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Crise no Beira-Rio

Félix Torres e Matheus Cunha: dupla deve deixar o time do Inter?

Com falhas recorrentes e risco de rebaixamento, comentaristas defendem que zagueiro e goleiro não atuem mais pelo Colorado. Matheus Cunha está suspenso para o duelo contra o Botafogo.
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Redação Planalto RS 24 Horas

21 de outubro de 2026

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As falhas sucessivas do zagueiro Félix Torres e do goleiro Matheus Cunha colocaram em xeque a permanência da dupla no Internacional. A sete rodadas do fim do Brasileirão, o time precisa de aproveitamento de G-4 e tem margem mínima de erros na briga contra o rebaixamento.
Para o confronto deste sábado contra o Botafogo, no Beira-Rio, Cunha cumpre suspensão e o jovem Kauan Jesus pode receber nova oportunidade. Na zaga, o treinador aguarda definição sobre Maripán; caso o chileno não atue, Félix Torres surge como opção, já que Mercado também está suspenso.

Comentaristas do Grupo RBS ouvidos pelo ge defendem o afastamento imediato da dupla. Mauricio Saraiva classifica a situação como questão de pragmatismo: na avaliação dele, anunciar o nome de Félix Torres no placar eletrônico afastaria o apoio da torcida e comprometeria o coletivo.
Diogo Olivier segue a mesma linha. Para ele, os jogadores até podem se recuperar, mas será fora do ambiente do Inter. O comentarista afirma que ambos precisam ficar de fora, inclusive em partidas longe do Beira-Rio.
Cristiano Munari é categórico sobre Matheus Cunha: na visão dele, o goleiro não joga mais, independentemente de quem entrar entre Anthoni e Kauan Jesus. Munari ressalta que a insuficiência técnica do atleta se soma ao desgaste com a torcida.
Sobre Félix Torres, o comentarista entende que o Inter tentou recuperá-lo, mas sem sucesso. Ele deve ir para o fim da fila entre os zagueiros e só entrar em caso de necessidade extrema no elenco.

O histórico recente pesa contra os atletas. Félix Torres acumula erros contra Athletico, Santos e Mirassol, enquanto Matheus Cunha perdeu posição no ano passado para Ivan justamente pelas falhas cometidas. A contratação do goleiro, inclusive, é apontada como um dos principais equívocos da gestão colorada na temporada.

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Réu é condenado a dois anos em semiaberto por atropelamento em Carazinho

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Redação Planalto RS 24 Horas

20 de outubro de 2026

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O Tribunal do Júri de Carazinho condenou o réu acusado pelo atropelamento que matou Eriton Patrick Rossoni, de 27 anos, a dois anos de detenção em regime semiaberto. A sessão foi realizada nesta terça-feira (20), quando o conselho de sentença desclassificou as acusações iniciais de homicídio doloso e tentativas de homicídio para homicídio culposo na direção de veículo automotor, previsto no Artigo 302 do Código de Trânsito Brasileiro.

A sentença também estipulou indenização de R$ 5 mil para a família da vítima. O caso ocorreu na madrugada de 14 de novembro de 2021, no bairro Conceição, quando o jovem caminhava pela via pública e foi atingido pelo veículo, morrendo no local.

O Ministério Público sustentou em plenário que o condutor participava de um racha em alta velocidade e na contramão quando atingiu o jovem. A defesa do réu alegou que ele realizava uma ultrapassagem enquanto levava a mãe ao hospital e que tentou desviar dos pedestres que estavam na pista, sem sucesso.

Imagens de câmeras de segurança registraram o momento em que a vítima foi arremessada por vários metros. O laudo do Instituto Geral de Perícias (IGP) apontou que Eriton morreu no local por traumatismo crânio-encefálico e hemorragia.

Familiares de Eriton manifestaram indignação com o veredito e com o valor da indenização. Em entrevista, os parentes afirmaram que “a vida de uma pessoa não vale nada, ou vale apenas R$ 5 mil” e ressaltaram que o caso deveria ter resultado em pena próxima de 20 anos de reclusão.

A família também pontuou que o acusado tentou fugir logo após o atropelamento e só parou porque perdeu o controle do veículo e colidiu contra uma árvore. Os parentes questionaram que, com essa decisão, qualquer pessoa pode pegar um carro, sair em alta velocidade, matar outra pessoa, fugir e depois pagar um valor e sair livremente.

O advogado de defesa, Dr. Azir Salles, declarou que um júri é sempre complicado, ainda mais quando envolve a perda da vida de um jovem. Segundo Salles, seu cliente não teve intenção de matar e não assumiu o risco do resultado. “O júri é um momento marcado por debates, sentimentos, dor, que nem acusação e defesa perdem ou ganham e nem sempre as decisões agradam as partes”, respondeu o defensor.

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Chuva retorna a Gramado nesta quarta-feira com instabilidade prevista até o fim

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20 de outubro de 2026

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A chuva começa a retornar a Gramado nesta quarta-feira (21), marcando o início de um novo episódio de instabilidade na região. O tempo começa a mudar com o aumento da cobertura de nebulosidade, acompanhando a instabilidade que avança a partir do Nordeste da Argentina, Paraguai e Sul do Brasil.

A probabilidade de precipitação é maior entre a tarde e a noite. O dia começa com temperaturas amenas para a segunda metade de outubro e terá uma tarde agradável na cidade.

O sol aparece com nuvens na maior parte do período, mas a cobertura de nebulosidade aumenta ao longo do dia. Áreas de instabilidade que avançam a partir do Nordeste da Argentina devem trazer chuva para pontos do Oeste, Noroeste e Norte do estado, com possibilidade de precipitação em Gramado já pela manhã, embora a probabilidade maior seja à tarde e à noite.

O vento sopra moderado, por vezes com rajadas do quadrante Leste, em cidades mais próximas da costa e na faixa Leste do estado. Em Gramado, a condição de vento tende a ser menos intensa, mas o aumento da umidade deve ser perceptível ao longo do dia.

A chuva em parte do Rio Grande do Sul nesta quarta-feira marca o começo de um período de instabilidade que vai trazer precipitação todos os dias até o início da próxima semana. Momentos de melhoria devem ocorrer nos próximos dias em partes do estado, mas a população deve se preparar para um fim de semana com tempo instável na região.

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