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Outlet Passo Fundo reúne 50 marcas com descontos de até 80% no Bourbon

A 8ª edição do Outlet Passo Fundo ocorre no Bourbon Shopping até domingo (13), com cerca de 50 marcas participantes e descontos de até 80%. A entrada é gratuita.
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Redação Planalto RS 24 Horas

11 de setembro de 2026

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A Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Passo Fundo realiza, a partir desta sexta-feira (11), a 8ª edição do Outlet Passo Fundo. O evento ocorre no Bourbon Shopping e reúne cerca de 50 marcas locais com descontos de até 80% em algumas mercadorias.

A abertura oficial está marcada para as 13h30, em cerimônia restrita a autoridades, expositores e convidados. O atendimento ao público em geral começa às 14h, com entrada gratuita.

Criado em 2018, o evento busca aproximar os consumidores das empresas locais e ampliar as opções de compra em um único espaço. Neste ano, pela primeira vez, o Outlet Passo Fundo terá duas edições no mesmo período, sendo a primeira realizada em março e a segunda em setembro. A iniciativa atende à demanda dos associados da CDL e amplia as oportunidades de participação para o comércio da região.

O coordenador comercial da CDL Passo Fundo, Daniel dos Santos, destacou que o objetivo é valorizar as empresas locais e oferecer produtos de diferentes marcas com preços competitivos. O evento abrange principalmente os segmentos de moda, confecção, calçados, moda feminina, masculina e infantil, além de cama, mesa e banho.

Também participam empresas dos setores de cafés, veículos, terrenos e flores, ampliando as opções para consumo, presentes e investimentos. Entre os principais atrativos estão as liquidações de inverno e os saldos de verão.

Segundo a CDL, todos os espaços destinados aos expositores foram comercializados. A expectativa é repetir o público das edições anteriores, que atraíram consumidores de cerca de 40 municípios da região.

O Outlet Passo Fundo segue até domingo (13). Confira os horários de funcionamento: sexta-feira (11), das 14h às 21h; sábado (12), das 10h às 21h; e domingo (13), das 10h às 18h.

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Perdão e reconciliação são temas da liturgia deste domingo em Passo Fundo

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Redação Planalto RS 24 Horas

13 de setembro de 2026

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A liturgia do 24º Domingo do Tempo Comum, celebrado neste fim de semana em Passo Fundo, propõe uma reflexão sobre o perdão e a reconciliação. O tema dá continuidade ao processo reflexivo iniciado no domingo anterior, que abordou o compromisso com o próximo e o caráter comunitário da fé.

Neste domingo, a discussão avança para o compromisso com o perdão. A primeira leitura, extraída do Livro do Eclesiástico, assinala a necessidade de superar o rancor e o ódio nos relacionamentos humanos, dando lugar ao perdão.

No Evangelho de Mateus, Pedro questiona Jesus sobre quantas vezes deveria perdoar. Ele mesmo responde segundo os preceitos da época, e Jesus amplia a possibilidade de perdão ao infinito. A passagem bíblica afirma: “não te digo até sete vezes, mas até setenta vezes sete”.

A resposta de Jesus indica que não existem limites para o perdão. Ele está no caminho dos relacionamentos humanos como uma necessidade constante em vista do crescimento do amor e da fraternidade.

Jesus ilumina a resposta com a parábola de um homem que foi perdoado por uma grande dívida, mas não soube perdoar uma pequena dívida. A referência para a atitude de perdoar é Deus, que é perdão e misericórdia, e que espera dos filhos e filhas a mesma postura.

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Arcebispo de Passo Fundo reflete sobre o perdão em artigo dominical

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Redação Planalto RS 24 Horas

13 de setembro de 2026

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O arcebispo de Passo Fundo, Dom Rodolfo Luís Weber, publicou neste domingo (13) um artigo no qual reflete sobre o tema do perdão na convivência humana. O texto parte da pergunta de Pedro a Jesus sobre quantas vezes se deve perdoar o irmão que peca.

Na reflexão, o arcebispo apresenta a resposta de Jesus, que propõe ir além do limite humano de sete vezes, conduzindo ao modo de pensar e agir do Reino de Deus. A parábola das dívidas é utilizada para ilustrar a relação entre o perdão divino e o perdão entre os homens.

Dom Rodolfo destaca que a origem do pecado está nas decisões erradas de cada pessoa, com consequências para si, para o próximo, para a natureza e para Deus. Diante disso, questiona como se relacionar com quem erra e como resolver o que foi feito de errado.

O arcebispo cita passagens bíblicas do Eclesiástico, do Salmo 102, da Carta aos Romanos e do Evangelho de Mateus para fundamentar a reflexão. Segundo ele, a sugestão de Pedro de perdoar sete vezes coloca um limite razoável considerando a condição humana.

Na interpretação do texto, a resposta de Jesus leva Pedro ao Reino de Deus, ou seja, ao modo divino de pensar e agir em relação aos devedores. A parábola das dívidas é apresentada como recurso para facilitar a compreensão da medida do perdão.

A primeira cena da parábola, conforme o artigo, reflete a relação de Deus Pai com os homens. A dívida humana com Deus é descrita como uma enorme fortuna, impossível de ser restituída, pois tudo o que se tem e se é vem de Deus.

Dom Rodolfo cita São Paulo na Carta aos Romanos para afirmar que vivos ou mortos pertencemos ao Senhor. Entre os bens recebidos gratuitamente, lista a natureza, a vida, a inteligência, a liberdade, o sol, a chuva, o ar, a Palavra de Deus, o perdão e a morte salvadora de Jesus na cruz.

O arcebispo afirma que, para viver, é necessário passar da lógica da dívida para a lógica do amor gratuito. Na parábola, o devedor pede prazo, mas recebe o perdão da dívida, demonstrando que Deus quer uma relação de filhos, não de devedores.

A segunda cena da parábola descreve a relação entre dois companheiros de trabalho, ou seja, entre humanos. A dívida em questão é de apenas cem moedas, mas aquele que havia sido perdoado cobra o companheiro de forma violenta.

Sob a ótica da justiça, conforme o texto, não há erro em cobrar dívidas assumidas. O pecado maior, segundo o arcebispo, foi não tratar o irmão devedor com misericórdia e compaixão.

O ápice da parábola é a exortação final dirigida a todos: aquele que foi perdoado de toda a dívida porque suplicou deve também ter compaixão do companheiro. Dom Rodolfo encerra a reflexão convidando os fiéis a perdoar cada dia.

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