As obras da Cidade da Polícia de Passo Fundo iniciaram com as primeiras intervenções no terreno do antigo campo Delmar Sittoni, na Vila Dona Eliza. No final da semana passada, o canteiro de obras foi mobilizado com a demolição de uma casa, das cabines de imprensa e de parte do muro do entorno.
O projeto, considerado um dos principais investimentos em segurança pública do Município, prevê aporte superior a R$ 30 milhões. O objetivo é reunir diferentes órgãos e serviços em um único espaço para facilitar a integração entre as equipes e o atendimento à comunidade.
A concentração dos órgãos em um mesmo complexo busca agilizar o compartilhamento de informações e fortalecer o trabalho conjunto das instituições de segurança. Para a comunidade, a proposta é oferecer uma estrutura mais organizada para os serviços públicos e ampliar as condições de atuação dos profissionais.
O processo licitatório foi homologado em junho, tendo como vencedor o consórcio Incoben & Signor Consorciados Ltda., responsável pela execução da obra. Conforme o secretário de Planejamento, Pedro Henrique Diniz, a próxima etapa envolve o encaminhamento dos projetos para licenciamento junto à Secretaria de Obras.
Com a documentação necessária, será possível avançar para os serviços de terraplanagem e a construção das edificações. “A partir do encaminhamento dos projetos e da conclusão das etapas de documentação e licenciamento, a obra poderá avançar para a terraplanagem e a construção dos prédios”, explica o secretário.
O complexo contará com duas edificações, praça pública de integração, estacionamento para viaturas e abertura de uma via interna. A estrutura vai concentrar unidades da Polícia Civil, a Secretaria Municipal de Segurança Pública e Transportes e o Centro Integrado de Operações (CIOP), que reunirá o sistema de videomonitoramento da cidade.
Entre as unidades policiais previstas estão a Delegacia de Polícia Regional do Interior (DPRI), a 1ª e a 2ª Delegacias de Polícia, a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DPHPP) e a Delegacia de Repressão às Ações Criminosas (DRACO). A execução das próximas fases dependerá do andamento do licenciamento e da documentação junto às secretarias municipais.