venda de sentenças, Marco Buzzi já está afastado de suas funções devido a uma acusação de assédio sexual. O incidente, que teria ocorrido em janeiro deste ano em Balneário Camboriú, envolve uma jovem, filha de amigos do ministro, e gerou uma nova denúncia de assédio por parte de uma ex-funcionária de seu gabinete.

A defesa de Buzzi afirmou que ele não tem conhecimento sobre a investigação de venda de sentenças e destacou que o ministro é legalmente impedido de julgar processos que envolvam familiares. A situação continua a ser monitorada pelas autoridades competentes, enquanto a sociedade aguarda desdobramentos sobre as graves acusações.

Fonte: Rádio Planalto Passo Fundo

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Homem é preso após fugir de blitz com carro furtado na BR-386

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Redação Planalto RS 24 Horas

2 de novembro de 2026

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Um homem de 27 anos foi preso na noite do domingo (1º) após fugir de uma fiscalização da Polícia Rodoviária Federal (PRF) na BR-386, em Lajeado. A abordagem inicial ocorreu no km 342 da rodovia, mas o condutor desobedeceu à ordem de parada e seguiu em fuga por aproximadamente 40 km.

O motorista foi interceptado no município de Pouso Novo, após perder o controle do Fiat Uno Mille, com placas de Encantado, e sair da pista. Durante a fiscalização, os policiais constataram que ele não possuía Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e que o veículo apresentava registro de furto.

Submetido ao teste do etilômetro, o homem apresentou resultado de 0,46 miligrama de álcool por litro de ar expelido pelos pulmões. Ainda conforme a PRF, o motorista relatou aos policiais que havia fugido da abordagem porque teria furtado o veículo no município de Arroio do Meio. A informação está sendo investigada pelas autoridades.

O homem recebeu voz de prisão pelos crimes de embriaguez ao volante, desobediência e por dirigir sem habilitação, gerando perigo de dano. Ele foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Lajeado, onde a ocorrência foi registrada.

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STJ retoma julgamento de recurso do MPRS no caso Kiss nesta terça-feira

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Redação Planalto RS 24 Horas

2 de novembro de 2026

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O Superior Tribunal de Justiça (STJ) retoma nesta terça-feira, 3 de novembro, o julgamento do recurso do Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) no caso Kiss. A sessão estava suspensa e volta à pauta da corte superior em Brasília.

O recurso pede o restabelecimento das penas originais impostas aos condenados pela tragédia na boate de Santa Maria. A análise havia sido interrompida por pedido de vista de um dos ministros.

O Ministério Público sustenta que as penas fixadas originalmente devem ser mantidas, argumentando que as revisões posteriores reduziram de forma indevida as condenações. A defesa dos réus, por outro lado, pede a manutenção das decisões que reduziram as penas.

A sessão desta terça-feira deve ocorrer no plenário do STJ, com transmissão ao vivo pelos canais oficiais da corte. Não há prazo definido para a conclusão do julgamento, que pode ser novamente suspenso caso haja novo pedido de vista.

O caso Kiss completa mais de uma década desde a tragédia de 2013 e segue em tramitação nas instâncias superiores. A decisão do STJ sobre o recurso do MPRS terá impacto direto no cumprimento das penas pelos condenados.

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