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Fauna Marinha

Elefante-marinho jovem descansa na Praia do Cassino e atrai curiosos

Um elefante-marinho macho e jovem foi visto descansando na Praia do Cassino, em Rio Grande. O Cram orienta a população a manter distância e não alimentar o animal.
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Redação Planalto RS 24 Horas

7 de outubro de 2026

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Um elefante-marinho macho e jovem tem chamado a atenção de banhistas e moradores na Praia do Cassino, em Rio Grande. O animal foi avistado nos últimos dias descansando na faixa de areia, nas proximidades da antiga passarela de acesso à praia.

Segundo o Centro de Recuperação aos Animais Marinhos (Cram), a aparição não é comum na região. O órgão explica que o animal está entrando e saindo da água apenas para descansar durante seu deslocamento.

A presença do elefante-marinho na costa de Rio Grande ocorre porque o animal ainda não atingiu a idade reprodutiva. Neste período, o restante da espécie está concentrado em áreas de reprodução, o que faz com que indivíduos jovens se desloquem sozinhos pelo litoral. A espécie costuma realizar paradas em praias durante esses trajetos e, nesses momentos, necessita de espaço e tranquilidade para recuperar energia.

O Cram orienta que a população observe o animal à distância e evite qualquer tipo de aproximação ou contato. Outra recomendação é não oferecer comida e não tirar fotos com flash.

O órgão reforça que, apesar da aparência calma, o elefante-marinho é um animal silvestre. O descanso faz parte do comportamento natural da espécie durante seus deslocamentos.

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Final do Campeonato de Foguetes reúne 10 escolas municipais em Passo Fundo

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Redação Planalto RS 24 Horas

7 de outubro de 2026

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A Prefeitura de Passo Fundo, por meio da Secretaria Municipal de Educação, realizou nesta quarta-feira (7) a grande final do Campeonato de Foguetes da Rede Municipal de Ensino. A atividade ocorreu no estacionamento do Portal de Linguagens da UPF e reuniu 10 escolas municipais, representadas por 10 equipes classificadas nas etapas realizadas ao longo do ano.

A EMEF Coronel Lolico conquistou o primeiro lugar na competição, seguida pela EMEF Senador Pasqualini, em segundo, e pela EMEF Padre José de Anchieta, que ficou com a terceira colocação. As equipes classificadas apresentaram o resultado de todo o processo nos lançamentos decisivos do campeonato.

O campeonato propôs aos estudantes uma experiência prática de aprendizagem, desde o planejamento e a construção dos protótipos até os testes, a análise dos resultados e o aperfeiçoamento dos projetos. Cada escola realizou sua própria etapa classificatória para definir a equipe que representaria a instituição na grande final.

Os foguetes foram construídos principalmente com garrafas PET e outros materiais alternativos. Nos lançamentos, os estudantes utilizaram um sistema de propulsão a ar e água, colocando em prática conhecimentos científicos, formulando hipóteses e buscando soluções para melhorar o desempenho dos protótipos.

Para o secretário municipal de Educação, Adriano Canabarro Teixeira, a proposta aproxima o conhecimento trabalhado em sala de aula de uma experiência concreta e estimula os estudantes a assumirem um papel ativo no processo de aprendizagem. “Mais do que lançar um foguete, os estudantes estão vivenciando ciência na prática. Eles precisam planejar, construir, testar, observar o que deu certo, identificar o que pode ser melhorado e trabalhar em equipe. É uma atividade que mobiliza diferentes conhecimentos e mostra que aprender também pode acontecer por meio da experimentação, da criatividade e da resolução de problemas”, destaca Adriano.

O secretário acrescenta que a premiação também tem um papel pedagógico importante. “Levar esses estudantes para conhecer um espaço dedicado à ciência e à exploração espacial é uma forma de ampliar horizontes e mostrar que aquilo que eles estão experimentando na escola pode despertar novos interesses e possibilidades para o futuro”, conclui.

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Final do Campeonato de Foguetes reúne 10 escolas municipais em Passo Fundo

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Redação Planalto RS 24 Horas

7 de outubro de 2026

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A Prefeitura de Passo Fundo, por meio da Secretaria Municipal de Educação, realizou nesta quarta-feira (7) a grande final do Campeonato de Foguetes da Rede Municipal de Ensino. A atividade ocorreu no estacionamento do Portal de Linguagens da UPF e reuniu 10 escolas municipais, representadas por 10 equipes classificadas nas etapas realizadas ao longo do ano.

A EMEF Coronel Lolico conquistou o primeiro lugar na competição, seguida pela EMEF Senador Pasqualini, em segundo, e pela EMEF Padre José de Anchieta, que ficou com a terceira colocação. As equipes classificadas apresentaram o resultado de todo o processo nos lançamentos decisivos do campeonato.

O campeonato propôs aos estudantes uma experiência prática de aprendizagem, desde o planejamento e a construção dos protótipos até os testes, a análise dos resultados e o aperfeiçoamento dos projetos. Cada escola realizou sua própria etapa classificatória para definir a equipe que representaria a instituição na grande final.

Os foguetes foram construídos principalmente com garrafas PET e outros materiais alternativos. Nos lançamentos, os estudantes utilizaram um sistema de propulsão a ar e água, colocando em prática conhecimentos científicos, formulando hipóteses e buscando soluções para melhorar o desempenho dos protótipos.

Para o secretário municipal de Educação, Adriano Canabarro Teixeira, a proposta aproxima o conhecimento trabalhado em sala de aula de uma experiência concreta e estimula os estudantes a assumirem um papel ativo no processo de aprendizagem. “Mais do que lançar um foguete, os estudantes estão vivenciando ciência na prática. Eles precisam planejar, construir, testar, observar o que deu certo, identificar o que pode ser melhorado e trabalhar em equipe. É uma atividade que mobiliza diferentes conhecimentos e mostra que aprender também pode acontecer por meio da experimentação, da criatividade e da resolução de problemas”, destaca Adriano.

O secretário acrescenta que a premiação também tem um papel pedagógico importante. “Levar esses estudantes para conhecer um espaço dedicado à ciência e à exploração espacial é uma forma de ampliar horizontes e mostrar que aquilo que eles estão experimentando na escola pode despertar novos interesses e possibilidades para o futuro”, conclui.

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