A segunda edição da Feira Literária de Carazinho (Flic) está marcada para ocorrer entre os dias 6 e 13 de novembro, na Gare. A organização divulgou que a primeira edição, realizada em 2025, movimentou pelo menos R$ 500 mil em negócios.
O evento se consolidou como espaço de divulgação de trabalhos artísticos e artesanais, aproximação com novos públicos e geração de negócios. Para este ano, os expositores preparam novidades e esperam repetir ou superar os resultados alcançados anteriormente.
Entre os participantes confirmados está Rodrigo Hirt, da Mix Antiguidades, que levará ao evento livros, antiguidades e itens do sebo com preços especiais. Ele avalia a feira como uma oportunidade de ampliar a visibilidade do empreendimento e contribuir para a valorização da cultura.
“Pelo sucesso que foi o ano passado, este promete ser melhor ainda, um marco para Carazinho e região”, destaca Hirt. O expositor também ressalta a importância econômica, educacional e cultural da Flic para os profissionais do setor cultural.
Outra participante que retorna é Janaína Bueno, da Jana Artesanatos. Para esta edição, ela prepara produtos de papelaria criativa, como cadernos, agendas, adesivos, calendários, canecas, bolsas para livros e chaveiros.
A principal novidade serão os bottons com temas relacionados à feira, animes, jogos e grupos musicais. O empreendimento também disponibilizará kits de lembranças da Flic, reunindo produtos personalizados com a identidade do evento.
Janaína afirma que a feira permite apresentar ao público produtos que nem sempre alcançam a mesma visibilidade nas redes sociais. “É uma oportunidade para a gente fechar novas vendas, tanto durante a feira quanto posteriormente”, relata.
A expectativa da artesã é superar os resultados de 2025, quando a Flic esteve entre os eventos de maior volume de vendas do empreendimento em Carazinho. “Foi a feira em que mais vendemos em Carazinho. A expectativa é que neste ano a gente talvez consiga até dobrar o valor das vendas”, projeta.
A artista Rafaela Santos também estará novamente na Flic. Participante da primeira edição, ela destaca a experiência positiva pelos resultados comerciais e pela integração com a comunidade. “Não sou da cidade, moro aqui há dois anos e meio, mas já me sinto parte da comunidade”, conta.
Neste ano, Rafaela levará peças artesanais em cerâmica fria, mandalas autorais e uma coleção de telas inspiradas em orixás do candomblé e da umbanda. A artista também realizará uma oficina de dobraduras de papel inspiradas em poemas de Mário Quintana e Vinicius de Moraes.