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Lagoa FM informa que conteúdo exige ativação de JavaScript

A Rádio Lagoa FM comunica aos ouvintes que o acesso integral à sua programação e conteúdos digitais requer a ativação do JavaScript no navegador utilizado.
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Redação Planalto RS 24 Horas

1 de outubro de 2026

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A Rádio Lagoa FM informou que a visualização completa de seus conteúdos digitais está condicionada à ativação do JavaScript no navegador do usuário. A medida vale para o acesso por meio de computadores e dispositivos móveis.

Segundo a emissora, sem a ativação do recurso, a página não carrega todos os elementos disponíveis. A orientação é destinada a todos os ouvintes que utilizam a plataforma online da rádio.

A exigência de JavaScript é comum em portais de áudio e vídeo, pois o recurso é responsável por funções como player de transmissão, atualização de conteúdo em tempo real e interação com o usuário. No caso da Lagoa FM, a ativação garante que a experiência de escuta ocorra sem interrupções na página oficial.

A ativação do JavaScript pode ser feita nas configurações do navegador, geralmente no menu de privacidade ou segurança. Em navegadores móveis, a opção costuma estar disponível nas preferências do aplicativo.

A emissora não informou prazo para alteração desse requisito. Ouvintes que encontrarem dificuldades podem buscar suporte nas configurações do próprio dispositivo ou navegador utilizado.

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Fórum Multissetorial Botucaraí confirma terceira edição em Soledade

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Redação Planalto RS 24 Horas

1 de outubro de 2026

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A organização do Fórum Multissetorial Botucaraí – FMB 2026 confirmou a data da terceira edição do evento. O encontro será realizado na quarta-feira, 02/12, no Clube Comercial de Soledade, dando continuidade ao trabalho iniciado em 2024.

Também foram confirmados os três painelistas desta edição: Nei César Manica, Paulo Herrmann e Antônio Lacerda. A definição ocorreu durante reunião da equipe organizadora no final da tarde de quinta-feira, 24/09.

Além da data e do local, o grupo avançou na construção da programação, estrutura, divisão das responsabilidades entre os setores e demais encaminhamentos necessários para a realização do Fórum. A organização já mantém contato com os convidados para alinhar as abordagens de cada participação e a dinâmica da noite.

A previsão é de que cada painelista tenha aproximadamente 30 minutos para sua exposição, além do espaço destinado à interação com o público. O tema definitivo ainda está em construção pela comissão, mas ficou estabelecido que a programação terá como eixo “Economia e Agronegócio”.

A proposta é abordar o cenário atual dos dois setores, os desafios enfrentados e, principalmente, as possibilidades que podem ser transformadas em oportunidades para o desenvolvimento. Segundo o coordenador-geral do FMB, Carlos Rogério Matuella, as conversas mantidas com os painelistas já ajudam a direcionar o conteúdo da edição.

“Queremos discutir a realidade, mas também olhar para frente e mostrar onde estão as oportunidades. O Fórum precisa provocar esse debate e trazer diferentes visões sobre aquilo que pode contribuir para o crescimento da nossa região”, destacou.

Outro ponto analisado foi a experiência das edições anteriores. A intenção é preservar aspectos que tiveram retorno positivo e promover ajustes na dinâmica para ampliar o tempo destinado ao conteúdo e à participação dos presentes. A interação por meio de perguntas continuará fazendo parte do formato do FMB 2026.

O gestor-geral da Aprosol, Orlando Sebastião Klein, destacou o envolvimento dos diferentes setores na preparação. “Estamos entrando em uma etapa em que cada equipe começa a assumir suas responsabilidades dentro da organização. Esse trabalho antecipado é importante para que possamos chegar ao dia do Fórum com toda a estrutura alinhada e oferecer novamente um evento organizado ao público”, afirmou.

O Fórum Multissetorial Botucaraí 2026 é uma realização da Aprosol – Associação Pró-Desenvolvimento do Município de Soledade.

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El Niño faz furacões sumirem do Atlântico e afeta clima em Passo Fundo

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Redação Planalto RS 24 Horas

1 de outubro de 2026

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O Oceano Atlântico encerrou o mês de setembro sem o registro de um único furacão, situação que não ocorria há mais de três décadas. O fenômeno El Niño, atuante no Pacífico Equatorial, alterou as condições atmosféricas e impediu a formação de ciclones tropicais na região.

Três tempestades tropicais chegaram a se formar no período, mas nenhuma atingiu a intensidade de furacão. A tempestade Fay foi a que mais se aproximou, com ventos de aproximadamente 113 km/h, ficando abaixo do limiar necessário para ser classificada como furacão.

Desde o início dos registros modernos, em 1950, apenas três outros meses de setembro terminaram sem furacões no Atlântico: 1994, 1972 e 1962. O último episódio havia ocorrido há 32 anos.

O contraste com a média histórica é expressivo. Em uma temporada comum, o Atlântico produz aproximadamente sete furacões, e cinco deles já deveriam ter ocorrido até o início de outubro. Setembro, isoladamente, costuma registrar de dois a três furacões, por reunir águas mais quentes e condições atmosféricas favoráveis.

A principal causa do bloqueio está no cisalhamento do vento, diferença de velocidade e direção dos ventos entre diferentes níveis da atmosfera. O El Niño elevou esse cisalhamento a níveis recordes na principal região de desenvolvimento de furacões do Atlântico Norte, que se estende da costa Oeste da África até o Caribe.

O cisalhamento forte desorganiza a circulação das tempestades, separando a região de circulação próxima à superfície das áreas de tempestades profundas que precisam se organizar ao redor do centro do sistema. As águas do Atlântico permaneceram quentes o suficiente para permitir furacões, mas a atmosfera não ofereceu condições para que se formassem.

Enquanto o Atlântico registra atividade abaixo do normal, o Pacífico apresenta comportamento oposto, com temporada de furacões extraordinária. O mesmo fenômeno que bloqueia os ciclones no Atlântico favorece a formação de tempestades no Pacífico, padrão típico de anos de El Niño intenso.

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