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Polícia Civil prende mulher por falsificação de atestados médicos em Passo Fundo

A 2ª Delegacia de Polícia de Passo Fundo prendeu uma mulher suspeita de falsificar e comercializar atestados médicos. A investigação identificou cerca de 200 pessoas que teriam adquirido os documentos falsos.
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Redação Planalto RS 24 Horas

17 de setembro de 2026

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A 2ª Delegacia de Polícia de Passo Fundo prendeu, nesta quinta-feira (17), uma mulher suspeita de falsificação e comercialização de atestados médicos. A ação ocorreu durante investigação que apura a emissão irregular de documentos na cidade.

Segundo a Polícia Civil, o esquema já teria atingido aproximadamente 200 pessoas, que teriam adquirido os atestados falsos. A identidade da suspeita não foi divulgada pelas autoridades.

A comercialização de atestados médicos falsos tem impacto direto no mercado de trabalho e no sistema de saúde de Passo Fundo. Empresas da região que dependem da verificação de licenças médicas para afastamentos podem ter sido prejudicadas pela atuação do grupo investigado. A 2ª DP segue analisando documentos apreendidos para identificar a extensão do esquema e possíveis outros envolvidos.

De acordo com a Polícia Civil, a investigação apura a participação da mulher na falsificação dos documentos e na venda dos atestados a interessados. Os compradores seriam, em sua maioria, trabalhadores que buscavam justificar faltas ou obter afastamentos irregulares.

A corporação não detalhou como os atestados eram produzidos nem os valores cobrados pela suspeita. Também não há informação sobre quantos dos cerca de 200 adquirentes identificados já foram ouvidos ou responderão a procedimentos.

A mulher foi encaminhada ao sistema prisional de Passo Fundo, onde permanece à disposição da Justiça. O caso segue sob responsabilidade da 2ª DP, que deve concluir o inquérito após a análise do material apreendido.

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Passo-fundense Jonas Boeno enfrenta ex-campeão mundial de MMA no Quirguistão

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Redação Planalto RS 24 Horas

17 de setembro de 2026

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O atleta natural de Passo Fundo e morador de Carazinho, Jonas “Bônus” Boeno, entra em ação nesta quinta-feira (17) em mais um desafio internacional no MMA. Aos 41 anos, o lutador enfrenta Kiamrian Abbasov, ex-campeão mundial dos meio-médios do One Championship.

O combate é válido pelo BetCity Fight Nights 141 e será realizado na Zhashtyk Arena, em Bishkek, capital do Quirguistão. A previsão é de que a luta ocorra por volta das 12h no horário de Brasília.

Jonas iniciou sua trajetória no Muay Thai e posteriormente migrou para o MMA. A partir de 2016, passou a competir com maior frequência em eventos internacionais, principalmente na Rússia, Europa e Ásia Central. O atleta também participou de uma seletiva do The Ultimate Fighter, programa que na época era uma das portas de entrada para o UFC.

A luta desta quinta-feira terá uma particularidade para Jonas Boeno. O combate será disputado na categoria dos meio-pesados, até 93 quilos, uma divisão acima daquela em que o atleta costuma competir. O adversário, Kiamrian Abbasov, é natural de Bishkek e possui 24 vitórias e oito derrotas no MMA profissional.

Em entrevista à Rádio Uirapuru, Jonas destacou que competir em países como Rússia, Cazaquistão e Quirguistão representa um desafio adicional. Além da força dos adversários, o lutador precisa lidar com a distância do Brasil e com ambientes diferentes daqueles encontrados em seus combates no país.

Apesar das dificuldades, Jonas afirma que a experiência acumulada ao longo da carreira ajuda a enfrentar esse tipo de situação. O atleta já está acostumado a competir internacionalmente e considera essa vivência importante para os desafios fora do Brasil.

Além da preparação para o combate, Jonas destaca a importância do apoio recebido da família. O lutador é casado com Andréia e pai de Larah, de 14 anos, e Hanna, de 8 anos. Jonas também conta com o incentivo dos alunos, pais de alunos e integrantes da R1 Jiu-Jitsu/Chute Boxe, equipe que atualmente está sob seu comando em Carazinho.

A pesagem oficial aconteceu nesta quarta-feira (16). O duelo coloca frente a frente dois atletas experientes e representa mais um importante desafio internacional na carreira de Jonas “Bônus” Boeno. A luta também marca mais uma oportunidade para o atleta levar os nomes de Carazinho e Passo Fundo ao cenário internacional do MMA.

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Som da urna eletrônica surgiu de limitação tecnológica há 30 anos

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Redação Planalto RS 24 Horas

17 de setembro de 2026

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O som que se tornou símbolo das eleições brasileiras surgiu de uma limitação tecnológica. O “pilili” emitido pela urna eletrônica ao final da votação é uma sequência de beeps, único recurso sonoro disponível nos computadores utilizados há 30 anos.
Giuseppe Janino, de Canoas, ex-secretário de tecnologia da informação do TSE e um dos autores do projeto da urna, explica que o aviso servia para informar o mesário sobre a conclusão bem-sucedida do voto.

“Naquela época, em 1996, os recursos computacionais eram restritos. Não existiam dispositivos de multimídia. O máximo que o computador fazia era dar um beep. O que tentamos fazer dentro do que era possível era um beep diferenciado, para que o mesário conseguisse saber que o eleitor terminou o voto com sucesso”, afirma Janino, que tem formação em Matemática e Análise de Sistemas.
Segundo o analista, a sequência de “piripipi” foi a solução encontrada para diferenciar o aviso de conclusão da votação de outros sons emitidos pelo equipamento.
“Essa sequência foi o que se tinha na época justamente para que o mesário tivesse a noção do tempo de votação do eleitor. E esse som acabou se inserindo na cultura do brasileiro e representa, está muito ligado à nossa urna eletrônica brasileira”, completa.
O aviso sonoro está tão presente no cotidiano das eleições que o TSE lançou a mascote Pilili com o objetivo de levar, em linguagem mais próxima das novas gerações, um equipamento que já faz parte da história das eleições brasileiras.
“Tem mesário que passa a noite em claro ouvindo esse piripipi a noite toda depois de um dia de trabalho”, brinca Janino. “Mas ele é realmente uma característica importante que representa culturalmente a nossa urna eletrônica.”

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